25/04/2018
Rota Vicentina - Trilho dos Pescadores
Para mim esta etapa foi aquela de que mais gostei.
Este trilho acaba por juntar o melhor dos dois primeiros da rota.
Para os quatro totalistas desta Rota, eu, Francisco, Cardoso e DJ, irão certamente ficar na memória estas paisagens únicas da Costa Vicentina e os momentos vividos em grupo enquanto se percorria o Trilho dos Pescadores.
Venham mais trilhos destes.
24/04/2018
Rota Vicentina - Trilho dos Pescadores
Esta foi a mais longa, com cerca de 22 km.
Com início em Almograve o percurso começa por um longo estradão à beira-mar que depois passa a trilho em areia sobre as dunas e falésias da costa.
Assim se mantém até perto de Cavaleiro, uma pequena aldeia perto do Cabo Sardão.
A chegada e a descida ao porto é um bom momento no passeio.
A partir daí e durante 3 Km segue por uma espécie de ciclovia cujo pavimento é formado de pequenas pedras soltas que massacram os pés.
Pessoalmente achei esta etapa a menos interessante do percurso já efectuado. No entanto, não deixa de ter a sua beleza.
Amanhã partimos para a última etapa deste trilho, realizando a ligação de Zambujeira do Mar a Odeceixe. Serão os últimos 17 Km desta nossa aventura.
23/04/2018
Rota Vicentina - Trilho dos Pescadores
Iniciámos o percurso de barco na travessia do Rio Mira o que nos poupou cerca de três quilómetros, grande parte por estrada, ficando assim a etapa em 12 Km. Apesar de curta a viagem de barco não deixou de ser diferente e agradável.
De qualquer maneira as vistas para o mar, quando surgiam, foram sempre divinais.
Ao longo do percurso foi ainda necessário atravessar duas ribeiras que obrigaram a meter as botas na água. Valeu que a profundidade era pouca e, de pedra em pedra, quase ninguém molhou os pés.
Amanhã vem a etapa mais longa do percurso, pelo que, todos sabemos que vai custar um bocado. Se for como a primeira, que grande parte do caminho era em areia, então vai mesmo doer.
22/04/2018
Rota Vicentina - Trilho dos Pescadores
Hoje iniciámos o "Trilho dos Pescadores" na Rota Vicentina. Eu, Francisco, Cardoso, Dj e Figueiredo partimos cedo de Porto Côvo para cumprirmos os cerca de 20 Km desta etapa.
Pelo caminho a passagem na Ilha do Pessegueiro e no Forte do Pessegueiro, inúmeras praias e falésias.
Amanhã realizaremos a ligação entre Vila Nova de Milfontes e Almograve num total de 15 km.
Seremos então apenas quatro elementos, uma vez que o Figueiredo apenas nos acompanhou na primeira etapa.
14/04/2018
Serra da Freita - Trilho das Levadas
O percurso começa em Mansores, junto à capela local e durante a parte inicial do mesmo segue ao longo de diversas levadas de água.
O local é de grande beleza e nem que fosse só por este pedaço de paraíso o passeio já valia a pena.
Após subirmos à estrada é possível visitar o calvário, situado a pouco mais de uma centena de metros fora do percurso.
Atravessámos depois os campos, normalmente sempre junto a levadas de água, até regressarmos novamente a Mansores.
Este percurso dá uma visão diferente da Serra da Freita, onde a serra dá origem a campos e a inúmeras linhas de água.
Não sendo dos melhores trilhos da serra merece, sem dúvida, ser percorrido e apreciado.
Alberto Calé
08/04/2018
Ficha Técnica: Trilho da Pombeira (Serra de Montemuro)
Publicamos uma nova Ficha Técnica da Serra de Montemuro.
O "Trilho da Pombeira" percorre trilhos de Castro Daire, com bonitas paisagens, características desta serra, e o património de lugares como Lamelas de Lá, Lamelas de Cá e Codeçais.
O Rio Vidoeiro e as suas poldras, o Rio Pombeiro e a Cascata e Moinhos da Pombeira, lugares de grande beleza, são os pontos altos deste percurso.
Desvendamos assim mais um pouco desta bonita serra onde, certamente, teremos muito ainda a descobrir.
27/03/2018
Serra da Freita - Pelo planalto da serra
Este Domingo um grupo alargado de amigos composto por: Pina Jorge, Jéssica, Paula, Amaral, Zé, DJ, Zé Figueiredo e eu (Francisco) decidiu percorrer alguns trilhos da Serra da Freita.
Parte do grupo encontrou-se
no café do Parque de Campismo do Merujal.
