25/08/2015
De Covelo de Paivô a Drave
Por sugestão do Amaral, este domingo decidimos percorrer dois dos percursos emblemáticos da Serra da Arada; o PR13 que liga Covelo de Paivô a Regoufe, e o PR14, que liga Regoufe a Drave.
O ponto de encontro foi na pastelaria do costume em Arouca, donde
partimos em direcção a Covelo do Paivô.
O tempo enevoado e
fresco esteve a combinar com uma actividade que se presumia longa e por isso dura.
Já no trilho para Drave encontrámos o rebanho de cabras, pertença da senhora
do café de Regoufe. A dona até nos tinha pedido que, caso víssemos
pessoas com cães, as avisássemos para os prender ao passar pelo rebanho. Na verdade este trilho parece continuar a ser muito popular, pois encontrámos
várias pessoas, incluindo algumas com cães.
Devido à seca deste ano, o Rio Paivô pouca água leva e a cascata de Drave
não estava com o esplendor habitual. Contudo, parámos no local para retemperar
forças para o regresso a Covelo de Paivô.
A longa descida para Covelo de Paivô tornou-se penosa com os joelhos de alguns dos caminheiros a darem alguns problemas. Para ajudar, a descida foi bem regada
com uma chuva do tipo "molha-tolos" que, segundo o Amaral, assim se chama porque só os tolos se sujeitam a ela.
Acabámos a conviver na tasca do costume em Moldes, que alguns não conheciam, mas da qual ficaram a ser fans.
20/07/2015
Serra da Arada: Trilhos de Água
Para me despedir das férias decidi com o Francisco fazer o "Trilhos de Água".
Já com algumas alterações ao trajecto inicial, a paisagem que rodeia o percurso, o tipo de trilhos, os banhos no Rio Paivô e a dureza da actividade continuam a fazer deste percurso um dos mais bonitos e interessantes de fazer.
A subida do rio até ao Alto de Regoufe foi o momento mais difícil da jornada, mas calmamente, que o calor também apertava, lá fomos chegando ao final da íngreme subida.
Depois foi em Moldes que as coisas ainda animaram mais. Dobrada, Sopa da Pedra e um conjunto grande e diversificado de petiscos, bem regados por um vinho verde local bem geladinho, fizeram esquecer as dores nas pernas e o cansaço.
Uma espécie de 'xarope' caseiro, feito com aguardente e mel, foi o ponto final deste momento alto.
Uma espécie de 'xarope' caseiro, feito com aguardente e mel, foi o ponto final deste momento alto.
Vou regressar ao trabalho, em terras longínquas, mas vou de papinho cheio!
16/07/2015
BTT pelo antigo Ramal de Monção
A manhã estava enevoada e fresca, o que até facilitou a pedalada.
Em Valença segui para a parte da ecopista que segue pelo antigo Ramal de Monção e percorri todo o antigo percurso ferroviário até à antiga estação de Monção.
Aproveitei para dar uma volta pela vila, em especial pela zona muralhada.
Os 55 km da brincadeira, o calor verificado e a falta de hábito em andar de bicicleta, deixaram-me dorido e bastante cansado. Há que continuar!
12/07/2015
Pela ecopista do Minho
Após mais de ano e meio sem andar de bicicleta aproveitei umas curtas férias pelo Minho para voltar a sentir a sensação de liberdade que sinto quando pedalo.
Pedalei por campos e matas até à Praia da Lenta (em Vila Nova de Cerveira) e daí fui pedalando até Valença.
Esta parte da ecopista decorre, na sua maioria junto ao Rio Minho, abandonando-o apenas na parte final já em Valença.
09/07/2015
Novamente na Mata do Buçaco
O dia esteve bastante quente pelo que caminhar sob a sombra do arvoredo soube bastante bem.
Dado que o meu companheiro de caminhada pouco conhecia da mata, acabámos por percorrer grande parte dos seus trilhos subindo o Calvário até à Cruz Alta, descendo depois às Portas de Coimbra.
A passagem pelo Caifás, pelas lagoas, escadaria da Fonte Fria e pelo Vale dos Fetos foi obrigatória. No final efectuámos umas horas e uns km's de caminhada para ver apenas uma parte do património desta mata.
05/07/2015
Passadiços do Paiva
Em Espiunca, após refrescar as goelas na tasca local, regressámos pelo mesmo caminho ao Areinho.
O percurso, ao longo do Rio Paiva é bonito mas, apesar de reconhecer que sem o passadiço grande parte deste percurso seria impossível de percorrer, excepto por kayak ou raft, a existência de uma estrutura desta dimensão ao longo desta paisagem natural não me agrada em especial. Era bem melhor se fosse um trilho de pé posto.
Na íntegra este passeio não é um passeio familiar como a palavra "passadiço" pode levar a pensar.
Em relação ao grupo, composto por 12 caminheiros portou-se lindamente e no final "castigou-se" em Alvarenga com o famoso bife local, bem regado claro!
28/06/2015
Parque Aventura de Durbuy - Descida do Rio Ourthe
Organizado pelos amigos, que comigo trabalham, fomos fazer uma descida em canoa do Rio Ourthe, numa distância de 8 km.
Apesar do rio não ter muita água, o que por vezes nos fazia encalhar ou roçar pelas pedras do fundo, as duas horas e pouco em que fomos remando ao longo do mesmo foram muito agradáveis.
A beleza da paisagem, a calma do rio e a diversão constante, tornaram o dia muito agradável.
