05/10/2014
Escalada na Aldeia da Pena - São Macário
Já há algum tempo prometida e na semana passada adiada por razões meteorológicas, realizou-se neste sábado a ida às Vias da Pena para efectuar uma escalada.
Nós os participantes, Pina Jorge, Francisco, DJ e Bruno estávamos "mortinhos" por retomar uma modalidade que já não praticávamos há uns largos meses.
Depois de verificados os materiais a levar, para não termos que carregar material a mais, uma vez que o caminho até às vias ainda é um pouco “inclinado”, lá iniciámos a subida às paredes de escalada. Mal lá chegámos, equipámos e iniciámos a escalada nas vias mais fáceis, Fizemos assim o aquecimento necessário.
Procurámos depois 2 vias um pouco mais exigentes que demoraram algum tempo a ser "conquistadas".
Após tanto esforço o relógio biológico começou a dar indícios de que estava na hora doutra actividade, não menos importante e aliciante. O local escolhido para a concretizar foi o restaurante local, onde nos deliciámos com um cabrito assado bem acompanhado de arroz de feijão.
O repasto e a boa camaradagem, deixaram todos os presentes bem-dispostos e a prometer que não falhariam à próxima actividade na Serra do Açor e ainda à tão falada "Ruta de los Tuneles". Estamos já a planear estas actividades para o chamado Verão de São Martinho.
09/09/2014
Churrascada comemorativa da Travessia do GR28
Embora atrasada aqui vai a notícia do momento em que o Francisco cumpriu a promessa de realizar um churrasco, com os elementos que cumpriram a maior parte do GR28.
Após a última etapa celebrámos assim as 8 etapas que cumprimos para concretizar a volta ao Maciço da Gralheira. Se durante a travessia pudemos usufruir de belos trilhos, belas paisagens e muitos bons momentos de convívio e aventura, neste dia (30 de Agosto) pudemos deliciar-nos com os petiscos que o Francisco confeccionou.
Nesta churrascada estiveram presentes o Francisco, o Cardoso, o Dj e o Calé. Pena o Pina Jorge não ter podido comparecer.
Agora, a mais de dois mil quilómetros de distância, não sei quando poderei compartilhar novas aventuras com estes amigalhaços. Esperemos que em breve!
24/08/2014
GR28: 8ª Etapa - Arouca - Parque de Campismo do Merujal
Acabámos ontem de percorrer o "nosso" GR28, com a realização da 8ª e última etapa ligando Arouca ao Parque de Campismo do Merujal.
Durante 6 horas realizámos os 22 km do percurso com mais de 1100 metros de desnível de subida acumulado.
Em Santa Maria do Monte, a péssima sinalização fez-nos desviar do percurso, tendo-nos desviado para Lourosa de Matos, em vez de seguir directamente para a Portelada. Para corrigir o erro seguimos depois pelo PR2 até à povoação da Portelada e aí retomámos o percurso correcto.
Continuámos o caminho passando pelas povoações de Souto Redondo e Póvoa, após as quais a subida se acentua fortemente até chegar à Via Romana conhecida pelo "Caminho dos Burros".
Daí até à povoação do Merujal foi rápido, aproveitando o grupo para se refrescar no café local.
Demos depois por terminada esta nossa aventura da Travessia do GR28, junto ao Parque de Campismo do Merujal.
No final os totalistas do "nosso" GR28 realizaram oito etapas, tendo percorrido 134,93 Km's, num total de 40 horas e 15 minutos de caminhada. Pelo caminho somaram 6.977 metros de subida acumulada.
Em resumo, muito e bom convívio e camaradagem, paisagens magníficas, trilhos inesquecíveis, lugares fantásticos, algumas dores e sofrimento. Venham outros percursos!
10/08/2014
GR28: 7ª Etapa - Alvarenga - Arouca
Ontem realizámos a 7ª etapa do GR28 ligando Alvarenga a Arouca.
