Serra da Arada - De Regoufe a Drave
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09/12/2015
Escalando na Redinha
Este domingo, um belo dia primaveril em Dezembro, fomos
recordar as vias de escalada da Redinha, Serra de Sicó. Ao grupo, composto pelo Pina Jorge, o Francisco e o DJ, juntaram-se a Sílvia e a
Carla que optaram antes por fazer BTT num dos trilhos do Vale dos Poios.
Apenas o Pina Jorge continua a ser o
“Grande Mestre”, apesar de, em vias acima do V grau, as coisas não terem sido muito
fáceis.
Novamente juntos, após a Sílvia e a Carla terem terminado a BTT, fomos até à Mealhada para outro desafio ousado e nada fácil. No entanto, também demos bem conta do recado.
18/03/2015
Escalada nas Fragas do Castelo em Valongo
Após as primeiras tentativas de fazer umas vias ficou provado que a falta de atividades de escalada e de treino específico contribuíram para o fraco sucesso obtido. Apenas o Borges conseguiu algum êxito, fazendo a abrir as vias “Salto de Cavalo” e “Aresta de Placa”. Aproveitou-se depois o top desta via para se escalar a via “Chaminé”.
Durante a atividade apareceu um escalador, sozinho, que escalou as vias todas, com grande facilidade, enquanto nós penávamos para cumprir os mínimos.
Decorria também na zona a 3ª edição dos “Trilhos do Paleozoico” pelo que, durante mais de uma hora, devem ter passado por nós umas centenas de pessoas. Esta atividade tinha vários níveis de dificuldade – Ultra Trilhos (48 Km), Trilhos (23 Km), Mini Trilhos (12 Km) e Trilho dos Pequeninos.
Mais uma vez esta deslocação serviu para nos demonstrar que muito tempo sem escalar não ajuda muito nas performances obtidas, deixando-nos os níveis de motivação e de satisfação muito baixos.
05/10/2014
Escalada na Aldeia da Pena - São Macário
Já há algum tempo prometida e na semana passada adiada por razões meteorológicas, realizou-se neste sábado a ida às Vias da Pena para efectuar uma escalada.
Nós os participantes, Pina Jorge, Francisco, DJ e Bruno estávamos "mortinhos" por retomar uma modalidade que já não praticávamos há uns largos meses.
Depois de verificados os materiais a levar, para não termos que carregar material a mais, uma vez que o caminho até às vias ainda é um pouco “inclinado”, lá iniciámos a subida às paredes de escalada. Mal lá chegámos, equipámos e iniciámos a escalada nas vias mais fáceis, Fizemos assim o aquecimento necessário.
Procurámos depois 2 vias um pouco mais exigentes que demoraram algum tempo a ser "conquistadas".
Após tanto esforço o relógio biológico começou a dar indícios de que estava na hora doutra actividade, não menos importante e aliciante. O local escolhido para a concretizar foi o restaurante local, onde nos deliciámos com um cabrito assado bem acompanhado de arroz de feijão.
O repasto e a boa camaradagem, deixaram todos os presentes bem-dispostos e a prometer que não falhariam à próxima actividade na Serra do Açor e ainda à tão falada "Ruta de los Tuneles". Estamos já a planear estas actividades para o chamado Verão de São Martinho.
15/09/2013
Serra de São Macário: Escalada na Pena
Hoje fomos até à Serra de São Macário para fazer escalada nas vias da Pena.
O grupo constituído por mim, pelo Pina Jorge, Francisco, DJ e Bruno lá carregou as tralhas serra acima, até chegar às vias.
Pessoalmente foi a primeira vez que vim à Pena para escalar. Apesar de saber que existia esta escola de escalada não sabia ao certo onde ficavam as vias. E foi com agradável surpresa que constatei que o local é fantástico, com uma paisagem maravilhosa e com umas vias muito interessantes.
A vontade de lá voltar é muita e a de voltar a fazer algumas das vias e experimentar outras novas é imensa.
Um dia muito bem passado nesta magnífica serra e neste local de escalada.
07/07/2013
Com um grupo pela Serra da Freita
Ontem foi dia de conduzir um grupo de amigos do trabalho e familiares por uma caminhada ao longo da Serra da Freita.
