Pedalando pelo GR28

A serra a arder perto do Merujal, 07 de Agosto de 2010.

Serra do Gerês

Caminhando entre Garranos, de 07 a 08 de Maio de 2005.

Serra de São Macário

Escalada na Pena, 15 de Setembro de 2013.

Serra da Estrela

I Travessia em autonomia total - Guarda - Loriga, de 12 a 16 de Abril de 2004.

Linha do Dão - Ponte de Nagoselas

Travessia BTT pelas Linhas do Dão e Vouga, de 09 a 11 de Abril de 2009.

Caminhos de Santiago

Travessia do Rio Lires no Caminho de Finisterra, de 29 a 31 de Julho de 2010.

Serra de Montemuro

Nas Minas de Moimenta, 29 de Janeiro de 2011.

Linha do Corgo - Ponte do Tanha

Travessia da Linha do Corgo, de 06 a 10 de Outubro de 2013.

Serra do Caramulo

Nas neves do Caramulo com vista para a Serra da Estrela, 04 de Dezembro de 2010.

Aldeias Históricas

De BTT em autonomia total pelo GR22, de 28 de Abril a 01 de Maio de 2006.

Serra de São Macário - Da Pena a Covas do Monte...

20/12/2009

Por Terras de Granito no Caramulo


Depois de dois meses parado, devido à frequência de um curso que me ocupou o tempo livre, voltei hoje na companhia da Natália, Vicente, Cardoso e Manuela, às actividades.
E que bem me soube sentir o frio no rosto e respirar o ar puro enquanto caminhava por trilhos tranquilos e observava a beleza que me rodeava.
Para começar decidimos não nos afastar muito de casa e fazer qualquer coisa não muito dura, porque dois meses parados fizeram algum estrago.
A escolha recaiu nos percursos de Águeda mais exactamente no seu "PR4 - Trilhos das Terras de Granito" que percorre as fraldas da Serra do Caramulo e onde em determinados pontos do percurso se pode ver, não muito longe, o Caramulinho, ponto mais alto desta serra.
Partimos assim de manhã cedo, com -1º de temperatura em direcção à aldeia de Macieira de Alcôba onde iniciámos o percurso.
Este percorre parte da aldeia, com alguns pontos interessantes, e depois de seguir um pouco por estrada (pena que o tenha que fazer por diversas vezes) entra depois por trlhos de inegável beleza, salientando-se a parte conhecida pelas Hortas Velhas, onde para além da beleza do trilho se encontram inúmeros vestígios de outros tempos, com várias ruínas interessantes e que indiciam tempos rudes e difíceis.
A visita à Srª da Guia com o seu forno comunitário e a vista para o Caramulo no Monte Junqueiro são outros pontos altos deste passeio pedestre.
No final e como os bons hábitos não se devem perder, acabámos por comer no restaurante "A Escola", que foi instalado na antiga escola primária, local com muito bom gosto, onde nos castigámos com um belo cabrito no forno, muito bem regado e acompanhado de outras iguarias e uma aguardente de aquecer as orelhas, que o tempo estava frio.
Foi um excelente recomeço de aventuras e esperamos em breve muitas mais...

As fotos do passeio

17/10/2009

Escalada na Serra da Freita

Aproveitando o bom tempo que ainda se faz sentir partimos para a Serra da Freita com o intuito de fazer mais uma actividade de Escalada.
Chegámos pela manhã, ainda bem fresca, eu a Natália e o Luís, e preparámo-nos para fazer o aquecimento nas vias mais fáceis.

Todos escalámos uma das vias e decidimos depois ir para umas vias mais exigentes que já se encontravam banhadas pelo Sol. Antes de mudarmos para as novas vias chegaram o Pina Jorge mais a esposa e o Hugo com o irmão.
Enquanto o Hugo ficou a iniciar o irmão naquelas vias os restantes iniciaram a escalada nas vias solarengas, onde a temperatura era realmente mais agradável. Um a um lá fomos fazendo as ascensões pelas vias, agora com muito mais dificuldade, esfolando os dedos e mãos.
No final a satisfação da luta estava expressa nos rostos, e nos dedos doridos e esfolados.
Foi mais uma manhã bem passada, em boa companhia.
Para acabar uma feijoada e umas maminhas de vaca bem regadas com o verde da região ainda deixaram o grupo mais animado.

03/10/2009

Aldeias de Xisto - Casal de São Simão


Na impossibilidade de realizar o GR28 em BTT fomos (a Natália e eu) em busca de informações sobre novos trilhos que me permitam pensar e programar novas actividades.
Apesar de já termos realizado várias actividades que passaram por algumas das chamadas "Aldeias de Xisto", nomeadamente pela Serra da Lousã, fomos espreitar esse projecto recente que envolve vários trilhos pedestres e bastantes Km's de trilhos marcados para BTT.
Começámos por passar em Penela onde visitámos o Castelo, que apesar de estar em obras não deixa de ser um belo exemplar de arquitectura militar.
Depois seguimos para a aldeia de Ferraria de São João onde pudémos observar um dos Centros de BTT, edifício de apoio às actividades de bicicleta todo-o-terreno e ficámos agradávelmente surpreendidos ao verificar que este oferece apoio sanitário (sanitários e balneários), oficina para pequenas avarias (com ferramentas e tudo), ar e água, além de alguma informação sobre os percursos. Também estavam visíveis algumas marcações (sinaléctica) dos vários percursos BTT e pedestres que passavam naquela zona.
Na aldeia é bem visível alguma recuperação de casas que nos pareceram poder vir a servir de casas abrigo ou de apoio, em regime de aluguer, a quem quiser fazer as actividades descritas.
A aldeia em si pareceu-nos pobre e algo desinteressante.
Feito este reconhecimento seguimos para Casal de São Simão onde aí sim encontrámos uma aldeia recuperada e muito agradável. Decidimos efectuar o PR1, um percurso pedestre que nos levou até às Fragas de São Simão, local junto ao rio onde se encontra uma praia fluvial e onde pudémos observar algumas ruínas de velhos moinhos de água.
Aproveitei claro para ir espreitar as fragas onde estão equipadas algumas vias de escalada desportiva de vários largos e que me deixaram com água na boca. Talvez porque as vias caiem directamente sobre as águas do rio.
Passada esta bonita zona do percurso continuámos a percorrer o percurso, que segue quase sempre junto ao rio sob as árvores e a vegetação, até que duas horas e meia depois de partirmos nos levou de retorno à aldeia.
O percurso em si é agradável, circular, de grau de dificuldade acessível, embora implique uma preparação mínima atendendo a que apresenta algumas descidas e subidas acentuadas. A parte da aldeia e a passagem nas Fragas, junto ao rio, são quanto a mim as melhores partes do percurso.
Penso que o projecto "Aldeias de Xisto" é interessante, promove um conjunto de valências nacionais (paisagem, património, gastronomia, cultura, artesanato...) que merecem o nosso apoio visitando as aldeias, conhecendo o diverso património, percorrendo a pé ou de bicicleta os seus trilhos e aproveitando o que de bom toda esta zona tem para nos oferecer.
Por nós só posso dizer que em breve exploraremos outras aldeias e outros trilhos.

