13/04/2014
GR28 por etapas (5ª etapa)
Partimos ontem para a 5ª etapa do 'nosso' GR28 por etapas. O grupo formado por mim, Pina Jorge, Francisco, Cardoso, DJ e Joaquim iniciou a caminhada em Silveiras, seguindo na direcção de Cortegaça.
A descida 'sobre' a povoação de Cortegaça é um momento bastante bonito, em termos da paisagem. As cores amarela e lilás da urze, que começa a cobrir a serra , dão nesta altura do ano grande beleza à serra.
Após a povoação mais uma pequena subida e depois longa descida para Meitriz por um estradão em terra batida.
Após passagem pela vila, o grupo separou-se em dois, não voluntariamente, tendo alguns dos elementos descido até ao Rio Paiva.
Já no alto a aldeia de Silveiras surge do outro lado da encosta. O trilho obriga-nos a uma longa descida até à passagem num riacho e depois voltamos a subir até à povoação.
No final, Chão d'Ave foi o local onde retemperámos as forças.
Agora só voltaremos a calçar as botas para a tão esperada Travessia da Serra da Estrela, em comemoração do X aniversário da primeira travessia.
Para a actividade quatro "Espíritos de Aventura", Cardoso, Pina Jorge, Francisco e Calé começaram já a preparar as grandes mochilas. Durante cinco dias ligaremos, a pé, a cidade da Guarda à Torre e daí a Loriga. Partimos nesta aventura a 25 de Abril.
06/04/2014
GR28 por etapas (3ª etapa)
Como o dia de ontem não teve as melhores condições atmosféricas, para a realização desta etapa em autonomia total, realizámos hoje todo o percurso entre o Candal e Covelo de Paivô e o respectivo regresso.
Partimos junto à Igreja do Candal, caminhando por um largo estradão, quase sempre descendente, até Covelo de Paivô. À nossa direita corria, lá bem no fundo, a Ribeira do Paivô e do outro lado da ribeira a encosta da Serra da Ribeira. O grupo hoje era ligeiramente maior com a minha presença e a do Cardoso, Francisco, Pina Jorge, Dj, Amaral e uma amiga deste a São.
Deixámos para trás a povoação e fomo-nos aproximando de Covelo de Paivô. Pelo caminho apenas um Licranço quebrou a monotonia da descida.
Descansámos um pouco junto ao rio, comendo qualquer coisa, que a subida que se avizinhava iria ser dura.
Subimos toda a serra, de forma lenta mas decidida, arfando e suando em todo o percurso. No final percorremos o trilho empedrado, que percorre a encosta a caminho da Póvoa das Leiras, e que dá o nome ao "Trilho dos Incas".
Na Póvoa das Leiras seguimos pelo percurso "PR2 - Rota das Bétulas" (São Pedro do Sul) percorrendo uma descida acentuada até à passagem sobre a Ribeira do Paivô, um local de grande beleza, com as águas revoltas da Ribeira a correr sobre uma pequena ponte. Depois foi subir ligeiramente até à povoação do Candal, terminando a etapa junto à sua igreja.
O final foi em Moldes para o já habitual repasto de Domingo.
30/03/2014
GR28 por etapas (4ª etapa)
Devido às más condições atmosféricas previstas para hoje (Domingo) realizámos ontem a 4ª etapa do GR28. Propositadamente deixámos a 3ª etapa para trás para a realizarmos em dois dias e em autonomia.
O trilho sobe durante bastante tempo até acabar junto a um estradão aberto pelos madeireiros. Esse ponto é um bocado confuso porque no alargamento do caminho, e à boa maneira portuguesa, os madeireiros arrancaram placas e removeram as pedras onde se encontrava a sinalética do GR28.
Chegados à estrada seguimos no caminho situado em frente e em breve a sinalética voltava a surgir aos nossos olhos.
A povoação de Silveiras aparecia ao fundo. Descemos até à povoação, completando a parte que dizia respeito ao GR28.