O tempo apesar de ameaçador, não foi suficiente para desmotivar o grupo. Assim, iniciámos o percurso e seguimos na direcção de Albergaria da Serra, onde subimos pela
estrada que passa na antiga escola. Depois aproximámo-nos do ribeiro que leva à levada que segue na direcção do Rio Caima e de novo à aldeia.
Continuámos pelo trilho do percurso "PR15", pela margem esquerda do Rio Caima,
onde apreciámos a beleza da paisagem, já bem conhecida de alguns de nós.
Daí regressámos à estrada em direcção a Cabaços onde, por sugestão do DJ, em vez de passarmos pela povoação seguimos pelo percurso "PR7", junto ao afloramento de quartzo.
Espreitámos o miradouro
de fugida, pois fazia muito frio, e seguimos depois para o Parque de Campismo, onde
se encontravam os carros.
Aí estavam o Bruno e a Olga que se juntaram a nós apenas
para o almoço.
Acabou por ser uma actividade com alguma improvisação mas
interessante. Acabou no "Nino da Freita" para a merecida
recuperação.
Francisco Soares
24/03/2018
Serras de Portugal - Serra do Arestal
A Serra do Arestal, uma das Serras que constitui o Maciço da
Gralheira, está inserida nos concelhos de Sever do Vouga, Vale de Cambra
e, em menor escala, no de Albergaria-a-Velha, e orienta-se no sentido
Nordeste-Sudoeste, considerado contraforte da Serra da Arada. Com 20 km
de extensão, atinge a altura máxima à cota de 869 metros acima do nível
do mar.
É delimitada a Norte e Oeste pelo Rio Caima e a Este pelo Rio
Teixeira, ambos importantes afluentes do Vouga. A Serra da Arada
delimita-a a Nordeste através de uma falha de escarpa, no sentido
Noroeste-Sueste.
É constituída por grandes planaltos nas zonas mais elevadas, descendo
de forma suave a Este, irrompendo pequenos cabeços das várias
plataformas.
Genericamente, as vertentes Norte, Sul e Oeste são mais acentuadas e
descem abruptamente para os rios Vouga, Teixeira e Caima, dando origem a
vales profundos e encaixados.
Nesta serra, onde existem importantes vestígios megalíticos,
avistam-se paisagens deslumbrantes que incluem o litoral, de Espinho até
à Serra da Boa Viagem, e o interior montanhoso, da Serra de Montemuro
até à Serra da Estrela.
Desta serra avista-se a Ria de Aveiro e as aldeias que se escondem nas cabeceiras do Rio Bom.
Mineralogicamente, o subsolo é rico em cobre, chumbo, estanho e
volfrâmio. O complexo mineiro do Braçal, que inclui as minas do Braçal,
Malhada e Coval da Mó, permitiu a exploração de um dos maiores jazigos
mineiros da região de Aveiro.
Nas culturas cerealíferas encontradas nos planaltos superiores e nas
chãs das vertentes predominam o milho e o centeio. O milho, a vinha, a
oliveira e a laranjeira predominam nas zonas abrigadas das encostas.
A fauna do Arestal é, predominantemente, constituída por gado bovino,
ovino e caprino, sendo essenciais como recurso alimentar para a
população da região.
O clima é temperado marítimo, progressivamente mais rigoroso nas
zonas de maior altitude.
Salienta-se a existência de numerosas cascatas envolvidas por uma
vegetação luxuriante, as enigmáticas gravuras de arte rupestre atlântica
e os notáveis monumentos megalíticos que testemunham a ancestral
ocupação humana deste território.
Quanto ao património religioso, a igreja e cruzeiro de Rôge, são, provavelmente, os monumentos mais populares da região.
25/02/2018
Serra de Montemuro: Trilho da Pombeira
Ontem eu, o Francisco, o Cardoso, o Dj e o Figueiredo fomos até Lamelas (Castro Daire) para fazer o Trilho da Pombeira.
Iniciámos a actividade junto à Igreja de Nossa Senhora dos Remédios em Lamelas de Cá e seguindo as marcações chegámos e atravessámos parte da povoação de Lamelas de Lá até chegarmos a um miradouro sobre a Cascata da Pombeira.
Deste ponto também foi possível observar algumas aldeias dispersas pela serra, entre as quais uma que se situa sobre a cascata e junto à qual passaríamos mais tarde, a localidade de Codeçais.
A passagem junto ao Rio Vidoeiro trouxe a alegria do ruído da água a correr e a beleza das suas margens. O momento alto no rio é a passagem pelas "Poldras do meio", rochas posicionadas no leito do rio que permitem a sua travessia.