26/09/2009

Multiactividade na Serra da Freita

A pedido do nosso amigo Amaral fomos até à Serra da Freita para fazer uma pequena caminhada e iniciarmos mais um conjunto de amigas e amigos nas andanças da Escalada.
Após a reunião junto ao Parque de Campismo do Merujal, pelas 09h30, iniciámos então a caminhada em direcção a Albergaria da Serra e daí entrámos pela serra seguindo a levada de água que segue até ao rio Caima e se dirige depois à aldeia atrás citada.
O grupo de caminheiros composto por velhos "espíritos" (Calé, Pina Jorge, Amaral e Hugo) e por novos "espíritos" em fase de iniciação em novas modalidades (Luís, Sara, Fátima, Manuela, Carmo e Ruka) concluíram a caminhada com demasiada rapidez, quase não deixando que os pré-reformados (Natália, Cardoso e Vicente), encarregados de levar os carros com o material até à zona de escalada, se deliciassem com as suas sandochas de presunto e respectivas cervejinhas.
Imagino o quanto dolorosa deve ter sido esta parte, enquanto nós sofríamos a escolher as melhores passagem pelo tojo de modo a que este arranhasse as pernocas das nossas caminheiras (eheheeheheh).
De novo reunidos, agora na escola de escalada e com o material prontinho, lá pusémos o incansável do Pina Jorge a explicar o que se ia passar, o nome dos materiais e as suas funções e iniciámos a abertura da primeira via.
Notava-se a apreensão nos rostos daqueles que nunca se tendo visto nestas andanças viam chegada a hora de se sentirem pendurados por umas corditas tão fininhas numa parede tão alta.
A primeira a aventurar-se foi a Fátima e todos os outros se lhe seguiram com êxito. O medo inicial deu lugar ao prazer do desafio e todos os novatos acabaram por repetir a experiência. No final todos nós acabámos por fazer o gostinho ao dedo "trepando" rocha acima e rocha abaixo, até que chegou a horinha de recompôr o estômago. Assim o fizémos com uns nacos de carne grelhados e muito vinho e cerveja à mistura.
Pareceu-me que temos novos "viciados(as)" na pedra, mas o tempo o dirá...

19/09/2009

BTT nocturno e diurno na Serra da Freita


Ontem (Sexta-feira) partimos (Calé, Cardoso, Vicente, Amaral e Hugo) para a Serra da Freita para mais uma actividade nocturna e outra diurna no Sábado.
A ideia era fazer uma BTT nocturna na sexta e escalar no Sábado mas as condições atmosféricas previstas e depois verificadas no local excluiram logo a hipótese da escalada, pelo que concentrámo-nos na BTT.
Chegados ao Parque de Campismo do Merujal tratámos de comer qualquer coisa e tomámos a decisão de alugar um bugalow, dado que ficar nas tendas parecia ser pouco agradável.
Um nevoeiro cerrado e uma chuvinha miúdinha tinham-se instalado na serra e a noite prometia ser fresca e molhada.
Comidas umas sandochas e bebidas umas cervejolas, lá fomos para o bugalow arrumar as tralhas e preparar os equipamentos para a actividade nocturna.
Preparativos efectuados e bikes prontas faltava apenas que o Marco e o Pompílio chegassem para que o grupo ficasse completo e pudéssemos partir para uma aventura nocturna com uma visibilidade a tender para o zero.
Reunido todo o grupo lá partimos cerca das 22h20. A primeira parte decorreu por estrada numa longa subida, que serviu para aquecer bem os participantes, seguida de uma longa descida feita em ritmo lento e cuidadoso atendendo a que a dificuldade em ver a estrada era grande.
As luzes das bikes e dos frontais eram reflectidas pelo nevoeiro e ainda dificultavam mais a visão, obrigando-nos a desligar as de maior potência.
Acabada a descida entrámos pelo trilho que nos permitiu regressar à Mizarela, mas onde por entre as giestas a visão ainda se complicou. A chuva caía certinha sobre nós encharcando-nos e o trilho com pontos de pedra solta implicava cuidados redobrados. O Vicente a certa altura substituiu-me na função de primeiro do grupo, dado que a atenção em perceber por onde passava o caminho e evitar os obstáculos me começava a cansar.
Calmamente fomos evoluindo no trilho até que cerca das 23h45 chegámos ao Parque de Campismo, sãos e salvos, e encharcadinhos até aos ossos.
Despedimo-nos do Marco e do amigo que regressaram a casa e fomos tratar da higiene e vestir roupa seca e quente.
Uns rissóis, umas cervejas, melão e whisky ajudaram a retemperar as forças.
Chegou a hora de dormir, enfiados nos sacos-cama sobre as camas dos beliches, e cada um tentou dormir como pôde.
Hoje (Sábado) acordámos cedo com um dia aparentemente mais bonito, onde o Sol chegava a espreitar por entre a névoa.
A chuva que se verificou deixou-nos como alternativa à escalada a BTT. E assim o fizémos. Tomado o pequeno-almoço partimos em direcção a Albergaria-da-Serra e daí à Portela da Anta. Seguimos então em direcção ao Couto do Boi onde efectuámos uma boa descida até à estrada e daí seguimos a caminho de Espinho e dos viveiros da Granja, onde parámos para recuperar forças e comer qualquer coisa. Depois foi seguir o trilho percorrido na noite anterior e ver a cara daqueles, que o não reconheciam, ao saber que era o mesmo trilho da véspera. Nem parecia o mesmo, pelo menos agora via-se bem o trilho, a serra e as aldeias ao fundo no vale.
Chegados ao parque de campismo, mudámos de roupa e arrumámos o material e fomos todos comer uma bela vitelinha, bem regada, que isto de andar de bike para além de cansativo abre também o apetite e dá cá uma sede...


13/09/2009

Caminhada pela Mata do Buçaco




Hoje eu a Natália e os nossos cães fomos fazer uma bela caminhada (ou cãominhada) pela Mata do Buçaco. Aproveitei para fotografar o inúmero património que se encontra pelo caminho e que infelizmente se encontra muito degradado.
As inúmeras espécies de árvores, arbustos e plantas que por lá abundam, e que segundo dizem algumas raras, também me parece que mereciam melhor tratamento.

Parece-me que mais uma vez temos nesta mata um valioso património cultural, monumental, histórico e natural que se degrada dia a dia sem que haja algum tipo de intervenção.

Fotos

12/09/2009

Passeio BTT "Slowdown" - Águeda

Por Vicente.
Este passeio BTT, por amável convite da Loja de Bikes "SLOWDOWN" de Águeda, contou com dois elementos do núcleo duro do "espírito", eu e o Amaral, mas também com alguns elementos que já nos têm acompanhado nas actividades que realizamos.

Assim, o nosso grupo teve a participação dos seguintes elementos: Carmo, Fátima, Manuela, Sara, Mário Jorge, Hugo, Rui, Ruca, Amaral e Vicente.
Iniciámos o evento com uma visita à espectacular loja, que representa algumas das melhores marcas de bikes e acessórios do universo BTT, acompanhado com um pré-reforço de café e bolos.
Pelas 10h começou o passeio que nos levou pelos excelentes trilhos da região, sempre bem apoiados pela organização, que fez questão que não faltasse nada (nem minis) para acalmar o pó que se fez sentir duramente durante a actividade.
Depois de alguns trilhos por zonas rurais acompanhando o rio, seguimos até um parque de merendas onde, por volta do meio-dia, nos esperava um autêntico banquete, o que pelos vistos agradou imenso aos elementos que estão habituados a
estas andanças e que referiram que nem nas melhores maratonas as condições são melhores.