Iniciámos o percurso junto à aldeia de Albergaria da Serra, junto ao Rio Caima, na direcção da Portela da Anta. Daí seguimos até à aldeia da Castanheira onde pudemos observar o fenómeno das 'Pedras Parideiras'.
Partimos de seguida na direcção da Frecha da Mizarela, passando em zona mais escarpada e com vistas espectaculares.
À passagem pela zona de escalada de Cabaços de Baixo alguns elementos do espirito-de-aventura (Pina Jorge, Amaral e DJ) esperavam-nos para permitir a iniciação à escalada, a quem quisesse experimentar.
Nesta fase o calor apertava, mas mesmo assim diversos elementos do grupo experimentaram a adrenalina de subir por uma parede de rocha apenas suspensos por uma corda.
O calor tornou impossível ficar na escalada por mais tempo, pelo que continuámos a caminhada até ao Rio Caima onde, as suas águas frescas deliciaram os caminheiros. A chegada foi na hora certa pois os aventureiros já apresentavam algumas dificuldades físicas devido à temperatura elevada.
Depois de refrescados foi caminhar um pouco até a Albergaria da Serra e retemperar as forças com as iguarias que cada um levou. O local escolhido para o pic-nic foi mesmo o coreto da aldeia, onde a sombra nos protegeu do Sol abrasador.
30/06/2013
Escalada na Serra da Freita
Prestados os primeiros socorros e tratada a ferida lá iniciámos a escalada no Sector Cabaços de Cima.
Pessoalmente gosto bastante mais destas vias que das do sector de baixo.
Fomos fazendo as diversas vias até o calor apertar e as forças começarem a falhar.
Apesar do mau início saímos satisfeitos.
23/06/2013
Escalada no Caramulo
Um dos melhores dias deste ano, em termos climatéricos e de temperatura, teve que ser aproveitado para iniciar a época da escalada. Como não pude ir na semana passada à Serra da Freita fui esta semana à Serra do Caramulo.
Acompanhado do Francisco, Mariana e Vicente lá fomos até ao Caramulinho, para fazer poucas mas divertidas vias de escalada.
No final, muitas dores musculares, muitas arranhadelas, mas muita diversão e prazer em voltar a esta actividade. Esperamos voltar em breve a escalar estas ou outras paredes por aí.
16/06/2013
Escalada na Serra da Freita
Hoje parte do grupo aproveitou para conviver enquanto saboreava o retorno à escalada lá pelas rochas da Serra da Freita.
É bom ver que começam a sair do casulo, falta saber se é coisa para durar. Pela cara deles a diversão foi grande e na foto até aparecem com pose de verdadeiros escaladores ':)))' .
Na próxima espero também lá estar.
09/08/2012
Escalada no Caramulo
Após diversas caminhadas e marchas já estávamos com algumas saudades de fazer uma actividade de Escalada.
Decidimos ir até ao Caramulo para apurar o estado da "Nação" escaladora, após tanto tempo sem ir à rocha.
Assim o grupo constituído por mim, Pina Jorge, Francisco, Cardoso, Bruno e DJ, iniciou a escalada nas vias mais fáceis, onde o pessoal, menos experiente, recordou como se fazia uma via a abrir.
Até aí a coisa correu bem, depois quando se chegou a vias um pouco mais complicadas já a coisa não foi tão fácil. Mas com mais ou menos luta lá se foram cumprindo os objectivos. Ainda deu para "brincar" em duas vias de graus acima das nossas habilidades, o que é sempre interessante.
No final o que interessava estava realizado e todos estavam satisfeitos e com vontade de repetir. Mais um dia de diversão, bom convívio e de regresso à escalada.
16/07/2012
De Covelo de Paivô a Regoufe e regresso à aventura
Partimos, eu, o Vicente e o Cardoso, ontem a meio da tarde para a Serra da Freita para acampar no Parque de Campismo da Mizarela.
Quando chegámos o céu estava um bocado encoberto e o vento que se fazia sentir era forte e frio.
Optámos então por fazer uma pequena escalada junto ao Parque de Campismo.
