Serra da Arada - De Regoufe a Drave
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23/04/2016
Hallerbos - A floresta azul (Bélgica)
Este sábado
fui com um colega de serviço caminhar na chamada "floresta azul".
A floresta cobre-se, entre Abril e Maio, de jacintos
selvagens chamados Bluebell, que devido à sua cor entre o azul e o violeta
acabam por dar um tom azulado à floresta.
Penso que no Outono, as cores invernais serão mais um
bom motivo para fazer outra caminhada e fotografar.
28/06/2015
Parque Aventura de Durbuy - Descida do Rio Ourthe
Organizado pelos amigos, que comigo trabalham, fomos fazer uma descida em canoa do Rio Ourthe, numa distância de 8 km.
Apesar do rio não ter muita água, o que por vezes nos fazia encalhar ou roçar pelas pedras do fundo, as duas horas e pouco em que fomos remando ao longo do mesmo foram muito agradáveis.
A beleza da paisagem, a calma do rio e a diversão constante, tornaram o dia muito agradável.
No final fomos conhecer Durbuy, conhecida por ser a cidade mais pequena do Mundo. Nesta cidade, banhada pelo Rio Ourthe, estão presentes muitos aspectos da sua construção de origem medieval.
Um dia bem passado e, pelo que vi, um local a explorar.
23/04/2015
Caminhando pela Bélgica (GR12) - 2ª Parte
Regressámos ao local onde tínhamos terminado no dia anterior e daí deslocámo-nos até ao Jardim Botânico. Apenas passámos pelo jardim, onde abundam estátuas em bronze representando animais e figuras humanas e seguimos na direcção da mais bonita catedral que conheço em Bruxelas, a Catedral de Saint Michel et Gudule.
Esta catedral vale bem uma visita, coisa que não fizemos nesta caminhada, mas já o fizemos por diversas vezes. Numa das quais pudemos apreciar um momento musical tocado no monumental órgão de tubos da igreja.
O percurso continua depois pelas Galerias Saint-Hubert e pela famosa Grand Place. Esta praça está rodeada de diversos edifícios de grande beleza arquitectónica.
Saímos depois da praça junto ao monumento a Everard t'Serclaes, herói que expulsou os Flamengos da cidade quando estes ocuparam a mesma em 1356. Daí até ao famoso monumento do "Manneken Pis" é um saltito. Tirar uma fotografia do menino que faz xixi é obrigatória a qualquer turista e não é coisa fácil de obter, perante o número de visitantes.
Parámos para comer junto à Igreja de Notre Dame do Petit Sablon, do Séc. XV/XVI.
Da praça, situada num ponto alto da cidade, é possível ter uma panorâmica sobre a cidade de Bruxelas.
Regressámos ao "trilho" antes de chegarmos a Porte de Hal, um dos últimos vestígios da muralha exterior que cercava a cidade. Construída em 1381 deixou de ter função militar em 1564. Nesta zona da cidade o ambiente é puramente português, dado que grande parte da comunidade portuguesa se encontra aqui instalada. Nos cafés a Sagres e a Super-Bock podem ser observadas nas mãos de compatriotas sequiosos. Estamos em Saint-Gilles.
Começámos a sair das zonas históricas para passarmos a andar pelos subúrbios da cidade.
Atravessámos o Parque da Floresta, que sendo verde está longe de ser dos mais bonitos ou bem tratados da cidade. De seguida atravessámos outro parque, o Parque de Duden, algo semelhante ao anterior.
Dezoito quilómetros de percurso que permitiram ver diversos aspectos muito diferentes de uma grande cidade como é Bruxelas. Se juntarmos os cerca de 6 quilómetros do dia anterior podemos dizer que já caminhámos por toda a cidade. Preparamo-nos agora para sair da zona urbana e encontrar as zonas campestres e florestais que cercam a cidade. A ver vamos o que nos espera.
20/04/2015
Caminhando pela Bélgica (GR12) - 1ª Parte
Esta Grande Rota que liga Amesterdão a Paris passa por Bruxelas. Por esse motivo decidimos iniciar o troço que liga Bruxelas à fronteira francesa em Moulin-Manteau.
Cada etapa implicará um bom estudo para tentar encontrar soluções de ida e de volta, no início e final de cada etapa. O recurso a comboios e autocarros será porventura a solução a adoptar.
Esta fase inicial, por decorrer essencialmente em ambiente urbano, implica muita atenção à sinalética. Esta encontra-se nos caixotes do lixo, nos varões dos sinais de trânsito e árvores. Pontualmente e dependendo das zonas podem aparecer em placas de sinalização.
Iniciámos o percurso junto ao famoso Atomium, em Heizel, onde perdemos algum tempo na procura das famosas marcas dos percursos de Grande Rota. Encontradas as mesmas lá iniciámos a caminhada.
Após sairmos do parque d'Osseghem entrámos no Parque de Laeken.
Este parque de dimensões apreciáveis levou-nos ao Castelo Real de Laeken. Pelo caminho passámos pelo monumento a Leopoldo I, Rei Belga entre 1831 e 1865, ano da sua morte.
Terminada a visita saímos do palácio e seguimos na direcção do Cemitério dos Artistas. O percurso não entra no cemitério, mas na passagem é possível observar as lápides antigas, artísticas e algumas mesmo imponentes de personalidades marcantes da sociedade Bruxelense.
Passa-se ao lado da Gare do Nord, estação ferroviária e daí segue-se até à Av. Rogier.
Nesta altura, por não se ter preparado a actividade devidamente, ficámos sem bateria na máquina fotográfica e em ambos os telemóveis. Decidimos acabar a actividade e regressar a casa.
10/06/2014
'Site Survey' na Bélgica (Bruxelas)
Por lá pude apurar as condições de vida que me esperam, o novo local de trabalho, o tempo inconstante da região e provar as famosas 'frites' e as belas cervejas belgas (muitas mesmo).
Acompanhado pelo meu amigo António Leite, a quem irei substituir no serviço, conheci o local e muitas das pessoas com quem irei privar durante a estadia por essas terras.
Para já deixo apenas algumas das fotos tiradas durante esta minha viagem.