Partimos de Alvarenga em direcção a Lourido, descendo depois na direcção do Rio Paiva.
A descida algo acentuada fica marcada pelo início da roptura das minhas velhas botas. O adesivo do kit de primeiros socorros serviu na perfeição para fazer com que as "ditas" conseguissem aguentar a totalidade do percurso.
Enquanto eu mergulhei e atravessei a nado, os restantes elementos foram tentando evitar ao máximo molhar-se. De rocha em rocha foram procurando evitar a água, o que não conseguiram na totalidade.
Atravessado o rio continuámos então na direcção de Canelas. Já na povoação bebemos uma cervejola no café local. Depois foi subir, subir e subir até ao Centro de Interpretação Geológico de Canelas.
Continuámos então para Gamarão de Cima, onde atestámos os cantis de água fresca.
Após a passagem na aldeia o destino passou a ser a Srª da Mó, capela situada no cimo do monte que se ergue sobre Arouca. Uma boa horita de esforço depois lá chegámos junto da dita capela.
Descansámos um pouco no café local, ao sabor de mais uma cervejola e lá iniciámos a descida para Arouca.
Os meus pés também não gostaram muito da acentuada descida, mas lá me tive que aguentar até chegarmos junto à Câmara Municipal de Arouca, onde finalizámos a etapa.
Depois foi recuperar o DJ e ir a Alvarenga buscar o carro que lá estava. Claro está que estar em Alvarenga e não comer o bife....
Regressámos a casa bem almoçados (ou jantados) e também bem regados.
Já só falta uma etapa para acabarmos esta travessia pelo "nosso" GR28.
27/07/2014
GR28: 6ª Etapa - Meitriz - Alvarenga
Depois de um paragem prolongada na realização do GR28 decidimos fazer ontem a 'nossa' 6ª Etapa ligando Meitriz e Alvarenga.
Atendendo às características do terreno e ao tipo de percurso que pensávamos encontrar decidimos fazer este de forma linear, seguindo apenas o trilho marcado.
Partimos não de Meitriz mas sim de Além do Barco, do outro lado do Rio Paiva, já um pouco tarde. A volta que tivemos que dar para colocar um carro em Alvarenga e depois o caminho até Além do Barco fez-nos perder bastante tempo. Desconhecíamos a existência de uma nova ligação por estrada e fomos pela estrada antiga, com passagem ainda em estradão de terra batida.
À partida verificámos que a temperatura era elevada o que nos iria, como aconteceu, dificultar a vida.
Saímos na direcção do Sobral caminhando por alcatrão. Pouco mais tarde verificámos que a nova estrada foi construída sobre parte do percurso.
Esta etapa decorre excessivamente em alcatrão e depois entre eucaliptos.
Depois de cinco etapas muito interessantes, com trilhos e paisagens fantásticas esta deixa muito a desejar. Sem grande paisagem, excesso de alcatrão, zonas de eucaliptos, sinalização deficiente. Aliando a isso o calor excessivo que se fez sentir não ficámos com muitas saudades deste troço.
No final valeu o famoso e delicioso bife de Alvarenga bem regado com um verdinho local, que a sede era muita.
13/07/2014
Caminhada pela ciclovia do Vouga
Sabendo do alargamento da ciclovia do Vouga, que decorre pela antiga Linha do Vouga no antigo percurso Sernada do Vouga - Viseu, fui fazer uma caminhada com o Francisco e com a família, para apurar até onde vai o novo troço.
Partimos da antiga estação de Paradela do Vouga e seguimos na direcção de Cedrim. Ao chegar ao antigo apeadeiro pude constatar que o mesmo se encontra recuperado. No local tem uns bancos onde se pode descansar e um pequeno parque de estacionamento para quem quiser começar por ali a caminhar ou pedalar pela ciclovia.
