Serra da Arada - De Regoufe a Drave
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15/10/2017
Serra de São Macário: Da Pena a Covas do Monte
Foi a mais concorrida actividade dos últimos tempos, com a
presença de 24 caminhantes, vindos de Aveiro, Porto, Ovar e Lourosa.
Este percurso tinha sido percorrido, na última vez, em Novembro de
2015 e por isso sabíamos bem qual a dificuldade que iriamos encontrar. Preocupava-nos o facto do grupo ser tão grande o que normalmente leva a diversos problemas.
Iniciámos o percurso no sentido na bonita aldeia da Pena seguindo na direcção de Covas do Rio, seguindo o percurso conhecido pelo "caminho onde o morto matou o vivo”.
A descida, íngreme, pelas margens da Ribeira da Pena,
continua a ser desafiante e bastante interessante. Infelizmente e à semelhança de todo o país, devido à seca, a ribeira tinha pouca água.
Depois de percorrermos a povoação iniciámos a difícil subida em direcção à aldeia da Pena. O calor
apertava e a subida fez mossa em diversos elementos que resolveram, por bem, regressar a Covas do Monte e aí aguardar. O almoço estava marcado na antiga escola de Covas do Monte, agora restaurante, pelo que no regresso reuniamo-nos lá.
Passámos perto do trilho que leva às paredes de escalada e
combinámos que lá iríamos voltar mais cedo ou mais tarde.
Já na Pena metemo-nos nos carros e dirigimo-nos à
escola/restaurante de Covas do Monte onde, para além dos companheiros que por lá aguardavam, encontrámos um belo dum cabrito e uns bifes que nos deliciaram.
Excelente jornada esta partilhada com um grupo de gente em muito boa forma!
16/02/2014
De Silveiras a Meitriz
Hoje aproveitámos o bom tempo que se fez sentir e fomos de novo para a Serra da Arada e Serra de São Macário.
Como parte da preparação para a "Travessia da Serra da Estrela" decidimos fazer a ligação entre Silveiras e Meitriz, passando por Cortegaça e depois regressar pelo mesmo caminho.
Durante três horas e meia de andamento contínuo, eu, o Francisco e o Cardoso percorremos os 11 quilómetros e qualquer coisa do percurso. Pelo caminho o coração foi batendo desenfreadamente, tal o desnível, mas com calma e passo determinado todos fizeram o percurso, com algum à vontade, apesar de se ter transpirado e arfado bastante.
O desnível entre o ponto mais alto e o mais baixo é de cerca de 500 metros e ao longo do percurso praticamente só se sobe e se desce.
Durante três horas e meia de andamento contínuo, eu, o Francisco e o Cardoso percorremos os 11 quilómetros e qualquer coisa do percurso. Pelo caminho o coração foi batendo desenfreadamente, tal o desnível, mas com calma e passo determinado todos fizeram o percurso, com algum à vontade, apesar de se ter transpirado e arfado bastante.
O final foi em Moldes na malga de dobradinha ou na malga da sopa da pedra, iguarias já da nossa preferência.
02/02/2014
Pelo Alto das Tormentas - Serra de São Macário
Hoje fomos até às Serras da Arada e de São Macário para procurar velhos trilhos na zona do Alto das Tormentas.
Pelo caminho, nos pontos mais altos da Serra da Arada, o gelo branqueava a paisagem.
Tentámos encontrar a passagem sobre uma ribeira, mas tal não foi possível. Mais tarde apesar de vermos o trilho do outro lado da mesma, lá chegar seria uma tarefa muito complicada. Mesmo que tal tivessemos conseguido não havia também a garantia que o trilho não desapareceria a seguir por entre giestas, tojo e silvas.
Demo-nos por vencidos regressando a Janarde, tarefa essa também não facilitada pelo mato.
Em Janarde seguimos na direcção de Cortegaça, subindo a encosta, primeiro por um trilho também com bastante mato, mas que permitia o andamento. Posteriormente seguimos por estradão e a subida é suficientemente íngreme para fazer arfar. A paisagem sobre Meitriz e para o Rio Paiva é bastante bonita.
Durante a descida desviámos para o Alto das Tormentas descendo depois por um caminho bastante degradado para Janarde, dando por terminada mais uma actividade.
Apesar de não conseguirmos caminhar pelos velhos trilhos, e o mato nos ter deixado algumas marcas pelo corpo, o dia foi bastante agradável.