Depois de saciados, o passeio continuou por trilhos rurais, onde os trabalhadores dos campos, amavelmente sempre paravam para nos dar passagem e saudar-nos, o que retribuíamos com alegria e respeito.
Na parte final uma pequena subida técnica fez a delicia dos mais habituados as estas andanças.
Refira-se que apesar de o grupo ser relativamente grande (50/60), houve sempre a preocupação de fazer os devidos reagrupamentos de modo a ninguém ficar para trás.
O nosso destino final era a "Festa do Leitão", em Águeda, onde tínhamos já lugar marcado pela organização. Chegámos cerca das 15h e depois de uma breve lavagem do pó acumulado na cara, fomos dar umas dentadas ao excelente leitão que nos serviram.
Num passeio de cerca de 50Kms e que contou com imensas meninas, as "nossas meninas", como já é habitual, estiveram muito bem e merecem o nosso aplauso.
Excelente Passeio/convivio BTT. Um agradecimento especial ao Pedro e à Susana pela organização e simpatia. Até à próxima.


06/09/2009

Marcha de Montanha na Serra da Estrela

O Pina Jorge desafiou-nos para mais uma Marcha em autonomia na Serra da Estrela e para além dos habituais tivémos a presença de outros amigos que já não marchavam connosco à algum tempo e uma estreia no grupo.
Assim estiveram presentes nesta actividade o Pina Jorge, Calé, Cardoso, Vicente, Rui, Borges, Marcelino, Amaral, DJ, Zé Carlos (de regresso a estas andanças) e o Hugo (em estreia com este grupo no que diz respeito a Marchas, uma vez que já esteve connosco numa BTT). Assim à partida batiamos todos os records no número de presenças numa marcha em autonomia.

Dia 0 (Sexta-feira 4/Set)
Partimos cerca das 20 horas em direcção à Pousada da Juventude das Penhas da Saúde. De Aveiro sairam o Calé, DJ, Vicente, Cardoso e Zé Carlos e do Porto/Ovar o Rui, Borges, Amaral e Hugo.
Por essa hora já o Pina Jorge estava pela serra a "espreitar" os pontos chave da nossa marcha.
Os aveirenses ao chegar ao Sabugueiro aproveitaram para comer umas sandes de queijo da serra e presunto, regado com cerveja ou tinto e finalizado com umas ginjinhas e aguardente de zimbro.
Já no final do repasto chegaram os homens do "Nuorte carago" e juntaram-se a nós na ginjinha.
Seguimos depois para a pousada onde o Pina Jorge nos aguardava, na companhia da esposa e do filho que gentilmente se deslocara à serra para nos apoiar no início da actividade.
Depois de tratadas as formalidades na pousada o Pina Jorge passou ao briefing da actividade onde falámos sobre o que iriamos fazer no dia seguinte.
Após este esclarecimento e já elucidados sobre o que nos esperava fomo-nos deitar na camarata de 10 camas que nos aguardava (bom alguns vadios ainda foram ver a noite da serra).

Dia 1 (Sábado 05/Set)
Alvorada às 6 horas, e às 7h00 partimos em direcção ao Covão d'Ametade, local de início da actividade. Aqui foi importante o apoio do filho do Pina Jorge que levou o pessoal ao local, poupando-nos uns Km's de caminhada pelo alcatrão.
Reunido o grupo partimos serra acima, primeiro em direcção à parede dos fantasmas e depois embrenhando-nos na serra a caminho da Lagoa da Paixão.
Ao chegarmos ao Ribeiro da Candeira o Borges decidiu pregar-nos um susto com uma queda que nos deixou apreensivos. Felizmente não se confirmou a entorse que temíamos.
Depois de algum descanso naquele prado, avançámos para a longa subida que nos levaria à lagoa.
O grupo demonstrou estar bem preparado e pelas 11h30 chegou à dita lagoa. Devido ao facto de lá termos chegado cedo, decidimos almoçar e descansar até às 13 horas.
Tinhamos previsto a possibilidade de estabelecer o acampamento nesta lagoa, se lá chegássemos tarde ou cansados, mas como o grupo chegou rápido e fresco partimos para o segundo ponto previsto, a lagoa das Salgadeiras.
Mais uma vez o grupo se portou bem e pelas 14h30 chegávamos ao local pretendido. Ainda se levantou a hipótese de nos aproximarmos da torre e acampar mais perto desta, mas pessoalmente acho que imperou o bom senso e cumprimos o que estava previsto.
Montámos o acampamento cedo e fomos espreitar a lagoa. Os primeiros a lá chegar logo mergulharam e nadaram nas suas águas frescas, sendo imitados, logo de seguida, pelos restantes elementos do grupo.
Depois fomos preparar o jantar, comer e contar as velhas histórias.
Bem cedo ainda nos deitámos e passámos umas longas horas deitados nas tendas, a descansar o corpo moído da marcha e das mochilas pesadas.

Dia 2 (Domingo 06/Set)
Alvorada às 6 horas, mas atendendo a que ainda era noite todos aproveitámos para ficar mais uns minutos nas tendas. Depois de preguiçar mais um pouco lá começámos, um-a-um, a sair das tocas e a começar a preparar as coisas para mais um dia de marcha.
Partimos assim em direcção à Torre e antes de lá chegar desviámos em direcção à estrada que se dirije à Covilhã.
Começava aqui a parte da aventura que se prendia com a descida para a barragem do Covão do Ferro.
Os penhascos que caracterizam aquela zona não deixavam antever qualquer facilidade e todos se sentiam um pouco apreensivos com as dificuldades que se adivinhavam.
Prevendo uma descida complicada três dos elementos, que apresentavam algumas dificuldades a nível dos joelhos decidiram, e bem, seguir pela estrada em direcção à pousada enquanto os outros oito aventureiros iniciaram a descida.
E que descida! Sob a batuta do mestre Pina Jorge, fomos descendo de rocha em rocha, escalando e destrepando passo-a-passo, pendurados nas ervas e nas raízes, pulando por cimas de buracos, passando por entre fendas das rochas e num verdadeiro trabalho de equipa, lá fomos passando e descendo os montanheiros e as suas enormes e pesadas mochilas, patamar em patamar.
Os restante montanheiros aguardavam, também eles apreensivos, que o grupo reaparecesse por detrás das massas rochosas que envolvem a linha de água. Mais de uma hora depois lá nos viram aparecer a todos, sãos e salvos, e lá respiraram de alívio. No entanto apesar da parte mais difícil e perigosa estar ultrapassada ainda não tínhamos chegado à barragem e ainda tinhamos algumas dificuldades pela frente.
Felizmente a calma, o trabalho de equipa e a mestria do mestre Pina Jorge, levou-nos para baixo
sem qualquer problema.
Já na barragem, descemos à estrada e aproveitámos para encher os cantis numa das casas que por lá existem, onde fomos muito bem recebidos e onde ainda conversámos um pouco sobre a actividade e outras possibilidades interessantes.
Entretanto o outro grupo tentava chegar à pousada para trazer os carros e recolher-nos.
Subimos então até à estrada que vem da torre onde o Zé Carlos nos aguardava com várias garrafas de água recolhida numa fonte. O Dj e o Borges tinham seguido a pé até à pousada.
Ficámos então à espera que eles regressassem com as viaturas. O Rui conseguiu também uma boleia até à Pousada.
Neste espaço de tempo pudémos fazer a boa acção do dia. Na casa onde abastecemos os cantis vive um cãozito que fugiu da mesma para perseguir o carro dos donos, acabando por vir ter connosco cá acima à estrada. Prendemos o cão e quando chegaram os carros fomos devolvê-lo aos donos levando-o a casa.
Após os carros chegarem fomos todos até à pousada onde tomámos um delicioso banho.
Acabada a actividade estava na hora do convívio gastronómico que nos é habitual. O lugar escolhido foi o Restaurante "O Camelo", onde comemos umas doses de cabritinho, bem regado com várias "Casas de Santar" e finalizado com uma aguardente de Zimbro.
Foi uma boa actividade, com todos os ingredientes que gostamos, boa camaradagem, espírito de grupo e que esperamos repetir, noutro qualquer lugar em breve.