A família regressou a Paradela enquanto eu e o Francisco seguimos caminho até Ribeiradio. O objectivo era andar mais um bocado percorrendo assim mais uns quilómetros. O regresso a Paradela foi feito num ritmo bastante acelerado.
O dia esteve muito agradável para caminhar, embora para o final o calor fosse um bocado intenso.
06/07/2014
Caminhando pela Rota das Laranjeiras em Sever do Vouga
Após uma longa paragem iniciámos ontem as actividades com uma caminhada pelo "PR3 - Rota das Laranjeiras" em Sever do Vouga.
A estação encontra-se recuperada e tem um bar a funcionar, o que dá alguma vida ao local e pelo menos evitou que o edifício se desmoronasse. A ciclovia agora prolonga-se para os lados de Cedrim e pelo que ouvi dizer, segue até Ribeiradio. Como não é segredo, colocar betuminoso neste trilho é gastar dinheiro inútilmente, mas a recuperação de algum do património já é muito bom.
Iniciámos o percurso junto à estação e seguimos pela ciclovia na direcção da Ponte do Poço de Santiago. Atravessado o Rio Vouga seguimos ainda um pouco pela antiga linha ferroviária até sairmos da mesma por uma longa e bastante acentuada subida.
Já não estava habituado a este esforço e custou-me um bocado. Suei e pinguei durante toda a subida, ao longo da qual se pode observar a paisagem circundante na qual a ponte ferroviária se destacava por entre a vegetação.
Passa depois por diversas localidades, pequenas e sem grande interesse, percorrendo estradas e ruelas até ao Calvário, uma modesta capela com alguns cruzeiros e daí até ao Rio Vouga, atravessando-o pela ponte rodoviária e subindo no final até à estação de Paradela.
O percurso não é muito longo e tem como maior dificuldade a subida acentuada após a saída da ciclovia. Em termos de interesse a melhor parte é o pedaço que segue pela ciclovia, sendo o resto pouco interessante.
10/06/2014
'Site Survey' na Bélgica (Bruxelas)
Por lá pude apurar as condições de vida que me esperam, o novo local de trabalho, o tempo inconstante da região e provar as famosas 'frites' e as belas cervejas belgas (muitas mesmo).
Acompanhado pelo meu amigo António Leite, a quem irei substituir no serviço, conheci o local e muitas das pessoas com quem irei privar durante a estadia por essas terras.
Para já deixo apenas algumas das fotos tiradas durante esta minha viagem.
28/04/2014
II Travessia Guarda - Loriga (Serra da Estrela)
Em comemoração do X Aniversário da primeira Travessia da Serra da Estrela resolvemos voltar a percorrer o percurso de ligação entre a Guarda e a Torre, com descida depois para Loriga pela Garganta com o mesmo nome.
Depois de fazermos a preparação física com um conjunto de caminhadas com algum nível de dificuldade, na Serra da Freita, e de tratados os mais pequenos pormenores relacionados com os equipamentos, alimentação, viagens e outros detalhes, partimos na Sexta-feira (25 de Abril), para a cidade da Guarda.
(25/Abr)
Estávamos já instalados na residencial quando chegou o quarto elemento da aventura, o Pina Jorge.
Dos quatro, três tinham estado na 1ª Travessia (Calé, Pina Jorge e Francisco). Na altura, o Francisco abandonou a aventura no segundo dia de actividade por lesão num joelho.
Dos quatro, três tinham estado na 1ª Travessia (Calé, Pina Jorge e Francisco). Na altura, o Francisco abandonou a aventura no segundo dia de actividade por lesão num joelho.
Demos uma volta pela Guarda e jantámos num restaurante local. O dia esteve frio e a ameaçar chuva.
Deitámo-nos cedo.
(26/Abr)
Saímos com frio e chuva. Sabíamos que o dia ia ser chuvoso, mas tínhamos a esperança que para o final as condições atmosféricas melhorassem.