Apenas fizemos o gosto ao dedo e regressámos ao parque para jantar.
Depois tentámos descansar um bocado no bugalow que alugámos.
De manhã preparámos as coisas e fomos até Arouca para nos encontrarmos como restantes elementos do grupo, Pina Jorge, Francisco e Amaral que trazia um amigo, o Luís, para experimentar as nossas caminhadas.
O objectivo desta aventura era fazer o trilho que liga Covelo de Paivô a Regoufe e regressar do outro lado da Ribeira de Regoufe até ao Rio Paivô e, pelo leito deste, regressar a Covelo.
A primeira parte decorreu sem qualquer problema por este belo trilho de antigas lajes, até à povoação de Regoufe. O trilho é muito paisagístico e proporciona momentos de grande beleza. O percurso está completamente marcado com a sinalética dos percursos pedestres.
O dia estava quente e quando chegámos a Regoufe ainda tentámos ir até à tasca, mas a mesma encontra-se em obras e, talvez por isso, estava fechada. Desilusão.
Agora vinha a parte de improviso que trazia a emoção do desconhecido. Passámos a Ribeira de Regoufe para o outro lado, através de umas poldras sobre um leito quase seco. Não muito depois começaram os problemas. Não foi fácil encontrar o antigo caminho que nos levaria ao Rio Paivô.
Perdemos uns bons minutos em campos lavrados de que não me lembro num passado recente, para depois, numa busca mais cuidada, descobrir o velho trilho meio escondido em ervas altas e muito pouco visível a quem não fosse com muita atenção.
Seguimos por ele, atravessando algumas zonas de tojo até o mesmo desaparecer. O rio estava lá em baixo mas o mato e a inclinação do terreno prometia dificuldades acrescidas. Seguimos a linha de cumeada mas em breve estávamos entre matos cerrados e com falésias nas proximidades.
Perdemos muito tempo na escolha do caminho, com dificuldades várias, escorregadelas, muitos picos cravados, algumas zonas perigosas para quem tivesse o azar de escorregar e muito esforço físico para conseguir ultrapassar os obstáculos. Ao fim de muito tempo percorrido, ora para um lado, ora para outro, lá conseguimos chegar ao rio junto a um velho moinho de água.
Finalmente estávamos no rio e na água. Já conhecemos o Rio Paivô de outras aventuras, mas deste ponto para a frente desconhecíamos o que nos esperava. Protegemos os equipamentos fotográficos e outros em saco estanque e, por esse motivo, esta parte não tem grande documentação fotográfica. E lá entrámos no rio.
Umas vezes dentro de água, outras pelas rochas, fomos progredindo lentamente e com muito desgaste físico, dentro do rio. Estas aventuras carecem do máximo de cuidado. As rochas são escorregadias, as botas vão molhadas e qualquer queda pode causar lesões graves, e o local não é de fácil acesso a socorro.
Por isso fomos caminhando, nadando e saltando de rocha em rocha com o máximo de atenção e cuidado, não fosse o Diabo tecê-las. A marcha era lenta mas o desgaste físico era elevado, assim como a tensão que cada um sofre ao saltar nas pedras, a "escalar" algumas rochas e a andar dentro de água sem escorregar.
Mas tudo corria bem até nos surgir uma cascata cuja transposição não se tornou muito fácil. As botas molhadas da maioria dos elementos e algum desconforto pelas alturas começaram a minar a confiança de alguns elementos.
Felizmente o nosso "alpinista" Amaral tinha um corda de 8mm, com uns 30 metros de comprimento, que nos valeu para ultrapassar o obstáculo. Perdemos muito tempo a arranjar uma solução que garantisse a segurança da descida a todos os elementos, uma vez que não havia nem arneses, oitos nem outro equipamento que teria dado jeito, mas a improvisação permitiu que todos descessem em segurança e se recuperasse a corda sem perda de material.
Ultrapassado o obstáculo continuámos a descer o Rio, entre saltos sobre as rochas e caminhada por dentro de água até encontrarmos o caminho de saída do mesmo. Foi um alívio, dado que já íamos bem cansados e com alguma apreensão, não fosse aparecer algum obstáculo mais complicado de ultrapassar.