02/09/2009

Visita ao Museu Ferroviário de Macinhata do Vouga


Já por duas vezes tinha ido até Macinhata para visitar este pólo museológico, mas bati sempre com o nariz na porta. À terceira foi de vez e apesar de modesto vale a pena a visita. Por lá pude observar algumas locomotivas usadas nas "vias estreitas" do Douro, Dão e Vouga e algumas carruagens e automotoras, entre outro espólio ferroviário.
Acabei por me "perder" por duas horas entre a visita a solo, visita guiada e na conversa com o funcionário do museu, que soube bem acompanhar e estimular o meu interesse.
Pena não terem alguns artigos que pudessem ajudar a documentar-me sobre as linhas e material ferroviário, mas com a nova direccção do museu pode ser que as coisas mudem.
Também pena o espaço apertado que não me permitiu, sem uma máquina fotográfica adequada e possuidora de uma grande angular, fazer fotos mais completas das locomotivas e restantes peças ferroviárias. Para a próxima já sei e também não me vou esquecer do bloco de notas, que nestes sítios aprende-se sempre muita coisa.

25/08/2009

Barragem da Bravura - 2009

Por vicente.
Consegui tirar uma semana de férias e aproveitei para vir para sul, mais exactamente para a zona de Lagos, de onde os meus genes são originários, apesar de ter nascido na Gafanha na Nazaré. Assim, indeciso entre a maravilhosa praia e uma volta de BTT, decidi-me pela segunda e parti à aventura num projecto que já estava há algum tempo na minha mente, mas que só agora foi possível realizar. Sem os meus habituais companheiros destas andanças que têm muito mais experiência de orientação/navegação, e sem qualquer recurso a mapas ou GPS, resolvi contornar a albufeira da barragem da Bravura, a partir de Odiáxere. Os primeiros 10 kms foram feitos por uma estrada secundária de asfalto, aliás o unico acesso à barragem propriamente dita. A partir daí começou a aventura para mim. Tendo em conta o tipo de navegação que ia fazer, à vista, sem recurso a mapas nem outros auxiliares, sempre com a albufeira à vista, nem todos os trilhos que encontrei levavam ao meu objectivo que era contornar completamente a albufeira. Assim e após alguns trilhos em que tive de voltar atrás lá dei com a direcção certa. Os trilhos fantásticos, para a BTT e certamente para caminhada, não estão inseridos em nenhum percurso oficial, pelo menos a avaliar pela falta de informação no terreno. No entanto já tenho visto trilhos sinalizados noutras partes do país com muito menos condições para a prática destas actividades. Com o passar dos Kms de navegaçao por intuição, acabei por me encontrar em plena Via Algarviana, na qual os meus amigos Calé e Cardoso fizeram duas etapas há cerca de 2 meses. Tendo seguido por esta via durante alguns Kms, e como sei que a mesma se dirige a Vila do Bispo e depois Sagres, resolvi continuar a minha navegação à vista e continuar a contornar a albufeira da Barragem da Bravura, algo um pouco difícil, dada a configuração tentacular da mesma, onde fiz alguns trilhos descendentes sem continuidade. Acabei por conseguir contornar totalmente a albufeira, passando a cerca de 3 Kms de Monchique, o que me deu vontade de efectuar outra aventura que será a subida à Fóia na Serra de Monchique, pelo lado mais próprio para "todo o terreno", que conheci há dias.
Até um dia destes.

08/08/2009

Estreia em Sernada do Vouga



Finalmente a Natália estreou a bike que lhe ofereci. Hoje bem cedo pela manhã, Natália, eu e o Vicente dirigimo-nos a Paradela do Vouga para fazer mais um treino pelos trilhos de Sernada. À nossa espera o Cardoso, a Manuela e o Amaral.
Enquanto o Vicente e o Amaral seguiram para um treino mais longo e de maior velocidade, eu e o Cardoso acompanhavamos o evoluir lento da Natália e da Manuela em direcção às Minas do Braçal. Primeiro ao longo da ciclovia e depois pelos trilhos junto ao Rio Mau até às minas, onde aproveitámos para lhes mostrar o grande complexo mineiro, agora em ruínas.
Depois já reagrupados com o Vicente e Amaral, que após fazerem o treino deles se juntaram a nós nas minas, regressámos calmamente até Paradela onde acabámos a recompor-nos dos esforço com umas bifanas e cervejitas.
Para começar a Natália fez logo uns 30 Km em cima da bike e claro no final tudo lhe doía. Há que continuar que na próxima vai ser pior... (eheheheh)

01/08/2009

Passeio BTT em Sernada

Na ausência do Calé, de férias no Algarve, coube-me a mim (Vicente) fazer as honras da casa, noticiando mais um passeio/convivio BTT.
Pelas 9:15 Com a presença de sete amigos e amigas do Amaral, o grupo, que somava nove elementos, atirou-se com ganas aos nossos conhecidos trilhos/estradões de Sernada do Vouga.
A parte inicial das subidas ficou marcada por um valente aguaceiro, que não chegou para arrefecer os animos dos intrépidos betetistas. As subidas continuaram e cada um no seu ritmo lá foram subindo a montanha perseverantemente até ao topo.
Começamos então as descidas e a adrenalina disparou. Boa velocidade serra abaixo e uma sensação de satisfação entre todos os elementos, quando chegámos novamente ao tunel de acesso á estrada.
4 horas e cerca de 40 kms depois, O passeio terminou com a habitual reposição energética na esplanada do bar da estação, com uns petiscos, minis e outras beberagens.
Mais um agradável passeio, com momentos de boa disposição. Até á próxima.
Quanto a nós (Vicente, Cardoso e Amaral) temos amanhã mais um treino pela mesma zona, com a particularidade de aparecer um elemento (Luis) que depois de se ter iniciado na escalada vai agora tentar tambem o BTT.

30/07/2009

De férias pelo Algarve

Pois é caros amigos, ainda cá estou por terras algarvias. Mas esta coisa das férias de papo para o ar, com um calor de derreter os miolos e só dormir, comer e beber (muitas minis), não fazem muito o meu estilo (bem esta parte das minis até que não desgosto). Pelo menos as férias servem para descansar.
Felizmente hoje fui com a Natália e os meus cães até à Rocha da Pena e por lá escalámos umas vias (só eu e a Natália, que os cães limitaram-se a tentar perceber o que faziam os donos acima e abaixo pendurados numa corda... Enfim certamente coisas de humanos com pouco juízo).
Amanhã devo ir para a praia e depois dormir mais uma sesta, etc etc etc...
No Domingo já sigo para casa e se tudo correr bem, a partir de segunda-feira estou pronto para a acção (bikes, cordas, botas e mochila... qualquer coisa a sério).