Para completarmos a nossa etapa o destino passou a ser Regoufe, pelo que subimos um longo e, por vezes, íngreme percurso até à estrada, junto ao desvio para Regoufe. Na fase inicial o trilho era bastante empedrado, mas depois desviámos para um caminho menos definido no terreno na direcção de uma torre de alta tensão, situada no topo de um cabeço. Daí até à estrada foi fácil.
Para evitarmos seguir por alcatrão subimos junto às ruínas de uma casa situada junto à estrada, mesmo em frente ao trilho donde chegámos. Subimos para o planalto e daí seguimos por ele até estarmos sobre Regoufe.
Deviamos ter voltado à estrada um pouco antes mas quando demos conta já nos situávamos sobre o complexo mineiro de Regoufe. Iniciámos a descida junto às ruínas de uns edifícios e depois começámos a descer sobre as minas, pela enorme quantidade de cascalho existente.
Com muita calma e cautela fomos descendo a encosta, tentando evitar quedas e escorregadelas pouco aconselhadas, nesse momento.
Chegámos sem problemas ao complexo mineiro que percorremos até chegarmos à povoação de Regoufe.
Visitámos o café local para a tão desejada cervejinha da jornada.
Continuámos depois pelo percurso que liga Regoufe a Covelo de Paivô,
Descendo sem grandes problemas até à povoação e concluindo assim mais uma etapa da nossa aventura.
23/03/2014
GR28 por etapas (2ª etapa)
A semana passada não me encontrava nas melhores condições físicas pelo que apenas este fim-de-semana pude realizar, na companhia do Pina Jorge, Francisco e DJ a segunda etapa do GR28.
Iniciámos o percurso em Tebilhão, onde ficámos na primeira etapa, e seguimos a sinalética até Cabreiros acompanhando o "Trilho do Carteiro". Em Cabreiros seguimos por estrada até ao Candal, onde terminámos a parte relativa ao GR28.
No Candal o GR28 vai para Covelo de Paivô, o que em termos logísticos é bastante complicado devido ao facto de se passar para o outro lado da serra. Para gerir este aspecto com viaturas seria necessário dar uma longa volta de carro para colocação das mesmas em dois lados opostos da serra. Assim decidimos fazer esta etapa, na parte que diz respeito ao GR28, bastante curta, compensando na subida às eólicas das Chãs, seguindo a "Rota da Bétulas".
Nas eólicas abandonámos o percurso marcado e seguimos na direcção das Minas das Chãs, onde passámos junto às ruínas do complexo mineiro, e daí descemos a Cabreiros.
Em Cabreiros, pelo trilho que utilizamos na nossa versão do "Trilho do Carteiro", fora do percurso marcado, regressámos a Tebilhão.
Com um total de 13 km, com mais de 700m de desnível de subidas acumulado, demos por concluída mais esta etapa.
Para a semana contamos fazer a 4ª etapa, deixando a 3ª etapa para daqui a duas semanas, em versão autonomia total, para começar a habituar o corpo à mochila grande e carregada, a dois dias seguidos de actividade e ao desconforto de dormir numa tenda.
08/03/2014
GR28 por Etapas (1ª Etapa)
O GR28 é um percurso de grande rota que percorre quase todo o Maciço da Gralheira (Serra da Freita, Serra da Arada e Serra de São Macário).
Pensámos diversas vezes percorrê-lo, mas a sua distância total e as características do terreno não facilitaram a vida. Em autonomia precisamos pelo menos de quatro dias e para apoio de viaturas torna-se complicado e dispendioso, com troços a obrigar dar voltas grandes à serra para colocar e recuperar as viaturas.
E para que a ideia não fique apenas por intenção cumprimos hoje a 1ª Etapa entre o Parque de Campismo do Merujal e Tebilhão (cerca de 11km), com regresso fora de trilho e sem marcações por Gestoso onde após subirmos a encosta, atravessámos o planalto e depois percorremos a cumeada até apanharmos a parte do GR15 que leva a Albergaria da Serra e daí ao Merujal.