Saímos da Guarda por uma antiga via romana e em breve chegámos ao percurso denominado por T1, onde algumas marcas vermelhas, já bastante "comidas" pelo tempo, nos foram ajudando durante o percurso.
As alterações que entretanto ocorreram, com a construção de uma estrada, modificaram substancialmente o caminho e as marcas desapareceram. A chegada a Chãos e depois a Pêro Soares foi feita sem grande certeza sobre o caminho que percorríamos. Por intuição em alguns pontos e depois perguntando a locais, lá chegámos ao ponto que pretendíamos que era a descida pela antiga via romana, para Vila Soeiro.
Seguimos depois para Vila Soeiro onde o percurso inicia a subida pelas encostas escarpadas. Esta parte do percurso não foi percorrida há dez anos atrás por indicação de um local (o compadre Abade). Na altura o conselho que nos deu custou-nos umas horas a mais de marcha para contornar a serra até chegar ao seu planalto. Desta vez e para evitar essas horas, decidimos seguir pelo caminho indicado.
Percebemos, 10 anos depois, o porquê do conselho do velho compadre. E desta vez pagámos um preço caro por o não termos voltado a seguir.
Pelo caminho a chuva foi quase sempre uma constante e o vento, por vezes forte, também não nos ajudou muito durante o percurso. Quer pela água da chuva, quer pelo suor, já íamos todos molhados, mas nesta altura sem qualquer problema de maior.
Parámos para comer qualquer coisa e logo continuámos a caminhada. Pouco depois o mato tomou conta do caminho, o que começou a ser complicado, ainda mais porque íamos bastante carregados e manobrar com as mochilas grandes e pesadas não estava a ser fácil.
Eu e o Pina Jorge tirámos as mochilas e fizemos mais umas dezenas de metros pelo caminho mas percebemos que continuar por ali estava fora de questão.
No regresso as coisas correram mal mas, apesar de tudo, temos a considerar que a coisa até acabou por não ser assim tão grave.
Regressávamos ainda pelo trilho de pé posto quando eu (Calé), ao pousar o pé, a pedra cedeu, provocando uma entorse no pé direito e, ao desequilibrar-me, o peso da mochila atirou-me para a vertente mais exposta.
Ainda escorreguei alguns metros pela pendente até me conseguir agarrar a umas rochas. Percebi logo que o meu pé direito não estaria nas melhores condições, tendo-me valido as botas. Provavelmente teria partido o pé e a situação seria muito mais complicada.
Subi novamente até ao trilho e lá fui descendo até Vila Soeiro. O pé não estava bom mas não me causava grande problema a caminhar. Talvez porque ainda estivesse quente.
Seguimos então por um trilho junto ao Rio Mondego que nos levou até a uma pequena central eléctrica. Pensámos pernoitar por lá, mas a mesma encontrava-se encerrada e o único barracão aberto era um curral para gado, cheio de dejectos animais. Descansámos ao seu abrigo enquanto decidíamos o que fazer.
Decidimos seguir a caminho da povoação dos Trinta procurando um caminho para o fazer. Depois de uma tentativa que abortámos quando verificámos que a direcção do caminho não era a que nos interessava, seguimos as marcas de um percurso pedestre.
Este levou-nos por uma levada, primeiro em equilíbrio por um estreito muro, com apoio de uns arames, facto que não me agradou em especial, mas depois seguiu por um caminho de pé posto junto à levada.
No final da subida a aldeia de Trinta apareceu-nos ao fundo, mas o caminho para lá chegar não foi fácil. Era um caminho de pé posto, entre mato molhado e escorregadio a obrigar-nos a andar meio inclinados. As ervas travavam o andamento, fazendo-nos tropeçar nelas.
Depois, já em estradão, lá chegámos à povoação e ao seu café.
Molhados, cansados, doridos, aleijados mas contentes de chegar à civilização, depois de quase 9 horas de marcha por caminhos duros e nada fáceis, ainda para mais bastante carregados.