Um abraço ao pessoal e até breve...

18/07/2009

Escalada no Belinho (Esposende)


O regresso ao Belinho após uns anos da primeira vez que por lá escalámos já era desejado a algum tempo. Felizmente surgiu agora a oportunidade de lá voltar e em força tal a adesão que conseguimos entre o grupo de escaladores.
Assim e pela manhã Calé, Natália, Lúcia (em estreia absoluta), Francisco, Vicente, Marcelino e os dois filhotes (Pedro e Henrique), sairam em direcção ao Porto para por lá se juntarem ao resto do elementos do grupo, Pina Jorge, Borges e Rui, e daí seguirem até às vias do Belinho.
Chegados ao Belinho começámos por visitar a Senhora da Guia, local donde se consegue uma vista espectacular para o mar e se vislumbra, não muito longe, Viana do Castelo.
O dia esteve fantástico e a escalada foi decorrendo calma mas muito divertida.

Após a abertura das primeiras vias era chegado o grande momento do dia, a primeira escalada da vida da Lúcia.
E assim foi, equipada a rigor começou apreensiva a sua primeira via que acabou por conseguir fazer sem grande dificuldade. Depois aprendeu que descer pode ser um pouco mais complicado do que subir (contrariando o ditado que diz que para baixo todos os santos ajudam).
E após esta aventura outras vias se sguiram, cada vez mais segura de si.
Os restantes também se iam divertindo nas restantes vias de granito abrasivo, o qual acabou por deixar marcas em alguns dos escaladores.
Saciada a fome de rocha efectuamos a íngreme descida até aos carros e não muito longe dali acabámos, mais uma vez no tão tradicional como obrigatório convívio gastronómico.

12/07/2009

Serra da Freita - Trilho do Carteiro








Conforme tinhamos planeado ontem reunimos um grupo de 17 pessoas e fomos fazer o "Trilho do Carteiro" à Serra da Freita.
O dia estava bom, quente mas não demasiado com uma brisa que nos ia refrescando ao longo do caminho.
Iniciámos o percurso em Cabreiros seguindo uma levada até a um velho moinho de água e daí até Tebilhão. Regressámos então até Cabreiros seguindo agora o trilho marcado.
Iniciámos depois a longa e íngreme descida até às Minas de Rio de Frades, usufruindo da bela paisagem do local.
Chegados às minas fizémos uma pequena incursão numa mina de Volfrâmio, onde pudémos ter uma pequena ideia de quão difícil terá sido a vida daqueles mineiros à muitos anos atrás.
Seguimos para a segunda aventura do dia, que foi atravessar um outra mina que no final vai ter a uma queda de água.
Regressados ao trilho vinha o momento mais esperado, o banho no rio.
E tudo corria bem nas águas frescas até ao momento que uma queda pôs fim à diversão, tendo resultado um traumatismo num pulso de um dos participantes, que pode ter alguma gravidade (aguardamos notícias do acidentado quanto ao resultado do raio-x).
Prestado o socorro possível no local, e não sendo o traumatismo impeditivo do acidentado se deslocar pelos próprios meios, iniciámos a longa e dolorosa subida para Cabreiros.
Aí chegados o grupo do acidentado deslocou-se para Aveiro a fim de avaliar a gravidade da lesão, enquanto o restante grupo após refrescar com umas cervejinhas no café local, foi recuperar forças a Chão d'Ave com uma vitelinha assada.
Infelizmente uma actividade que estava a correr lindamente ficou abalada por um acidente, que fará certamente todos os presentes reflectirem sobre os perigos que estas actividades por vezes acarretam, os cuidados que cada um tem que ter, e a atenção a prestar aos avisos que vão sendo dados pelos mais experientes.



05/07/2009

De BTT por terras de Castelo Rodrigo

Mais uma actividade englobada nas "Aldeias Históricas".
Partimos no Sábado de manhã em direcção a Castelo Rodrigo com o objectivo de participar no "Festival Rural de Iguarias" em Escalhão.
Claro que a actividade gastronómica desejada teria que ser antecedida por uma actividade que nos abrisse o apetite e atendendo à zona em questão a BTT foi a escolhida.
Chegados a Castelo Rodrigo iniciámos o processo com uma visita prolongada à aldeia e ao seu Castelo.
Depois descemos a Figueira de Castelo Rodrigo onde partimos na nossa aventura sobre duas rodas. E que aventura...
O objectivo era seguir por trilhos até Barca d'Alva e daí seguir até Castelo Melhor. E até que as coisas correram bem até Barca d'Alva. Os trilhos foram excelentes, a paisagem também e a dificuldade pouca.
A chegada a Barca d'Alva fascinou-nos. O Douro ao fundo corria tranquilo entre encostas escarpadas de grande beleza. Decorriam então no rio os treinos do campeonato do Mundo de Motonáutica.
Lá chegados decidimos comer e beber qualquer coisa fresca, pelo que num café da vila umas bifanas e umas cervejitas ajudaram a animar para a segunda parte do percurso. O calor já era muito e ainda tinhamos uns Km's pela frente.
Aqui pude verificar que me tinha esquecido de um dos mapas (asneira) no carro pelo que ir pela serra sem mapa poderia ser problemático.
Enquanto decidiamos o que fazer eis que nos lembrámos de seguir a linha do comboio que ligava Barca d'Alva ao Pocinho e que foi extinta em 1988. Acabávamos assim por fazer mais uma actividade que envolvia linhas férreas extintas.
E se bem o pensámos melhor o fizémos. Dirigimo-nos até à antiga estação, grande e completamente degradada, uma pálida imagem do que terá sido noutros tempos, e em seguida fomos até à ponte giratória onde eram viradas as máquinas do comboio. Depois ainda fomos espreitar a ponte internacional sobre o Rio Águeda e que permitia a passagem do comboio para terras de Espanha.
Em seguida invertemos a marcha e começámos a epopeia de tentar chegar a Castelo Melhor. E assim foi a nossa história durantes umas 4 horas, sob um Sol e calor infernal, entre carris e pedras da linha, com mato, tojo, silvas que nos deliceraram as pernas e os braços, furaram ao pneus e desidrataram-nos, queimaram-nos e nos fizeram praguejar e suar as estopinhas.
Raio de linha esta que para andar a pé é bonita, mas a empurrar as bicicletas se torna um suplício.
Pelo caminho iamos passando por alguns vestígios de apeadeiros, casas de apoio a linhas, e mato, muito mato onde só esporadicamente conseguiamos pedalar alguns metros. O Rio corria tranquilo uns metros mais abaixo, e nós torrávamos em cima ao Sol.
De repente surgiu uma ponte em mau estado, que atravessava uma linha de água e que por motivos de segurança contornámos por terra, regressando depois à linha.
Mais à frente um túnel comprido e fresco. Até apetecia lá ficar um bom pedaço, mas a hora avançava e os Km's não. Por cada Km percorrido lentamente o tempo corria imenso, o calor não abrandava e a sede apertava. A água estava a escassear, havendo mesmo quem já não tivesse. E a estação de Castelo Melhor não aparecia, e sem mapa nem sabiamos quantos Km's faltavam.
Finalmente uma estação ao fundo e a esperança renascia. Era Almendra.
Sabiamos que as nossas mulheres já estavam à um par de horas em Castelo Melhor à nossa espera, não tinhamos sinal de telemóvel, pouca água e nem sabiamos a que distância estávamos da estação de Castelo Melhor. Olhando para a linha o mato continuava em grande e o Sol continuava a torrar-nos. Maravilha...
Decidimos então abandonar a via e tentar chegar a Almendra, ou então chegar a um ponto com rede onde pudéssemos contactá-las para nos virem recolher.
E assim fizémos. Subimos uns Km´s por estrada até conseguirmos contactar o carro de apoio. Enquanto subia um furo lento que já me acompanhava a algum tempo obrigou-me a parar para efectuar a reparação. Entretanto chegou o carro de apoio que nos evitou, como pudémos depois comprovar, subir mais uns 6 ou 7 Km's até a Almendra, sob aquele Sol violento. Almendra dista apenas uns 10/12 Km da estação de comboios, que fica em terra de ninguém ao fundo junto ao Rio Douro.
Fomos então beber umas cervejinhas fresquinhas (maravilha) e depois tomar um banhito refrescante e revigorante.
Era então altura de ir ao "Festival Rural de Iguarias" onde bebemos bem, que a desidratação tinha sido grande e comemos melhor, não porque o desgaste tivésse sido muito, mas porque a comida era boa.
Chegou então o Domingo, segundo dia da actividade. Depois de uma noita bem dormida e após termos tomado o pequeno almoço, partimos de Figueira de Castelo Rodrigo em direção a Castelo Rodrigo. Para iniciar nada como aquela subida até ao Castelo para aquecer. E se aquecemos...
Feita a foto da praxe seguimos por belos trilhos em direcção a Vermiosa onde cheguei com um furo, fruto dos picos colectados na linha do comboio. Pouco tempo depois coube a sorte ao Cardoso, que para não ficar atrás furou simultâneamente nos dois pneus.
Depois fomos seguindo o trilho até que perto de Almofala onde entrámos no GR22 (Percurso de ligação entre as Aldeias Históricas - neste caso entre Castelo Rodrigo e Almeida) o qual pude "saborear" em 2006.
Daí e com alguma dificuldade, em certos pontos onde as marcas e os trilhos desaparecem, lá acabámos por chegar à pensão em Figueira.
Banhito tomado, rodas a caminho em direcção a Aveiro. Pelo caminho almoçámos em Almeida onde aproveitámos para fazer um passeio pela magnífica fortaleza.
No final damos por bem empregue o esforço, a dureza, o calor, a sede, as arranhadelas e escaldões e já há ideias de lá voltar para outras aventuras.

