Serra da Arada - De Regoufe a Drave
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05/10/2016
Serra do Gerês - Trilho da Cidade da Calcedónia
Aproveitando umas curtas férias fui acompanhado de grande parte do núcleo duro do grupo até à Serra do Gerês.
Na companhia do Pina Jorge, Francisco, Cardoso, DJ, Pedro Borges e de um novo elemento, o Luís, decidimos percorrer o Trilho da Cidade da Calcedónia.
Rodeado das belas paisagens desta serra, o Cabeço da Calcedónia é um amontoado de rochas que surge no topo da serra, perto de Covide.
Saindo da estrada principal o percurso segue sem grande desnível até à entrada de Campos, onde desvia junto a um grande espigueiro. Inicia depois uma subida ainda suave, por um largo estradão, na direcção dos cabeços que se vislumbram lá no alto.
A saída do estradão marca o início da longa e, por vezes, penosa subida, por trilho de pé posto, que nos levou até junto do primeiro cabeço que se avistava no alto.
Apesar de custar um bocado respirar e falar ao mesmo tempo a boa disposição nunca abandonou o grupo que, entre larachas e velhas histórias, seguiu divertido ao longo de toda a subida.
Outro grupo, com alguém supostamente conhecedor da fenda, entrou pela mesma tendo nós seguido os seus passos.
A entrada era duvidosa, mas após passar pela mesma, verificámos que realmente correspondia às fotos que já tínhamos visto do seu interior. Fomos trepando rocha após rocha, com muita lentidão porque o grupo que nos precedia era grande e lento na progressão.
Decidimos retirar quando já outro grupo se preparava para entrar na mesma.
Ficámos um bocado frustrados, mas haverá certamente novas oportunidades para realizar este percurso.
Iniciámos, de seguida, a longa e acentuada descida para Covide. Esta parte acabou por massacrar os velhos joelhos, tornozelos e pés, mas nada que fizesse desmoralizar os caminheiros ou retirasse a beleza e o interesse deste percurso.
No final acabámos a compensar o esforço com algumas iguarias minhotas.
Um esforço suplementar que ajudou a digerir o almoço e que valeu pela beleza da paisagem e pelo património histórico que esta via encerra.
Em suma, um bom fim-de-semana com bom tempo, bom convívio, boa camaradagem e com excelentes trilhos para caminhar.
10/01/2010
Minas de Carris - Serra do Gerês
A ideia era tentar ver as minas com neve, e apesar de não termos conseguido concretizar este desejo na sua plenitude pudémos vê-las ainda com muitos vestígios de neve e com muita presença de gelo, mesmo ao longo de quase todo o caminho.
Saimos relativamente cedo de Aveiro (Calé, Natália e DJ) e do Porto (Pina Jorge) em direcção ao Gerês e iniciámos o percurso já a hora ia algo adiantada, para aquilo que se recomenda numa actividade longa como esta.
Percorremos o percurso de acesso às antigas minas até as atingirmos sob um bonito dia de Sol, mas com uma temperatura que nos fazia tremer nas partes mais sombrias do caminho. Ao longo do trilho pudémos ver vestígios da neve que nos últimos dias caiu pela zona e que deve ter sido imensa, mesmo a uma altitude mais baixa.
Inúmeras cascatas geladas deram uma beleza especial à caminhada, onde também encontrámos pedaços do caminho em boas condições para a patinagem animando assim o passeio.
A chegada às minas foi, tal como sempre, o momento alto. O gelo predominava na vegetação, nas rochas, no chão e junto aos edifícios.
A lagoa encontrava-se totalmente gelada, com uma boa camada de gelo sólido por cima, proporcionando uma magnífica imagem.
O retorno tornou-se um pouco "doloroso", pelas quase 6 horas de marcha no total e por aquele caminho tortuoso de grandes pedras soltas, que massacraram os pés, tornozelos e joelhos destes pobres caminheiros.
Chegámos ao fim já a noite caía e o frio aumentava.
Chegámos ao fim já a noite caía e o frio aumentava.
Depois acabámos a retemperar forças numa mesa bem servida e melhor regada, enquanto na rua o tempo arrefecia e prometia neve para o dia seguinte.
Penso que começámos bem este ano de 2010 e espero que assim continuemos com muitas e boas actividades.
03/05/2009
Marcha de Montanha na Serra do Gerês

Já há algum tempo que a ideia de fazer a Travessia de Pitões das Júnias para as Minas de Carris nos abria o apetite de meter as mochilas às costas e de colocar as botas a caminho.
Sabiamos que não era um percurso fácil e muito menos para quem não conhecia o caminho.
Este fim-de-semana surgiu finalmente a oportunidade e reunidos os voluntários (Calé, Cardoso, Amaral, Marcelino e DJ) colocámo-nos a caminho.