Seguimos então esse trilho até Covelo de Paivô, local onde tínhamos os carros à espera.
Parámos depois em Moldes para beber, pois havia gente bastante desidratada, e comer uns petiscos. Saímos de lá já bem hidratados e bem cheios. Estas aventuras desgastam muito e implicam depois uma dose de sacrifício gastronómico extra para compensar.
Na próxima, porque certamente haverá próxima, já não cometeremos os mesmos erros de palmatória e consoante o tipo de aventura prevista carregaremos o material adequado.
02/04/2012
Escalada na Aldeia da Pena
06/11/2011
Ainda há muito para Escalar no Caramulo...
No entanto o bom tempo que se fez sentir na tarde de ontem e confirmada hoje de manhã (Domingo) fez-nos rumar até ao Caramulo para enfrentarmos mais uns desafios nas vias de Escalada do Caramulinho.
Eu, o DJ, Bruno e Francisco lá equipámos e começámos por umas vias fáceis para aquecer. Depois fui abrir a via da chaminé, conforme tinha prometido a mim mesmo na última visita ao local. Confesso que me deu mais luta do que esperava, mas lá consegui. Seguiram-se os companheiros de cordada.

Aproveitámos o facto do top estar montado para nos divertirmos numa via ao lado, um 6b+ (salvo erro). Claro que foi mesmo apenas para diversão e para passar uns momentos bem interessantes na via.
Acabámos num V+ interessante onde a fase inicial e a final deram muitas dores de cabeça aos meus parceiros de aventura.
Saímos das rochas já o frio tinha tomado conta da zona e regressámos cansados mas bem satisfeitos a casa.
Eu, o DJ, Bruno e Francisco lá equipámos e começámos por umas vias fáceis para aquecer. Depois fui abrir a via da chaminé, conforme tinha prometido a mim mesmo na última visita ao local. Confesso que me deu mais luta do que esperava, mas lá consegui. Seguiram-se os companheiros de cordada.
Aproveitámos o facto do top estar montado para nos divertirmos numa via ao lado, um 6b+ (salvo erro). Claro que foi mesmo apenas para diversão e para passar uns momentos bem interessantes na via.
Acabámos num V+ interessante onde a fase inicial e a final deram muitas dores de cabeça aos meus parceiros de aventura.
Saímos das rochas já o frio tinha tomado conta da zona e regressámos cansados mas bem satisfeitos a casa.
08/10/2011
De volta às rochas do Caramulo
Depois de provarmos a rocha do Caramulo e de termos gostado bastante decidimos lá
Quando chegámos, eu, DJ e Cardoso, estava vento e frio. O Sol estava escondido por detrás do Caramulinho e as paredes estavam frias também.
Iniciámos nos terceiros graus para aquecer e rodar o pessoal menos rotinado e aqueles que estão a precisar de uma boa dose de "desengorduramento" (e recuso-me a dizer nomes, eheheh).
Seguimos depois para o IV grau, feito também com alguma tranquilidade por todos e em seguida decidi gastar energias no 6b que partilha o top com o quarto grau. Melhorei qualquer coisa em relação à primeira tentativa, mas fiquei pela tentativa (na próxima lá voltarei à carga).
Depois começou a melhor parte do dia. Fomos à procura de um V+, diferente do que tinha feito na quarta-feira, e demos por nós a discutir se era este, se era aquele, até decidirmos a via que aparentava ser o dito V+.
São todas fáceis, quando estamos com os pés no chão...
Como já tinha passado a reunião da via ao lado segui em direcção ao top de outra via que estava relativamente acessível. Nada como desenrascar.
Desequipei a via e desci para junto dos meus companheiros, não sem antes viver alguns bons momentos de adrenalina para sair do "aperto".
A mesma fica numa fenda larga, semelhante a uma chaminé, e atraiu-me logo. Decidi aproveitar ter a corda em top e experimentar esta "chaminé" para ver como me desenrascava neste tipo de escalada.