Esta actividade pôde ser acompanhada quase em directo no blog http://aventura-em-directo.blogspot.com/ - Aventura em directo, à semelhança de muitas das próximas em agenda.


27/06/2009

Multiactividade na Serra da Freita

Juntamente com os meus amigos Vicente e Cardoso fui até á Serra da Freita para fazermos Escalada e BTT.
Fomos ontem (Sexta-feira) ao final do dia e após comermos qualquer coisa dirigimo-nos até à Escola de Escalada de Cabaços e por lá ficámos quase até às 22H30. Já o Sol se tinha posto quando o Cardoso, equipado de frontal, acabava de escalar a última via.
Arrumado o material rumámos ao Parque de Campismo onde montámos a tenda e equipámo-nos para a BTT nocturna.
O bom desta actividade é que nada do que estava em ideia foi seguido na íntegra. Fomos andando e fazendo o que nos ia dando na gana.
E assim cerca das 23h15 partimos serra dentro, de frontais ligados, por trilhos de pedra solta que nos fizeram, na fase inicial empurrar a bike serra acima. Depois chegados ao topo da serra descemos até ao trilho que nos permitiu observar Arouca no fundo do vale , toda iluminada. E assim fomos seguindo durante longa parte do percurso. A noite estava estrelada, sem vento, mas bastante fria.
Cerca de 2 horas depois (1h10) chegámos ao Parque de Campismo. Feita a higiene, arrumado o material e saciado o apetite com uma sandocha era chegada a hora do descanso, que a noite já era curta.
Hoje (Sábado) levantámo-nos cedo e após um banhito para acordar, arrumámos a tenda e restante material e fomos tomar o pequeno-almoço.
A seguir regressámos às vias de escalada onde efectuámos mais uma vias, até à hora do almoço.
Dado que pretendemos ainda ir amanhã até à Redinha para escalar decidimos não fazer mais actividades para poupar o físico. Esperemos que as condições atmosféricas permitam fazê-lo.
Depois das actividades encerradas estava na hora de recompôr o estômago com uma bela posta e vitela arouquesa.

Esta actividade pôde ser acompanhada quase em directo no blog "Aventura em directo", à semelhança de muitas das próximas em agenda.




20/06/2009

Escalada na Serra da Freita

Estava desejada à algum tempo o regresso à rocha e aproveitámos este fim-de-semana para irmos até à Serra da Freita fazer umas vias.
A diversão e o gozo continua em grande mas a "ferrugem" é imensa. Agora tudo está mais difícil e a pouca agilidade e uns Kg a mais dificultam a progressão nas vias.
Apenas o Pina Jorge parece estar imune à passagem do tempo apesar das "lamúrias dos quase 60 anos". Nós os trintões e quarentões estamos em baixo de forma, pesados e com pouca agilidade.
Lufada de ar fresco foi o estreante Luís, que demonstrou que 20Kg a menos permitem mais agilidade e melhor performance. E era a primeira vez. Ainda vou ver este rapaz a abrir vias para nós escalarmos em top. Espectáculoooooo...
No final fomos espreitar o Rui a fazer Canyoning na Frecha da Mizarela e recompôr o estômago.
No próximo fim-de-semana contamos ir até à Redinha para retomar o sabor da rocha.


14/06/2009

Por terras algarvias...


