24/05/2015
Rota da Cárcoda - São Pedro do Sul
O destino escolhido foi São Pedro do Sul, nas fraldas da Serra da Arada. Por lá percorremos a "Rota da Cárcoda".
O percurso não sendo daqueles de que mais gosto tem, no entanto, passagens em algumas zonas bonitas e interessantes.
Para se perceber que a tradição ainda é o que era acabámos numa mesa bem regada e abastecida de bacalhau e nacos na pedra.
23/04/2015
Caminhando pela Bélgica (GR12) - 2ª Parte
Regressámos ao local onde tínhamos terminado no dia anterior e daí deslocámo-nos até ao Jardim Botânico. Apenas passámos pelo jardim, onde abundam estátuas em bronze representando animais e figuras humanas e seguimos na direcção da mais bonita catedral que conheço em Bruxelas, a Catedral de Saint Michel et Gudule.
Esta catedral vale bem uma visita, coisa que não fizemos nesta caminhada, mas já o fizemos por diversas vezes. Numa das quais pudemos apreciar um momento musical tocado no monumental órgão de tubos da igreja.
O percurso continua depois pelas Galerias Saint-Hubert e pela famosa Grand Place. Esta praça está rodeada de diversos edifícios de grande beleza arquitectónica.
Saímos depois da praça junto ao monumento a Everard t'Serclaes, herói que expulsou os Flamengos da cidade quando estes ocuparam a mesma em 1356. Daí até ao famoso monumento do "Manneken Pis" é um saltito. Tirar uma fotografia do menino que faz xixi é obrigatória a qualquer turista e não é coisa fácil de obter, perante o número de visitantes.
Parámos para comer junto à Igreja de Notre Dame do Petit Sablon, do Séc. XV/XVI.
Da praça, situada num ponto alto da cidade, é possível ter uma panorâmica sobre a cidade de Bruxelas.
Regressámos ao "trilho" antes de chegarmos a Porte de Hal, um dos últimos vestígios da muralha exterior que cercava a cidade. Construída em 1381 deixou de ter função militar em 1564. Nesta zona da cidade o ambiente é puramente português, dado que grande parte da comunidade portuguesa se encontra aqui instalada. Nos cafés a Sagres e a Super-Bock podem ser observadas nas mãos de compatriotas sequiosos. Estamos em Saint-Gilles.
Começámos a sair das zonas históricas para passarmos a andar pelos subúrbios da cidade.
Atravessámos o Parque da Floresta, que sendo verde está longe de ser dos mais bonitos ou bem tratados da cidade. De seguida atravessámos outro parque, o Parque de Duden, algo semelhante ao anterior.
Dezoito quilómetros de percurso que permitiram ver diversos aspectos muito diferentes de uma grande cidade como é Bruxelas. Se juntarmos os cerca de 6 quilómetros do dia anterior podemos dizer que já caminhámos por toda a cidade. Preparamo-nos agora para sair da zona urbana e encontrar as zonas campestres e florestais que cercam a cidade. A ver vamos o que nos espera.
20/04/2015
Caminhando pela Bélgica (GR12) - 1ª Parte
Esta Grande Rota que liga Amesterdão a Paris passa por Bruxelas. Por esse motivo decidimos iniciar o troço que liga Bruxelas à fronteira francesa em Moulin-Manteau.
Cada etapa implicará um bom estudo para tentar encontrar soluções de ida e de volta, no início e final de cada etapa. O recurso a comboios e autocarros será porventura a solução a adoptar.
Esta fase inicial, por decorrer essencialmente em ambiente urbano, implica muita atenção à sinalética. Esta encontra-se nos caixotes do lixo, nos varões dos sinais de trânsito e árvores. Pontualmente e dependendo das zonas podem aparecer em placas de sinalização.
Iniciámos o percurso junto ao famoso Atomium, em Heizel, onde perdemos algum tempo na procura das famosas marcas dos percursos de Grande Rota. Encontradas as mesmas lá iniciámos a caminhada.
Após sairmos do parque d'Osseghem entrámos no Parque de Laeken.
Este parque de dimensões apreciáveis levou-nos ao Castelo Real de Laeken. Pelo caminho passámos pelo monumento a Leopoldo I, Rei Belga entre 1831 e 1865, ano da sua morte.