No final fomos conhecer Durbuy, conhecida por ser a cidade mais pequena do Mundo. Nesta cidade, banhada pelo Rio Ourthe, estão presentes muitos aspectos da sua construção de origem medieval.
Um dia bem passado e, pelo que vi, um local a explorar.
29/05/2015
Pela Serra do Buçaco
Depois seguimos pela parte onde se situa a escadaria da Fonte Fria, as Lagoas e o Vale dos Fetos. Ao todo devemos ter levado umas 4 horas ou mais de caminhada e fotografia.
Saímos então da mata em direcção aos Moinhos da Portela de Oliveira e daí aos Moinhos dos Gavinhos.
No regresso passámos por Penacova onde também fizemos algumas fotografias.
24/05/2015
Rota da Cárcoda - São Pedro do Sul
O destino escolhido foi São Pedro do Sul, nas fraldas da Serra da Arada. Por lá percorremos a "Rota da Cárcoda".
O percurso não sendo daqueles de que mais gosto tem, no entanto, passagens em algumas zonas bonitas e interessantes.
Para se perceber que a tradição ainda é o que era acabámos numa mesa bem regada e abastecida de bacalhau e nacos na pedra.
23/04/2015
Caminhando pela Bélgica (GR12) - 2ª Parte
Regressámos ao local onde tínhamos terminado no dia anterior e daí deslocámo-nos até ao Jardim Botânico. Apenas passámos pelo jardim, onde abundam estátuas em bronze representando animais e figuras humanas e seguimos na direcção da mais bonita catedral que conheço em Bruxelas, a Catedral de Saint Michel et Gudule.
Esta catedral vale bem uma visita, coisa que não fizemos nesta caminhada, mas já o fizemos por diversas vezes. Numa das quais pudemos apreciar um momento musical tocado no monumental órgão de tubos da igreja.
O percurso continua depois pelas Galerias Saint-Hubert e pela famosa Grand Place. Esta praça está rodeada de diversos edifícios de grande beleza arquitectónica.
Saímos depois da praça junto ao monumento a Everard t'Serclaes, herói que expulsou os Flamengos da cidade quando estes ocuparam a mesma em 1356. Daí até ao famoso monumento do "Manneken Pis" é um saltito. Tirar uma fotografia do menino que faz xixi é obrigatória a qualquer turista e não é coisa fácil de obter, perante o número de visitantes.
Parámos para comer junto à Igreja de Notre Dame do Petit Sablon, do Séc. XV/XVI.
Da praça, situada num ponto alto da cidade, é possível ter uma panorâmica sobre a cidade de Bruxelas.
Regressámos ao "trilho" antes de chegarmos a Porte de Hal, um dos últimos vestígios da muralha exterior que cercava a cidade. Construída em 1381 deixou de ter função militar em 1564. Nesta zona da cidade o ambiente é puramente português, dado que grande parte da comunidade portuguesa se encontra aqui instalada. Nos cafés a Sagres e a Super-Bock podem ser observadas nas mãos de compatriotas sequiosos. Estamos em Saint-Gilles.
Começámos a sair das zonas históricas para passarmos a andar pelos subúrbios da cidade.
Atravessámos o Parque da Floresta, que sendo verde está longe de ser dos mais bonitos ou bem tratados da cidade. De seguida atravessámos outro parque, o Parque de Duden, algo semelhante ao anterior.
Dezoito quilómetros de percurso que permitiram ver diversos aspectos muito diferentes de uma grande cidade como é Bruxelas. Se juntarmos os cerca de 6 quilómetros do dia anterior podemos dizer que já caminhámos por toda a cidade. Preparamo-nos agora para sair da zona urbana e encontrar as zonas campestres e florestais que cercam a cidade. A ver vamos o que nos espera.
20/04/2015
Caminhando pela Bélgica (GR12) - 1ª Parte
Esta Grande Rota que liga Amesterdão a Paris passa por Bruxelas. Por esse motivo decidimos iniciar o troço que liga Bruxelas à fronteira francesa em Moulin-Manteau.
Cada etapa implicará um bom estudo para tentar encontrar soluções de ida e de volta, no início e final de cada etapa. O recurso a comboios e autocarros será porventura a solução a adoptar.
Esta fase inicial, por decorrer essencialmente em ambiente urbano, implica muita atenção à sinalética. Esta encontra-se nos caixotes do lixo, nos varões dos sinais de trânsito e árvores. Pontualmente e dependendo das zonas podem aparecer em placas de sinalização.
Iniciámos o percurso junto ao famoso Atomium, em Heizel, onde perdemos algum tempo na procura das famosas marcas dos percursos de Grande Rota. Encontradas as mesmas lá iniciámos a caminhada.
Após sairmos do parque d'Osseghem entrámos no Parque de Laeken.
Este parque de dimensões apreciáveis levou-nos ao Castelo Real de Laeken. Pelo caminho passámos pelo monumento a Leopoldo I, Rei Belga entre 1831 e 1865, ano da sua morte.
Terminada a visita saímos do palácio e seguimos na direcção do Cemitério dos Artistas. O percurso não entra no cemitério, mas na passagem é possível observar as lápides antigas, artísticas e algumas mesmo imponentes de personalidades marcantes da sociedade Bruxelense.
Passa-se ao lado da Gare do Nord, estação ferroviária e daí segue-se até à Av. Rogier.
Nesta altura, por não se ter preparado a actividade devidamente, ficámos sem bateria na máquina fotográfica e em ambos os telemóveis. Decidimos acabar a actividade e regressar a casa.




