Uma bela semana de férias por terras do Algarve onde aproveitei para descansar, conhecer, e fazer algumas (poucas mas boas) actividades e claro para estar com a minha filha que por lá se encontra a fazer um estágio de hotelaria (filha a trabalhar e pais de férias, inédito).
Inicialmente estava previsto fazer a Travessia em BTT pela "Via Algarviana", mas por impossibilidade de alguns elementos em estarem presentes ou por não conseguirem dispôr de toda a semana foi necessário alterar essa pretensão (embora agora essa vontade de realizar essa travessia ainda seja maior).
Assim dirigi-me mais a Natália a terras algarvias no dia 6/Jun sob fortes chuvadas e céu enegrecido. Por lá o tempo também não estava muito bom. Alguma chuva e tempo escuro e até fresco.
Aproveitámos então para visitar o que pudémos e fomos passando por lugares como, Vilamoura, Quarteira, Loulé, Vila Real de Santo António, Castro Marim, Tavira, Fuzeta, Silves e Portimão. Visitámos igrejas e castelos, e tudo o que nos pareceu interessante.
Recomendada a visita à FIESA (exposição de esculturas de Areia) perto da Guia.
Só a partir do dia 9 é que o Sol apareceu, e em força, o que me permitiu umas horas de praia e um belo banho nas águas mais quentes do Algarve.
No dia 10 juntamente com o Pedro Borges (também em férias pela zona de Albufeira) fui até à Rocha da Pena, local de escalada no Algarve, e finalmente tive a oportunidade de fazer qualquer coisa mais dinâmica e a meu gosto. Bonito local, boa rocha onde aproveitámos para matar saudades da escalada e "desenferrujar" um pouco, que já há muito que não faziamos nada do género.
Nesse dia chegou o Pedro Cardoso mais a Manuela e começámos logo a planear a actividade para o dia seguinte. Finalmente ia experimentar uma etapa da "Via Algarviana". Escolhemos a etapa 9 do percurso que liga São Bartolomeu de Messines a Silves, dado que pelo mapa passava junto a uma albufeira, o que poderia ser útil para refrescar caso o calor se mantivesse.
E assim foi, com o apoio da Natália e da Manuela que lá nos deixaram em Messines e nos recuperaram em Silves.
Bonito troço este com uma longa passagem pela albufeira e com passagem por serra, bons trilhos e alguma dureza, aumentada pelo calor que se fez sentir a partir do momento em que nos afastámos da água e entrámos numa zona de maior relevo.
Uma paisagem diferente daquela que nos habituámos a ver no Algarve turístico.
Durante os cerca de 30 km que efectuámos pudémos constatar que vale certamente a pena fazer esta via na sua totalidade.
Chegádos a Silves as nossas caras metades já nos esperavam com o reforço alimentar e líquido necessário à recuperação das forças.
O Dia 12 foi dedicado à praia e descanso, enquanto o Cardoso e a Manuela foram passear pela Serra de Monchique.
No último dia (dia 13) fomos até a Vila do Bispo e daí partimos mais uma vez pela "Via Algarviana" (14ª e última etapa do percurso) até ao Cabo de São Vicente e daí até à Fortaleza de Sagres.
Trajecto completamente diferente da etapa que tinhamos realizado em Silves, num terreno avermelhado e num final com vista para as falésias e mar de uma beleza ímpar.
Depois foi o regresso, longo, mas tranquilo até casa.
Na ideia, voltar à Rocha da Pena para Escalar e fazer a Travessia em BTT da Via Algarviana (mas noutra época do ano com temperaturas mais baixas).


Fotos nos links acima (em bold)

01/06/2009

Escalada na Freita


Depois de muito tempo sem provar a rocha eis que o Rui, o Cardoso e a Manuela se dirigiram à Serra da Freita para fazer o gosto ao dedo. No final conforme se pode comprovar pelas fotos não se trataram mal.
Infelizmente por me encontrar ausente não me pude juntar à diversão. Fica para a próxima.

03/05/2009

Marcha de Montanha na Serra do Gerês


Já há algum tempo que a ideia de fazer a Travessia de Pitões das Júnias para as Minas de Carris nos abria o apetite de meter as mochilas às costas e de colocar as botas a caminho.
Sabiamos que não era um percurso fácil e muito menos para quem não conhecia o caminho.
Este fim-de-semana surgiu finalmente a oportunidade e reunidos os voluntários (Calé, Cardoso, Amaral, Marcelino e DJ) colocámo-nos a caminho.
Chegámos a Pitões bastante tarde e partimos muito perto do meio-dia o que acabou por nos ser "fatal" nas nossas pretensões. A Orientação também não correu bem o que acabou connosco a galgar morro atrás de morro em direcção ao que pensávamos ser as minas. Chegados às supostas minas verificámos de imediato que estávamos possivelmente perto mas não no local desejado. Depois foi continuar até finalmente vermos o muro da lagoa no cimo de um penhasco. Aí decidimos acampar num prado magnífico que fica no sopé do mesmo, junto a várias linhas de água, onde esta fresca e saborosa, corre barulhenta. Montado o acampamento e efectuada a higiene pessoal era hora de começar a preparar o jantar, que devorámos com apetite, tal o desgaste do dia.
O Sol começava a desaparecer e a temperatura baixava drasticamente. Depois dos materiais arrumados, estava na altura de beber uns whiskys para aquecer e preparar para a deita. Uma noite mal dormida nas tendas e eram 6 horas da manhã, hora da alvorada. Preparámos e tomámos o pequeno-almoço, arrumámos o material e às 7h30 começámos a caminhar. Em conversa com uns Montanheiros, que também ali acampavam e que conheciam o trajecto que pretendiamos seguir, obtivémos alguns conselhos preciosos para a longa marcha que nos esperava.
Subimos a linha de água que nos permitiria abordar as Minas de Carris pelo lado da lagoa até encontrar os marcos de fronteira, depois caminhando para o lado do ponto mais alto da Serra do Gerês (Pico da Nevosa) fomos seguindo os referidos marcos fronteiriços, Km após Km, hora atrás de hora, em busca de um caminho que nunca encontrámos.
Interessante a passagem na Ourela dos Rubios, onde tivémos que improvisar para conseguir descer o penhasco, em trabalho de equipa, para descer aquelas mochilas pesadonas e depois o pessoal.
Depois foi apontar à capela de São João, ponto de referência bem ao longe, e galgar mais uns morros entre matos e tojos.
Doze horas de marcha depois chegámos doridos e cansados a Pitões das Júnias. O calor que se fez sentir quase todo o dia também ajudou no desgaste.
Para finalizar em grande um Cozido à Portuguesa no restaurante "O Preto" bem regado ajudaram a esquecer as bolhas, as dores e o cansaço.


video


Fotos DJ - (Novas Fotos)

26/04/2009

Visita a Gourim - Serra da Arada








O dia estava frio mas bonito o que nos levou, a mim e à Natália acompanhados pelos nossos cães, a dar um passeio pela Serra da Arada e a visitar a abandonada aldeia de Gourim.
A Serra coberta de urze mistura os amarelos e lilases desta planta com os verdes da restante vegetação criando assim um espectáculo de beleza única.
No local verificámos que o antigo trilho que descia para a aldeia foi recentemente transformado em estradão, o que suscitava a hipótese de haver alguma recuperação na mesma. Aquando da primeira e única visita por nós efectuada, no ano 2000, apenas uma casa se mantinha intacta estando as restantes em completa ruína.
Chegados à aldeia pudémos verificar alguns, mas poucos, sinais de recuperação e pudémos, mais uma vez, apreciar as ruínas do que em tempos deve ter sido uma aldeia rústica na qual a vida não devia ser muito fácil.
Pelo caminho passámos pelas ruínas das minas de Gourim e supomos que após a extinção destas seguiu-se o abandono da aldeia.

11/04/2009

Travessia em BTT nas Vias férreas do Dão e Vouga


Mais uma excelente actividade, onde não faltaram excelentes momentos de convívio, de belas paisagens e de trilhos para todos os gostos.
Terminou assim em grande a Travessia em BTT das extintas vias férreas do Dão e Vouga.
Aproveito aqui para agradecer o apoio prestado pelo Clube de Caça e Pesca do Rio Pavia (Parada de Gonta) pelo apoio prestado na pernoita do primeiro dia.

Esta aventura será depois inserida na página referente à BTT nas vias férreas extintas, com os mapas do trajecto, etc...