E lá fui via acima até ao top, sem grandes problemas, mas com alguma luta. O DJ seguiu-me na tentativa e também conseguiu lá chegar. Esta é via para abrir na próxima ida à serra.
Acabámos depois a comer um cabritito na povoação que serviu para retemperar as forças.
05/10/2011
Escalada no Caramulinho (Serra do Caramulo)

Aproveitando o feriado e um belo dia de Sol e calor rumámos até ao Caramulo.
Já sabia que existiam vias desportivas no Caramulinho de graus elevados, mas a semana passada o Bruno fez-me chegar um croqui mais actualizado com 32 vias de escalada, entre o III e o 7a graus.
Por isso decidi ir lá espreitar e tentar algumas vias.
Tendo por companhia o Bruno e o DJ seguimos cedo para esta bonita serra e começámos pelos III graus. Três vias excelentes para a iniciação, duas equipadas e uma apenas com top, serviram para aquecer. Aproveitei o facto para fazer com que ambos os companheiros abrissem a sua primeira via, uma vez que até agora apenas escalaram em top-rope.
Aproveitei ainda para os rotinar no "fazer a segurança" a terceiros e depois para lhes ministrar alguma formação na parte de desequipamento da via.
Passámos depois para um IV grau onde a dificuldade aumentou ligeiramente, em relação às vias anteriores, e ainda tentámos em top-rope escalar uma via 6b. Não correu bem a tentativa, mas gostámos de a tentar.
Subimos depois em busca de outras vias e fizemos o primeiro largo de uma via V+/6a+, tendo eu ainda tentado ultrapassar o tecto que dá inicio ao segundo largo, o 6a+, mas sem sucesso.
Demos por finalizada a actividade, bem satisfeitos com a zona, com as vias e com muita vontade de lá regressar em breve.
Já sabia que existiam vias desportivas no Caramulinho de graus elevados, mas a semana passada o Bruno fez-me chegar um croqui mais actualizado com 32 vias de escalada, entre o III e o 7a graus.
Por isso decidi ir lá espreitar e tentar algumas vias.Tendo por companhia o Bruno e o DJ seguimos cedo para esta bonita serra e começámos pelos III graus. Três vias excelentes para a iniciação, duas equipadas e uma apenas com top, serviram para aquecer. Aproveitei o facto para fazer com que ambos os companheiros abrissem a sua primeira via, uma vez que até agora apenas escalaram em top-rope.
Aproveitei ainda para os rotinar no "fazer a segurança" a terceiros e depois para lhes ministrar alguma formação na parte de desequipamento da via.Passámos depois para um IV grau onde a dificuldade aumentou ligeiramente, em relação às vias anteriores, e ainda tentámos em top-rope escalar uma via 6b. Não correu bem a tentativa, mas gostámos de a tentar.
Subimos depois em busca de outras vias e fizemos o primeiro largo de uma via V+/6a+, tendo eu ainda tentado ultrapassar o tecto que dá inicio ao segundo largo, o 6a+, mas sem sucesso.
Demos por finalizada a actividade, bem satisfeitos com a zona, com as vias e com muita vontade de lá regressar em breve.
18/09/2011
Encontro de Espíritos
Este fim-de-semana grande parte dos elementos do espírito-de-aventura reuniram-se para conviver, realizar algumas actividades e começar a calendarizar actividades para realizar até ao final deste ano e em 2012.
A concentração foi no Parque de Campismo da Fraguinha, na Serra da Arada, na sexta-feira à noite.
Os últimos elementos chegaram perto das 22 horas e após fazerem o check-in do parque iniciaram a montagem das tendas.
Eram 23 horas quando os seis elementos presentes (Borges, Rui, Bruno, Calé, DJ e Amaral) iniciaram a caminhada pelo Trilho das Bétulas em direcção a Póvoa das Leiras.
Chegados à entrada da povoação desviaram para o Trilhos dos Incas.
A intenção era percorrer a parte de cima deste trilho que une a povoação ao alto da Cota, junto ao Parque eólico.
Calmamente fomos subindo a serra, pelo trilho de lajes. A noite estava quente e a lua iluminava a serra permitindo, em alguns momentos, caminhar de frontais apagados.