Por trilhos entre campos lavrados chegou-se à entrada de Codeçais. Infelizmente o trilho não entra na povoação, o que penso que poderia ser interessante.
Descemos à barragem de Codeçais que forma uma albufeira. Penso que é a partir daqui que o Rio Vidoeiro se passa a chamar Rio Pombeiro.
Acompanha-se o rio durante um bocado, podendo ver-se as ruínas de alguns moinhos enquanto se segue na direcção de Lamelas de Lá.
Antes de chegar à povoação seguimos por um trilho de pé posto para visitarmos a Cascata e os Moinhos da Pombeira.
A visita a este ponto é obrigatória e de grande beleza.
Regressámos depois pelo mesmo caminho até à Povoação de Lamelas de Lá, a qual atravessámos, e depois pela povoação de Lamelas de Cá até chegarmos à igreja onde começámos o percurso.
O dia esteve magnífico e o percurso foi do agrado de todos, com momentos de grande beleza paisagística e natural. Aconselha-se.
Alberto Calé
28/01/2018
Pelas serras da Freita e Arada
Ontem decidimos percorrer os trilhos daquela que foi a "nossa" segunda etapa do GR28.
O dia estava limpo mas algo fresco quando eu, o Francisco, o Cardoso e o Figueiredo iniciámos a caminhada em Tebilhão.
Na estrada dirigimo-nos na direcção do Candal. Ao chegar à povoação iniciámos a longa e íngreme subida ao parque eólico das Chãs. O trilho empedrado, de grande beleza, tem uma vista fabulosa sobre as Serras da Freita, Arada, São Macário e Montemuro.
Durante a longa subida é possível apercebermo-nos do desnível superado, uma vez que a povoação do Candal vai ficando cada vez mais pequenina, lá no fundo do vale. Por sua vez, a povoação da Póvoa das Leiras, vai ficando cada vez mais perto e à nossa altitude e, depois, também ela vai ficando abaixo de nós.
Atravessámos o parque e seguimos na direcção das Minas das Chãs.
Chegados ao antigo complexo mineiro pudemos observar que as galerias foram seladas e colocados avisos de perigo. Com a instalação do parque eólico sobre as antigas mineiras e com os explosivos usados durante essa mesma instalação, é bem possível que as galerias tenham cedido ou estejam instáveis.
Descemos depois até à povoação de Cabreiros e daí regressámos a Tebilhão por um velho trilho não marcado que segue uma antiga levada, agora um pouco coberta pelo mato na parte inicial do trilho (esta parte do percurso pertence à nossa versão do "Caminho do Carteiro" na Serra da Freita).
A subida é também acentuada e sobre pedras lisas e húmidas, e leva-nos aos campos de Tebilhão. Uma bela vista para a aldeia surge-nos ao lá chegar e olhando no sentido oposto podemos observar Cabreiros e a Serra da Arada.
No final da jornada e para manter a tradição fomos até Moldes matar a fome e a sede.
Este foi a primeira actividade do ano e esperamos que em breve surjam mais.
Alberto Calé
25/12/2017
Vale de Cambra - Percurso de Trebilhadouro
Este Sábado, para abrir o apetite para o bacalhau e para as rabanadas, eu, o Francisco, o Figueiredo e o Luís fomos até Vale de Cambra para realizar o percurso pedestre "PR4 - Trebilhadouro".
Percurso situado entre as serras do Arestal e da Freita, tem cerca de 11 km e é, em geral, muito agradável.
Iniciámos a actividade em Trebilhadouro, uma aldeia típica que esteve abandonada durante mais de uma década, mas que entretanto foi recuperada e é umas das Aldeias de Portugal.
Durante o percurso visitámos as Gravuras Rupestres do Trebilhadouro, um pequeno núcleo rochoso onde se podem observar algumas manifestações gráficas datadas do 4º ao 1º milénio antes de Cristo.
Depois desce-se abundantemente até ao Rio Caima. Pelo caminho é possível apreciar as paisagem para as serras do Arestal e Freita e para o vale, onde é possível ver diversas povoações e, num dia límpido como foi o de Sábado, até se consegue ver o mar.
A passagem pela Ponte do Castelo dá-se num lugar de grande beleza onde o Rio Caima alegra o lugar com o ruído das suas águas.
Ainda antes de se iniciar a subida a Trebilhadouro surge a Barragem Duarte Pacheco que infelizmente, por se encontrar vazia perdeu certamente alguma da sua beleza.