Devido às condições atmosféricas que se mantinham, com frio, vento forte e chuva, e ao estado em que estávamos, decidimos arranjar um lugar para dormir.
Assim o fizemos ficando num alojamento local.
O banho quente e depois uma boa refeição ajudaram a recuperar o ânimo. O mesmo não aconteceu comigo quando vi o meu tornozelo. Percebi que a aventura teria terminado para mim.
(27/Abr)
Depois de uma boa noite de descanso, os meus três companheiros de aventura continuaram a Travessia e eu regressei à Guarda de táxi e depois a Aveiro de autocarro.
Sei que eles tiveram um dia bem melhor, com Sol, e chegaram à Portela, na base da subida ao São Tiago, onde acamparam.13/04/2014
GR28 por etapas (5ª etapa)
Partimos ontem para a 5ª etapa do 'nosso' GR28 por etapas. O grupo formado por mim, Pina Jorge, Francisco, Cardoso, DJ e Joaquim iniciou a caminhada em Silveiras, seguindo na direcção de Cortegaça.
A descida 'sobre' a povoação de Cortegaça é um momento bastante bonito, em termos da paisagem. As cores amarela e lilás da urze, que começa a cobrir a serra , dão nesta altura do ano grande beleza à serra.
Após a povoação mais uma pequena subida e depois longa descida para Meitriz por um estradão em terra batida.
Após passagem pela vila, o grupo separou-se em dois, não voluntariamente, tendo alguns dos elementos descido até ao Rio Paiva.
Já no alto a aldeia de Silveiras surge do outro lado da encosta. O trilho obriga-nos a uma longa descida até à passagem num riacho e depois voltamos a subir até à povoação.
No final, Chão d'Ave foi o local onde retemperámos as forças.
Agora só voltaremos a calçar as botas para a tão esperada Travessia da Serra da Estrela, em comemoração do X aniversário da primeira travessia.
Para a actividade quatro "Espíritos de Aventura", Cardoso, Pina Jorge, Francisco e Calé começaram já a preparar as grandes mochilas. Durante cinco dias ligaremos, a pé, a cidade da Guarda à Torre e daí a Loriga. Partimos nesta aventura a 25 de Abril.
06/04/2014
GR28 por etapas (3ª etapa)
Como o dia de ontem não teve as melhores condições atmosféricas, para a realização desta etapa em autonomia total, realizámos hoje todo o percurso entre o Candal e Covelo de Paivô e o respectivo regresso.
Partimos junto à Igreja do Candal, caminhando por um largo estradão, quase sempre descendente, até Covelo de Paivô. À nossa direita corria, lá bem no fundo, a Ribeira do Paivô e do outro lado da ribeira a encosta da Serra da Ribeira. O grupo hoje era ligeiramente maior com a minha presença e a do Cardoso, Francisco, Pina Jorge, Dj, Amaral e uma amiga deste a São.
Deixámos para trás a povoação e fomo-nos aproximando de Covelo de Paivô. Pelo caminho apenas um Licranço quebrou a monotonia da descida.
Descansámos um pouco junto ao rio, comendo qualquer coisa, que a subida que se avizinhava iria ser dura.
Subimos toda a serra, de forma lenta mas decidida, arfando e suando em todo o percurso. No final percorremos o trilho empedrado, que percorre a encosta a caminho da Póvoa das Leiras, e que dá o nome ao "Trilho dos Incas".
Na Póvoa das Leiras seguimos pelo percurso "PR2 - Rota das Bétulas" (São Pedro do Sul) percorrendo uma descida acentuada até à passagem sobre a Ribeira do Paivô, um local de grande beleza, com as águas revoltas da Ribeira a correr sobre uma pequena ponte. Depois foi subir ligeiramente até à povoação do Candal, terminando a etapa junto à sua igreja.
O final foi em Moldes para o já habitual repasto de Domingo.


