Chegados às eólicas iniciámos a descida para o Parque de Campismo, descendo a encosta da serra.
Eram 2 da manhã quando entrámos no parque. Após efectuarmos a higiene pessoal alguns de nós estivemos a recompor o estômago antes de dormir.
No Sábado de manhã o dia estava maravilhoso. Sol e calor era o que nos esperava para a caminhada do dia. Às 9 horas chegaram o Francisco e o Pina Jorge e partimos para a actividade do dia.
Subimos até ao parque eólico que fica por cima do parque e depois apanhámos o antigo trilho que nos levou até às Minas de Chãs.
Descemos então até ao Candal, através de um longo trilho, atravessando depois a povoação na qual entrámos no Trilho das Bétulas.
Primeiro descemos até à linha de água, atravessando a mesma por uma ponte e depois subimos, sob calor, até à Póvoa das Leiras onde refrescámos as goelas com umas cervejas geladinhas.
Continuámos a subida, primeiro por estrada e depois por parte do trilho que tínhamos percorrido na noite anterior.
Levámos umas 5 horas a percorrer o caminho até chegarmos de novo ao parque de campismo.
Após o banho e uns momentos de descanso chegaram mais dois elementos do grupo, muito desejados, porque eram eles que traziam as cervejas geladinhas que tanto ambicionávamos.
Dirigimo-nos pouco depois para a zona das churrasqueiras e deu-se início ao convívio gastronómico.
Quase todos tinham trazido qualquer coisa para comer e/ou beber e depois de grelhadas as febras, as entremeadas e o frango, deu-se início à comezaina.
Comeu-se muito e bem, bolinhos deste, petiscos daquele, muita cerveja, vinho e algumas bebidas espirituosas, que deixaram alguns espíritos a flutuar pela Fraguinha.
No Domingo após desmontarmos o acampamento fomos para a escola de Escalada de Cabaços para encadearmos algumas vias.
O dia decorreu tranquilo com quase todos os elementos a saborear em pleno esta actividade.
Claro que o encontro não podia acabar sem o tradicional almoço final.
Na realidade, as actividades foram agradáveis e correram muito bem, mas a programação e planeamento de actividades nem por isso, mas também com tanto que comer e beber, e com estes espíritos difíceis de domar já se previa.
Ficou no entanto a subida da Garganta de Loriga para Novembro e a mesma subida mas com neve, em Fevereiro, parece que começa a ter pernas para andar.
A concentração foi no Parque de Campismo da Fraguinha, na Serra da Arada, na sexta-feira à noite.
Os últimos elementos chegaram perto das 22 horas e após fazerem o check-in do parque iniciaram a montagem das tendas.
Chegados à entrada da povoação desviaram para o Trilhos dos Incas.
A intenção era percorrer a parte de cima deste trilho que une a povoação ao alto da Cota, junto ao Parque eólico.
Chegados às eólicas iniciámos a descida para o Parque de Campismo, descendo a encosta da serra.
Eram 2 da manhã quando entrámos no parque. Após efectuarmos a higiene pessoal alguns de nós estivemos a recompor o estômago antes de dormir.
No Sábado de manhã o dia estava maravilhoso. Sol e calor era o que nos esperava para a caminhada do dia. Às 9 horas chegaram o Francisco e o Pina Jorge e partimos para a actividade do dia.
Subimos até ao parque eólico que fica por cima do parque e depois apanhámos o antigo trilho que nos levou até às Minas de Chãs.
Primeiro descemos até à linha de água, atravessando a mesma por uma ponte e depois subimos, sob calor, até à Póvoa das Leiras onde refrescámos as goelas com umas cervejas geladinhas.
Continuámos a subida, primeiro por estrada e depois por parte do trilho que tínhamos percorrido na noite anterior.
Levámos umas 5 horas a percorrer o caminho até chegarmos de novo ao parque de campismo.
Após o banho e uns momentos de descanso chegaram mais dois elementos do grupo, muito desejados, porque eram eles que traziam as cervejas geladinhas que tanto ambicionávamos.
Dirigimo-nos pouco depois para a zona das churrasqueiras e deu-se início ao convívio gastronómico.