Terminada a visita saímos do palácio e seguimos na direcção do Cemitério dos Artistas. O percurso não entra no cemitério, mas na passagem é possível observar as lápides antigas, artísticas e algumas mesmo imponentes de personalidades marcantes da sociedade Bruxelense.
Passa-se ao lado da Gare do Nord, estação ferroviária e daí segue-se até à Av. Rogier.
Nesta altura, por não se ter preparado a actividade devidamente, ficámos sem bateria na máquina fotográfica e em ambos os telemóveis. Decidimos acabar a actividade e regressar a casa.
13/04/2015
Pela Rota de São João de Jerusalém em São Pedro do Sul
Neste sábado passado fomos caminhar pelo denominado PR7 - Rota de São João de Jerusalém em São Pedro do Sul.
Apesar do placard indicativo do percurso estar bem visível, o início
dentro da povoação, por falta de sinalização visível, levou-nos até à ponte
sobre o Rio Sul. Aí verificámos que estávamos a fazer o percurso no sentido
contrário àquele que pretendíamos fazer. Decidimos continuar.
Apesar da temperatura exterior ser fria, cerca de 7ºC, a subida para
Arcozelo fez-nos aquecer a ponto de alguns começarem a despir as primeiras peças de roupa.
Após uma paragem retemperadora recomeçamos a caminhada no sentido de
Regueira, Outeiro da Comenda e Fermil acompanhando durante algum tempo o Rio Trouce. Esta foi provavelmente a parte mais bonita do percurso, devido ao curso de água fervilhante
e à variedade e riqueza da vegetação nas suas margens.
Chegámos então a um ponto em que a indicação no terreno, PR7 –
Figueiredo da Donas, não coincidia com o mapa que seguíamos. Resolvemos seguir a
indicação constante no mapa seguindo pelo antigo troço da linha ferroviária do
Vouga que ligava Sernada do Vouga a Viseu. Por ser ciclável cruzámo-nos pelo caminho com alguns BTTistas.
Fizemos nova paragem para hidratação, pois agora a temperatura tinha subido e sentíamos o seu efeito.
A partir deste ponto o caminho para a Junta de Freguesia, local onde iniciámos o percurso, encontra-se bem
assinalado.
A actividade não podia acabar sem o belo repasto, pelo que escolhemos um restaurante em Campia onde os pratos eleitos foram o bacalhau
assado e a posta de carne. No final foi unânime a opinião de que a escolha foi muito boa.
Um belo passeio cujos 17 km's serviram de aquecimento para a aventura que se aproxima em Sanabria (Espanha).
Um belo passeio cujos 17 km's serviram de aquecimento para a aventura que se aproxima em Sanabria (Espanha).
24/03/2015
Pelo Trilho do Castro do Banho em São Pedro do Sul
Para diversificar um pouco as zonas e o tipo de trilhos e paisagens resolvemos caminhar lá para os lados das Termas de São Pedro do Sul. O percurso escolhido foi o PR4 - Rota do Castro do Banho.
Os caminheiros participantes foram o Pina Jorge, o Francisco, o Figueiredo, o Zeca e o Bruno que pelas 9h30 iniciaram a actividade junto ao belo edifício do Inatel.
As condições atmosféricas, algo ameaçadoras, prometiam não colaborar connosco. Enquanto estávamos nos preparativos umas gotas de chuva caíram sobre nós, mas não nos demoveu.
Após a passagem pela ponte iniciámos a primeira subida que serviu de aquecimento. Seguimos em direcção a Beirós, Ferreiros e Serrazes.
O percurso estava muito bem marcado, não dando azo a qualquer engano. Passámos por algumas casas senhoriais, um parque de campismo abandonado e finalmente começámos a aproximar-nos do Rio Vouga. Esta é a parte mais bonita do percurso, não deixando por isso ninguém indiferente.
Acabou por não chover durante a actividade o que facilitou a vida aos caminheiros. O percurso, apesar dos seus 15 kms, não foi especialmente difícil.
Obviamente que quase seria escusado dizer que no final recuperámos as calorias gastas com uma bela vitela num restaurante em Paradela.
As Fotos
18/03/2015
Escalada nas Fragas do Castelo em Valongo
Após as primeiras tentativas de fazer umas vias ficou provado que a falta de atividades de escalada e de treino específico contribuíram para o fraco sucesso obtido. Apenas o Borges conseguiu algum êxito, fazendo a abrir as vias “Salto de Cavalo” e “Aresta de Placa”. Aproveitou-se depois o top desta via para se escalar a via “Chaminé”.