04/04/2009

BTT nas Minas do Coval da Mó



Mais um treino em BTT, e mais uma vez com partida em Sernada do Vouga. Mas para não enjoar os velhos trilhos dedicamo-nos a procurar alternativas.
Partimos então de Sernada acompanhando o Rio Caima até Igreja. Daí dirigimo-nos à capela da Srª da Luz e em seguida subimos até ao Santuário da Senhora do Socorro.
Depois a caminho do Alto dos Barreiros passámos por mais um "monumento" ao fracasso. Os restos de um enorme complexo industrial conhecido pela Fábrica Recifel que parece que em 2003 por má gestão e desvio de fundos acabou por falir (onde é que já vimos essa história?). Lá constatámos, para além da tristeza de tamanho complexo em ruínas, mais uma atentado ecológico a contaminar o Rio Caima. Os depósitos de nafta, que ninguém se lembrou de esvaziar, com o tempo começaram a perder o viscoso e poluente líquido, que agora corre para o rio. Dada a localização da fábrica e ao facto de ninguém por lá passar, passa certamente despercebido e quem tem responsabilidades na matéria nem se preocupa com isso. Certamente que depois o Rio Vouga absorve isso tudo e nós da região acabaremos por nos "deliciar" com os resultados.
Acabámos uns Km's depois a beber a cervejinha da praxe e a comer uma bifana em Ribeira de Fráguas. Daí passámos em Bosturenga e seguimos até às Minas do Coval da Mó.
Pouco resta dos vestígios de tais minas. Subimos até ao estradão que liga à Casa Florestal e daí regressámos a Sernada. No final 42 Km de bons trilhos, com boas subidas e descidas deixáram-nos moidos mas satisfeitos.
Agora a adrenalina já está no ar para a Autonomia nas lInhas do Dão e Vouga a começar na próxima 5ª Feira.

29/03/2009

Treino em Sernada do Vouga


O objectivo era fazer mais um treino, mas queriamos ao mesmo tempo procurar novos trilhos. Assim o fizémos e partimos com a ideia de chegar às Minas do Coval da Mó.
Iniciámos uma subida até junto da A25 e depois dirigimo-nos às margens do Rio Caima. Após passarmos Valmaior e na tentativa de chegar a Gavião cometemos um erro de navegação e fomos parar a Mouquim. Corrigido o erro lá nos dirigimos à pedreira e daí até Gavião.
Após Gavião e sempre a subir, voltámos a perder o Norte e numa subida longa e para nós suficientemente dura fomos parar ao estradão já nosso conhecido que liga à casa do guarda florestal. Depois e devido ao tempo perdido durante os erros de navegação e às pernas doridas decidimos regressar a Sernada.
As Minas terão que ficar para a próxima.

21/03/2009

Travessia BTT Serra da Freita-Paradela do Vouga

Estava planeada já hà algum tempo uma Travessia em BTT desde a Serra da Freita até a Paradela do Vouga. Finalmente surgiu a oportunidade e com o apoio das nossas caras metade conseguimos concretizar a actividade.
O tempo esteve magnífico e lá rumámos todos, bem cedo, para o Meruzal. Para a BTT (Calé, Cardoso, Daniel (DJ) e Vicente) e no Apoio (Natália, Manuela, Andreia e Inês).
Chegádos à Freita preparámos o material e iniciámos a pedalada em direcção a Albergaria da Serra, daí partimos para a subida da Costa da Castanheira e passagem pela Aldeia das Pedras Parideiras.
A descida técnica para a Felgueira proporcionou o primeiro vôo do DJ, daí resultando uma t-shirt rasgada, vários arranhões e contusões e uma bike ligeiramente "empenada". Depois dos curativos lá seguimos viagem.
Aos poucos e por trilhos de bom nível fomos andando em direcção à Serra do Arestal, para os lados de Sever do Vouga.
Acabámos a beber uma cervejinha na Srª da Saúde. Depois penámos um pouco até à capela de São Tiago donde procurámos chegar aos trilhos de Sernada.
Apenas por uma vez andámos em busca dos trilhos que queriamos, de resto a orientação correu bastante bem. Os trilhos também foram bastante bons e os Km's em alcatrão foram muito poucos e normalmente apenas em algumas aldeias nos pontos de ligação entre trilhos. No entanto ainda tivémos tempo de ver o segundo vôo do DJ. É caso para dizer que o rapaz tem "queda" para a BTT.
Chegádos aos trilhos de Sernada foi descer até à casa do Guarda e daí até à ciclovia. Depois foi percorrer a extinta linha de comboio até a Paradela.
Enquanto pedalávamos o pessoal do apoio trazia as viaturas até Sever do Vouga onde também passaram um bom bocado em visitas turísticas e gastronómicas, tendo-nos depois recuperado junto à antiga estação de comboios de Paradela.
No final foi mais um dia bem passado e mais uma excelente actividade.
video

15/03/2009

BTT na Serra do Ladário


Já tinhamos ouvido falar na Serra do Ladário e lido relatos em blogs de outros Betetistas que nos despertaram a curiosidade. Hoje decidimos pegar nas cartas militares e navegar pelos trilhos desta serra situada à "porta de casa".
Partimos de Paradela do Vouga pela antiga ciclovia até Cedrim e daí iniciámos uma interminável subida até a povoação do Ladário e depois até à Albufeira da Vessada do Salgueiro. Pelo caminho teve momentos em que usufruimos de uma bela vista sobre o vale do Rio Vouga. Bonito de se ver.
Pena não termos encontrado a via romana de Cedrim, mas na próxima vez talvez tenhamos mais sorte.
Pelo caminho "perdemos" o Cardoso, mas lá o voltámos a encontrar na albufeira.
Depois foi sempre a descer e a acelerar até regressarmos a Paradela.
Ficou-nos a sensação de que esta serra tem mais para explorar. Voltaremos lá em breve.

08/03/2009

Por trilhos da Quinta do Convento em Marialva

Estava prevista a realização de uma BTT pelos trilhos de Marialva, mas a poucas horas da partida uma mazela no meu ombro direito, que quase me paralisou por completo o braço, ia deitando tudo a perder. Em cima da hora resolvi mudar a actividade de BTT para uma caminhada e com a concordância dos restantes elementos lá seguimos para a zona prevista.
Iamos preparados para frio e chuva e acabámos por aproveitar um excelente dia de Sol e calor.
Assim os cinco (Calé, Natália, Cardoso, Manuela e Vicente) fielmente acompanhados por uma cadela da aldeia lá efectuámos o percurso da "Quinta do Convento".
O percurso não é dos melhores que já fizémos e acho mesmo que esta zona apesar de excelente para BTT é pouco interessante para Pedestrianismo. No entanto o percurso não deixou de ter alguns motivos interessantes, entre os quais a passagem pelas ruínas do Convento.
Seguindo a descrição do percurso constante nos livros do Inatel (Carta de Lazer das Aldeias Históricas), consegue-se realizar o percurso, mas o recurso a uma carta militar pode evitar alguns dissabores e permite mesmo cortar um pouco do trajecto, se houver essa intenção, dado que ainda é longo (O mapa e as descrições irão depois constar na página que está em construção sobre as Aldeias Históricas).
A visita a Marialva (parte antiga) é sempre interessante e recomendada pela beleza da aldeia na sua parte muralhada.
No final acabámos por visitar outra das Aldeias Históricas (Trancoso) não por motivos
patrimoniais, históricos nem arquitéctónicos mas sim porque decorria a Feira dos Enchidos e Sabores.
O resto nem vou contar...











Fotos do passeio