A chegada a Trebilhadouro e percorrer as suas ruelas é um final muito interessante para a actividade.
Mais um momento bem passado que culminou com o almoço convívio, desta vez apelidado de Natal, e contou, para além dos caminheiros com a presença do DJ e do Cardoso.
Alberto Calé
06/12/2017
Serra do Alvão - Fisgas do Ermelo
Depois de algumas desistências de última hora constatámos que ainda havia quórum
suficiente para fazer esta actividade, pelo que bem cedo
eu, o DJ e o Cardoso partimos para Trás-os-Montes a fim de realizarmos o percurso pedestre denominado "PR3 – Fisgas do Ermelo", que começa e acaba na povoação de Ermelo, em Mondim de Basto.
Os
terrenos à volta ainda se encontravam cobertos da geada matinal.
Chegámos ao primeiro "leitor de paisagem" que tem informação sobre a Lomba do Bulhão. Ao longo do percurso existem diversos placards informativos que ajudam a interpretar a paisagem envolvente.
Seguiu-se novo miradouro e a aproximação ao leito do Rio Olo, que alimenta as Fisgas. Neste havia zonas geladas que aguentavam o nosso peso sem partir.
Pelo caminho encontrámos
um moinho antigo, na margem do rio, e chegámos ao lugar de Varzigueto onde atravessamos o
rio por uma ponte asfaltada. Saímos logo depois para o trilho de
montanha. Um pouco mais à frente existe um desvio para as "Piocas de Cima", pequenas
lagoas no rio onde haveremos de tomar refrescantes banhos quando
fizermos o percurso no Verão.
Pela inclinação do terreno, percebemos o porquê da dureza da etapa da volta a Portugal
em bicicleta que aqui se realiza.
Descendo em direcção ao local de Fojo, aparece-nos ainda uma vista
deslumbrante das "Piocas de Baixo", outra possibilidade para os banhos de Verão.
Descemos novamente em direcção ao Rio Olo atravessando-o na ponte da
Abelheira onde iniciámos a subida até Ermelo e aos carros lá estacionados.
O repasto foi num restaurante da aldeia onde, a preços
justos, nos deliciámos com iguarias locais.
Francisco Soares
01/12/2017
Ficha Técnica - Caminhos do Sol Nascente (Serra da Freita)
Publicamos hoje mais uma Ficha Técnica de um percurso da Serra da Freita.
Este percurso pertencente à rede de percursos de Arouca e é denominado "PR3 - Caminhos do Sol Nascente" de Arouca.
Não sendo dos percursos mais marcantes da Freita não deixa, contudo, de ser agradável. Com início em Moldes, junto à sua igreja, percorre antigos caminhos, a maioria sob intensa vegetação, e atravessa diversas linhas de água. Em algumas delas é possível observar diversos moinhos, a maioria em ruína, que marcaram o modo de vida das populações em tempos idos.
A paisagem para a serra e para o vale, que percorre também, tornam interessante este percurso.
Em algumas das povoações por onde passa são ainda visíveis aspectos característicos da construção nesta região.
27/11/2017
Serra do Arestal - Aldeias do Arestal
Ontem eu, o Francisco, o Pina Jorge e o Figueiredo fomos explorar a Serra do Arestal, com um percurso situado entre Sever do Vouga e Vale de Cambra.
Sendo esta uma das quatro serras que faz parte do Maciço da Gralheira a verdade é, que comparada com as restantes, Serras da Freita, Arada e São Macário, é a menos interessante, do ponto de vista da beleza em paisagem, património e em tipo de trilhos e aldeias.
No entanto, decidimos realizar o percurso "PR5 - Aldeias do Arestal" que tem início junto ao Santuário da Senhora da Saúde em Gestoso.
A partir da capela o tipo de trilhos melhora ligeiramente, a paisagem em alguns pontos torna-se mais agradável.
Uma longa descida a uma linha de água, entre as povoações de Folhense e o Carvalhal é completamente desinteressante, apesar do nome pomposo de "O Vale Mágico" que se encontra nas placas de indicação do PR. Depois melhora com uns trilhos e paisagens mais interessantes, e alguns aspectos interessantes em algumas das povoações.
Após a passagem em Chã volta-se aos estradões e aos eucaliptos. Alguma boa visibilidade para a Serra da Freita e para o mar animam esta parte.
Pelo que recordei, de actividades lá realizadas há muitos anos atrás, parece-me ser esta serra interessante para a BTT mas não muito para pedestrianismo. No entanto admito que há certamente mais a descobrir por aquela zona.
Alberto Calé
