Durante a atividade apareceu um escalador, sozinho, que escalou as vias todas, com grande facilidade, enquanto nós penávamos para cumprir os mínimos.
Decorria também na zona a 3ª edição dos “Trilhos do Paleozoico” pelo que, durante mais de uma hora, devem ter passado por nós umas centenas de pessoas. Esta atividade tinha vários níveis de dificuldade – Ultra Trilhos (48 Km), Trilhos (23 Km), Mini Trilhos (12 Km) e Trilho dos Pequeninos.
Mais uma vez esta deslocação serviu para nos demonstrar que muito tempo sem escalar não ajuda muito nas performances obtidas, deixando-nos os níveis de motivação e de satisfação muito baixos.
01/03/2015
Caminhada pela Serra da Freita
A ideia inicial era fazer o PR16, onde há uns anos lavrou um incêndio
que destruiu algumas indicações do percurso.
Começámos a caminhada algures entre o
parque de campismo e a Sra. da Laje. A primeira subida,
embora não sendo muito íngreme, foi suficiente para calar os mais faladores, durante
um bom bocado.
Assim decidimos seguir pelos trilhos do GR28 até Albergaria da Serra,
tomando depois o caminho até às eólicas, Aí fomos na
direcção da levada que acompanha a margem direita do Caima.
Continuámos depois por estrada até à Frecha da Mizarela, onde retomámos
novamente o trilho até ao Parque de Campismo.
Após mudar de roupa, que se encontrava completamente molhada, demos por terminada esta actividade em Chão de Ave, onde nos deliciámos com uma saborosa vitela assada.
02/02/2015
Caminhada ao Talasnal na Serra da Lousã
Com duas baixas de última hora, por motivos de saúde, partimos para a Serra da Lousã os 6 elementos que restaram. Entre eles o Bruno, o Zeca, a Carla, o Filipe, o Figas e o Francisco.
Partimos de Aveiro com chuva o que prometia dificultar a caminhada na Lousã.
Assim iniciámos o percurso junto ao Castelo, onde se encontram diversas tabuletas indicativas de vários percursos. Nas últimas caminhadas nesta serra não existiam percursos assim marcados.
Declinámos o convite para almoçar, embora com pena, pois o ambiente na salinha de refeições era convidativo, com a salamandra a aquecer o ambiente e a presença de outros grupos bem-dispostos de caminheiros.
Depois de uma breve volta pela aldeia, retomámos o trilho em direcção a Casal Novo, com o tempo a alternar entre o muito nublado e o solarengo, o que nos obrigou a várias paragens para reforçar ou aliviar o vestuário que trazíamos vestido.
A chegada ao restaurante típico junto à praia fluvial foi bem recebida porque sabíamos que por lá nos íamos deleitar com as iguarias locais. Comprovámos depois que são realmente muito boas.
Ficámos com água na boca para novas actividades. Voltei a falar da Ruta de los Tuneles e parece que existem mais interessados. A ver vamos.
22/12/2014
Sever do Vouga - Rota do Megalítico
De retorno temporário a Portugal não podia deixar de ir até uma qualquer serra para matar as saudades de uma caminhada em plena natureza.
Partimos para a zona de Sever do Vouga para fazer a Rota do Megalítico.
Iniciámos o percurso em Arcas, uma pequena povoação, junto à capela local.
O percurso decorre sem grandes problemas até à Anta da Capela dos Mouros, uma sepultura megalítica de grandes dimensões.
Após a passagem neste monumento megalítico o percurso desce um pouco, atravessando uma linha de água e subindo para a estrada.
Continuando o percurso, novo monumento megalítico surge, desta vez a Anta do Poço dos Mouros, em tudo semelhante à anterior.
Passado este monumento o trilho volta a ter o Caramulo como fundo e termina junto da capela de Arcas, local onde iniciámos o percurso.
É um percurso tranquilo, sem grandes desníveis. Tem alguma vista paisagística e em termos de monumentos é também interessante. Pena que em alguns pontos a falta de sinalização leve a dúvidas sobre o(s) caminho(s) a seguir.




