Comeu-se muito e bem, bolinhos deste, petiscos daquele, muita cerveja, vinho e algumas bebidas espirituosas, que deixaram alguns espíritos a flutuar pela Fraguinha.
No Domingo após desmontarmos o acampamento fomos para a escola de Escalada de Cabaços para encadearmos algumas vias.
O dia decorreu tranquilo com quase todos os elementos a saborear em pleno esta actividade.
Na realidade, as actividades foram agradáveis e correram muito bem, mas a programação e planeamento de actividades nem por isso, mas também com tanto que comer e beber, e com estes espíritos difíceis de domar já se previa.
Ficou no entanto a subida da Garganta de Loriga para Novembro e a mesma subida mas com neve, em Fevereiro, parece que começa a ter pernas para andar.
(Agora já com as fotos do Bruno e do Pina Jorge incluídas)
30/07/2011
Escalada nas Fragas do Castelo em Valongo
Já há uns anos que não escalava nestas vias. O sítio é agradável, pena o rio estar poluído e os moinhos não terem sido recuperados, o que em tempos pareceu que ia acontecer.
Acompanhado pelo Bruno e por duas amigas deste, a Ana e a Maria, lá fomos até Valongo onde nos esperava o Rui Correia.
A opção recaiu nas Fragas do Castelo que tem umas paredes altas com umas vias interessantes, e um acesso às vias bem mais simpático que o das Fragas do Tecto.
Ao chegar verificámos a existência de mais uma via nova. Pelo menos eu não me lembro dela existir à data da última escalada por lá.
Já se encontrava um pequeno grupo de escaladores nas paredes, com o qual partilhámos o espaço e as vias.
O dia esteve agradável, com o Sol a aquecer bem as paredes, e escalámos algumas das vias, incluindo a nova.
Foi um dia bem passado nestas vias a Norte.
Acompanhado pelo Bruno e por duas amigas deste, a Ana e a Maria, lá fomos até Valongo onde nos esperava o Rui Correia.
A opção recaiu nas Fragas do Castelo que tem umas paredes altas com umas vias interessantes, e um acesso às vias bem mais simpático que o das Fragas do Tecto.
Ao chegar verificámos a existência de mais uma via nova. Pelo menos eu não me lembro dela existir à data da última escalada por lá.
Já se encontrava um pequeno grupo de escaladores nas paredes, com o qual partilhámos o espaço e as vias.
O dia esteve agradável, com o Sol a aquecer bem as paredes, e escalámos algumas das vias, incluindo a nova.
Foi um dia bem passado nestas vias a Norte.
As Fotos
(Já há fotografias novas)
(Já há fotografias novas)
29/05/2011
"Cabaços de Cima" - Serra da Freita
Conforme desejávamos fomos para as tais vias do Sector "Cabaços de Cima" para tentar escalar as três vias que nunca tínhamos experimentado.
Chegámos já tarde, para aquilo que estamos habituados e o Sol já batia fortemente nas rochas.
Preparámos a segurança no local, que é algo sugestivo, e não vá o diabo tecê-las, e depois iniciámos a escalada na via de menor grau.
Chegámos já tarde, para aquilo que estamos habituados e o Sol já batia fortemente nas rochas.
Preparámos a segurança no local, que é algo sugestivo, e não vá o diabo tecê-las, e depois iniciámos a escalada na via de menor grau.
Coube ao Cardoso a honra da abertura da via, seguindo-se o Bruno e depois eu.
A via é fácil mas bastante panorâmica, o que aumenta o "sabor" da mesma.
Depois coube-me a mim a abertura da seguinte, com uma entrada ligeiramente mais complicada e dois pequenos tectos, mas nada que não se faça.
Voltámos depois a fazer esta via em top-rope, para treinar um bocado e puxar pelo cabedal. Quando nos preparávamos para avançar para a terceira via a trovoada aproximou-se da zona e decidimos retirar.
Temos que voltar lá em breve.
A via é fácil mas bastante panorâmica, o que aumenta o "sabor" da mesma.
Depois coube-me a mim a abertura da seguinte, com uma entrada ligeiramente mais complicada e dois pequenos tectos, mas nada que não se faça.