15/09/2013
Serra de São Macário: Escalada na Pena
Hoje fomos até à Serra de São Macário para fazer escalada nas vias da Pena.
O grupo constituído por mim, pelo Pina Jorge, Francisco, DJ e Bruno lá carregou as tralhas serra acima, até chegar às vias.
Pessoalmente foi a primeira vez que vim à Pena para escalar. Apesar de saber que existia esta escola de escalada não sabia ao certo onde ficavam as vias. E foi com agradável surpresa que constatei que o local é fantástico, com uma paisagem maravilhosa e com umas vias muito interessantes.
A vontade de lá voltar é muita e a de voltar a fazer algumas das vias e experimentar outras novas é imensa.
Um dia muito bem passado nesta magnífica serra e neste local de escalada.
08/09/2013
Na Serra de São Macário
Assim partimos cedo para a aldeia da Pena e de lá percorremos o trilho "onde o morto matou o vivo" até Covas do Rio. De Covas do Rio seguimos até ao lugar de Serraco, subindo depois a serra na direcção de Covas do Monte.
Este acompanhava o traçado do novo estradão, mas numa cota superior. Assim saímos da terra batida para a pedra, facto que não nos arrependemos minimamente.
O trilho acabou às portas de Covas do Monte, onde lá tivemos que voltar ao dito estradão, felizmente na sua parte final.
Penámos depois durante a subida pela íngreme encosta, em corta-mato, evitando sempre que possível a estrada.
Confesso que a subida me deixou abalado. Quando cheguei à estrada junto ao início do trilho para a Pena só me apetecia era acabar por ali.
No final e como não podia deixar de ser ao Domingo, a passagem obrigatória por Moldes para a malga de dobrada ou de sopa da pedra e o branquinho fresquinho.
Aí já nenhum de nós se voltou a lembrar da tal subida...
26/03/2011
Da Pena a Covas do Monte
Ao chegarmos ao São Macário o nevoeiro não deixava ver grande coisa obrigando-nos a cuidados redobrados na estrada. Na descida para a Pena o nevoeiro aliviou, melhorando imenso a visibilidade, mas caíam alguns pingos de chuva.
Equipámos a rigor e seguimos em direcção a aldeia.
Pretendíamos chegar a Covas do Monte mas não tínhamos grandes referências sobre o caminho, sendo a maior a linha de alta tensão.
Após atravessar a aldeia subimos pelo trilho até junto da referida linha e aí perdemos o caminho. Após algumas tentativas de encontrar o trilho decidimos seguir na direcção da linha, iniciando a descida à linha de água. Descemos fora de trilho, por pedras soltas e húmidas até atravessarmos a ribeira.
Depois da ribeira iniciámos a subida por um aparente trilho que, em breve, nos expunha à vertente escarpada e que nos obrigou a subir de forma bastante física até que, muito depois, chegámos ao trilho que deveríamos ter encontrado bem lá em cima.
Uma vez no trilho chegámos com facilidade à estrada que leva a Covas do Monte e, evitando esta, descemos por trilhos pedregosos até à aldeia.
Bebemos um cervejinha acompanhada de presunto e paio, visitámos a aldeia e regressámos, agora em subida acentuada, a
té à estrada. A subida fez bater os corações e suar um bocado.
O tempo continuava cinzento e a chuva, embora não constante continuava a cair.
Regressámos ao trilho que ligava à Pena e percorremos desta vez a parte que não tínhamos encontrado na manhã e pudemos constatar a grande estafa que tínhamos levado na primeira parte do percurso.
Chegámos à aldeia da Pena sob chuva abundante e fresca.
Após mudarmos as roupas molhadas fomos até ao restaurante da aldeia onde retemperámos as forças com algumas boas iguarias.
Uma vez no trilho chegámos com facilidade à estrada que leva a Covas do Monte e, evitando esta, descemos por trilhos pedregosos até à aldeia.
Bebemos um cervejinha acompanhada de presunto e paio, visitámos a aldeia e regressámos, agora em subida acentuada, a
O tempo continuava cinzento e a chuva, embora não constante continuava a cair.
Regressámos ao trilho que ligava à Pena e percorremos desta vez a parte que não tínhamos encontrado na manhã e pudemos constatar a grande estafa que tínhamos levado na primeira parte do percurso.
Chegámos à aldeia da Pena sob chuva abundante e fresca.
Após mudarmos as roupas molhadas fomos até ao restaurante da aldeia onde retemperámos as forças com algumas boas iguarias.
















