Ao chegarmos ao São Macário o nevoeiro não deixava ver grande coisa obrigando-nos a cuidados redobrados na estrada. Na descida para a Pena o nevoeiro aliviou, melhorando imenso a visibilidade, mas caíam alguns pingos de chuva.
Equipámos a rigor e seguimos em direcção a aldeia.
Pretendíamos chegar a Covas do Monte mas não tínhamos grandes referências sobre o caminho, sendo a maior a linha de alta tensão.
Após atravessar a aldeia subimos pelo trilho até junto da referida linha e aí perdemos o caminho. Após algumas tentativas de encontrar o trilho decidimos seguir na direcção da linha, iniciando a descida à linha de água. Descemos fora de trilho, por pedras soltas e húmidas até atravessarmos a ribeira.
Uma vez no trilho chegámos com facilidade à estrada que leva a Covas do Monte e, evitando esta, descemos por trilhos pedregosos até à aldeia.
Bebemos um cervejinha acompanhada de presunto e paio, visitámos a aldeia e regressámos, agora em subida acentuada, a
O tempo continuava cinzento e a chuva, embora não constante continuava a cair.
Regressámos ao trilho que ligava à Pena e percorremos desta vez a parte que não tínhamos encontrado na manhã e pudemos constatar a grande estafa que tínhamos levado na primeira parte do percurso.
Chegámos à aldeia da Pena sob chuva abundante e fresca.
Após mudarmos as roupas molhadas fomos até ao restaurante da aldeia onde retemperámos as forças com algumas boas iguarias.




























