Voltámos depois a fazer esta via em top-rope, para treinar um bocado e puxar pelo cabedal. Quando nos preparávamos para avançar para a terceira via a trovoada aproximou-se da zona e decidimos retirar.
Temos que voltar lá em breve.
Acabámos a actividade, mais uma vez, em Chão d'Ave a retemperar as forças com uma boa refeição.
21/05/2011
Escalada nos Cabaços (Serra da Freita)
Cancelada a ida de BTT à Rota dos Cinco Castelos fiquei sem ninguém para me acompanhar em actividades.
Surgiu então o Cardoso e, lá combinámos, já mesmo no final do dia, a ida à Serra da Freita para fazer uma escalada.
Fomos para as vias mais afastadas das paredes do costume e ao fim de umas tentativas verificámos o que já sabíamos. Estamos mesmo, mas mesmo muito enferrujados.
No final fomos procurar umas vias existentes na parte superior das paredes e que nunca escalámos. Decidimos que na próxima ida são essas que vamos tentar escalar.
Agora vou descansar que estou todo dorido...
Raios de PDI!
Surgiu então o Cardoso e, lá combinámos, já mesmo no final do dia, a ida à Serra da Freita para fazer uma escalada.
Fomos para as vias mais afastadas das paredes do costume e ao fim de umas tentativas verificámos o que já sabíamos. Estamos mesmo, mas mesmo muito enferrujados.
No final fomos procurar umas vias existentes na parte superior das paredes e que nunca escalámos. Decidimos que na próxima ida são essas que vamos tentar escalar.
Agora vou descansar que estou todo dorido...
Raios de PDI!
17/04/2011
Multiactividade na Freita e Pedestrianismo em Oliveira de Frades
Após a actividade sobre rodas estivemos em alegre convívio gastronómico até às 3 e tal da manhã.
Pequeno-almoço tomado, fomos até às paredes de escalada junto a Cabaços, onde pudemos escalar mais umas vias.
Acabada esta parte da actividade fomos almoçar a Chão d'Ave.
A convite do grupo "Pés de Nível" acabámos a fazer uma caminhada num percurso perto de Oliveira de Frades. O percurso foi simples, decorrendo junto ao Rio Vouga, mas permitiu, para além do convívio, relaxar um pouco os músculos das actividades anteriores.
20/03/2011
Canhão do Vale do Poio e Escalada na Redinha
O dia esteve magnífico, até bastante quente para último dia de Inverno, e a opção de fazer uma caminhada pela Serra de Sicó foi excelente.
Partimos junto da capela da Senhora da Estrela descendo até à povoação do Poio e daí entrámos no belo e imponente Canhão do Vale do Poio.
Pudemos observar as novas zonas de escalada deste Vale onde um grupo numeroso de escaladores por lá suava na tentativa de fazer aquelas vias.
Atravessámos calmamente todo o Canhão, por entre árvores e mato o que tornou a caminhada mais fresca, e depois regressámos ao ponto de partida tendo gasto no total cerca de três horas em todo o percurso.
No final ainda tivemos alguma força para fazer algumas das vias de Escalada da Redinha e fazer o gosto ao dedo.
No regresso e como já é hábito a paragem na Mealhada foi obrigatória para comer um leitãozinho e beber um Castiço e assim recuperar as forças.
Partimos junto da capela da Senhora da Estrela descendo até à povoação do Poio e daí entrámos no belo e imponente Canhão do Vale do Poio.
Pudemos observar as novas zonas de escalada deste Vale onde um grupo numeroso de escaladores por lá suava na tentativa de fazer aquelas vias.
Atravessámos calmamente todo o Canhão, por entre árvores e mato o que tornou a caminhada mais fresca, e depois regressámos ao ponto de partida tendo gasto no total cerca de três horas em todo o percurso.
No final ainda tivemos alguma força para fazer algumas das vias de Escalada da Redinha e fazer o gosto ao dedo.
No regresso e como já é hábito a paragem na Mealhada foi obrigatória para comer um leitãozinho e beber um Castiço e assim recuperar as forças.