Chegámos a Pitões bastante tarde e partimos muito perto do meio-dia o que acabou por nos ser "fatal" nas nossas pretensões. A Orientação também não correu bem o que acabou connosco a galgar morro atrás de morro em direcção ao que pensávamos ser as minas. Chegados às supostas minas verificámos de imediato que estávamos possivelmente perto mas não no local desejado. Depois foi continuar até finalmente vermos o muro da lagoa no cimo de um penhasco. Aí decidimos acampar num prado magnífico que fica no sopé do mesmo, junto a várias linhas de água, onde esta fresca e saborosa, corre barulhenta. Montado o acampamento e efectuada a higiene pessoal era hora de começar a preparar o jantar, que devorámos com apetite, tal o desgaste do dia.
Sabiamos que não era um percurso fácil e muito menos para quem não conhecia o caminho.
Este fim-de-semana surgiu finalmente a oportunidade e reunidos os voluntários (Calé, Cardoso, Amaral, Marcelino e DJ) colocámo-nos a caminho.
Chegámos a Pitões bastante tarde e partimos muito perto do meio-dia o que acabou por nos ser "fatal" nas nossas pretensões. A Orientação também não correu bem o que acabou connosco a galgar morro atrás de morro em direcção ao que pensávamos ser as minas. Chegados às supostas minas verificámos de imediato que estávamos possivelmente perto mas não no local desejado. Depois foi continuar até finalmente vermos o muro da lagoa no cimo de um penhasco. Aí decidimos acampar num prado magnífico que fica no sopé do mesmo, junto a várias linhas de água, onde esta fresca e saborosa, corre barulhenta. Montado o acampamento e efectuada a higiene pessoal era hora de começar a preparar o jantar, que devorámos com apetite, tal o desgaste do dia.
O Sol começava a desaparecer e a temperatura baixava drasticamente. Depois dos materiais arrumados, estava na altura de beber uns whiskys para aquecer e preparar para a deita. Uma noite mal dormida nas tendas e eram 6 horas da manhã, hora da alvorada. Preparámos e tomámos o pequeno-almoço, arrumámos o material e às 7h30 começámos a caminhar. Em conversa com uns Montanheiros, que também ali acampavam e que conheciam o trajecto que pretendiamos seguir, obtivémos alguns conselhos preciosos para a longa marcha que nos esperava.
Subimos a linha de água que nos permitiria abordar as Minas de Carris pelo lado da lagoa até encontrar os marcos de fronteira, depois caminhando para o lado do ponto mais alto da Serra do Gerês (Pico da Nevosa) fomos seguindo os referidos marcos fronteiriços, Km após Km, hora atrás de hora, em busca de um caminho que nunca encontrámos.
Interessante a passagem na Ourela dos Rubios, onde tivémos que improvisar para conseguir descer o penhasco, em trabalho de equipa, para descer aquelas mochilas pesadonas e depois o pessoal.
Depois foi apontar à capela de São João, ponto de referência bem ao longe, e galgar mais uns morros entre matos e tojos.
Doze horas de marcha depois chegámos doridos e cansados a Pitões das Júnias. O calor que se fez sentir quase todo o dia também ajudou no desgaste.
Para finalizar em grande um Cozido à Portuguesa no restaurante "O Preto" bem regado ajudaram a esquecer as bolhas, as dores e o cansaço.
11/02/2008
Montalegre, Pitões das Júnias, Lindoso e Gerês
Este fim-de-semana decidimos rumar a Montalegre (Calé, Natália, Andreia e Vicente) onde previamos que a neve se tinha estabelecido. A ideia era caminhar um pouco pelo Gerês e fazer umas belas fotografias na paisagem nevada.
Chegados lá a desilusão foi total, pois nem "farrapo" de neve se via.
Rumámos a Pitões das Júnias com uma réstia de esperança, mas nem aí a sorte nos bafejou.
Fomos então procurar as famosas ruínas do Convento de Santa Maria e a cascata do Ribeiro do Campesino, tendo ocupado a manhã nesta pequena caminhada.
Depois fomos ao "Restaurante do Preto" encher a barriga com o famoso cozido à portuguesa.
Uma pequena volta pela a aldeia e no ar a ideia de aproveitar o Domingo para fazer a subida à capela de Santo António.
Até aqui tudo corria bem, mas infelizmente o cozido foi forte demais e acabei com a Natália no hospital, a levar soro. A visícula não resistiu às fortes carnes e ao vinho transmontano.
No Domingo, já com ela recuperada mas a caldinhos, decidimos alterar o programa. Partimos em direcção a Espanha e entrámos
em Portugal pelo Lindoso. Aí fomos fotografar os famosos espigueiros (em grande concentração) e o Castelo (fechado apesar de no horário afixado indicar que devia estar aberto).
em Portugal pelo Lindoso. Aí fomos fotografar os famosos espigueiros (em grande concentração) e o Castelo (fechado apesar de no horário afixado indicar que devia estar aberto).Seguimos depois pela serra até Vilarinho das Furnas onde aproveitámos para fotografar parte da Geira Romana que acompanha a Albufeira até à Portela do Homem.
No final e porque fui chamado ao serviço ainda visitámos o Pólo do Museu do Ar na Base de Maceda.
Não houve neve mas não faltaram peripécias durante o fim-de-semana.