Entre o GR28, GR15 e fora de trilho resolvemos a 1ª Etapa, num total de 21km e cerca de 6 horas de caminhar contínuo. Fácil não foi, mas também não esperávamos que o fosse.
Para a semana contamos continuar com a 2ª Etapa a partir de Tebilhão.
16/02/2014
De Silveiras a Meitriz
Hoje aproveitámos o bom tempo que se fez sentir e fomos de novo para a Serra da Arada e Serra de São Macário.
Como parte da preparação para a "Travessia da Serra da Estrela" decidimos fazer a ligação entre Silveiras e Meitriz, passando por Cortegaça e depois regressar pelo mesmo caminho.
Durante três horas e meia de andamento contínuo, eu, o Francisco e o Cardoso percorremos os 11 quilómetros e qualquer coisa do percurso. Pelo caminho o coração foi batendo desenfreadamente, tal o desnível, mas com calma e passo determinado todos fizeram o percurso, com algum à vontade, apesar de se ter transpirado e arfado bastante.
O desnível entre o ponto mais alto e o mais baixo é de cerca de 500 metros e ao longo do percurso praticamente só se sobe e se desce.
Durante três horas e meia de andamento contínuo, eu, o Francisco e o Cardoso percorremos os 11 quilómetros e qualquer coisa do percurso. Pelo caminho o coração foi batendo desenfreadamente, tal o desnível, mas com calma e passo determinado todos fizeram o percurso, com algum à vontade, apesar de se ter transpirado e arfado bastante.
O final foi em Moldes na malga de dobradinha ou na malga da sopa da pedra, iguarias já da nossa preferência.
02/02/2014
Pelo Alto das Tormentas - Serra de São Macário
Hoje fomos até às Serras da Arada e de São Macário para procurar velhos trilhos na zona do Alto das Tormentas.
Pelo caminho, nos pontos mais altos da Serra da Arada, o gelo branqueava a paisagem.
Tentámos encontrar a passagem sobre uma ribeira, mas tal não foi possível. Mais tarde apesar de vermos o trilho do outro lado da mesma, lá chegar seria uma tarefa muito complicada. Mesmo que tal tivessemos conseguido não havia também a garantia que o trilho não desapareceria a seguir por entre giestas, tojo e silvas.
Demo-nos por vencidos regressando a Janarde, tarefa essa também não facilitada pelo mato.
Em Janarde seguimos na direcção de Cortegaça, subindo a encosta, primeiro por um trilho também com bastante mato, mas que permitia o andamento. Posteriormente seguimos por estradão e a subida é suficientemente íngreme para fazer arfar. A paisagem sobre Meitriz e para o Rio Paiva é bastante bonita.
Durante a descida desviámos para o Alto das Tormentas descendo depois por um caminho bastante degradado para Janarde, dando por terminada mais uma actividade.
Apesar de não conseguirmos caminhar pelos velhos trilhos, e o mato nos ter deixado algumas marcas pelo corpo, o dia foi bastante agradável.
11/01/2014
À aventura na Serra da Freita
Convenci o Francisco e o Cardoso a acompanharem-me pela Serra da Freita e lá nos dirigimos a Tebilhão.
Ligámos Tebilhão a Gestoso e daí por um velho trilho, nunca por nós percorrido, viemos apanhar o percurso marcado que vem da Portela da Anta.
A ligação a Tebilhão foi por estrada, o que não foi muito agradável.
No final a satisfação de voltar a provar o sabor do improviso, das más leituras e interpretações da carta, dos enganos, do desenrascanço e da necessidade de se tomarem decisões. Recomenda-se.
15/12/2013
Serra da Freita: PR10 - Rota dos Aromas
Hoje fui mais o Cardoso, o Francisco e o Figueiredo percorrer o novo percurso da Serra da Freita (PR10 - Rota dos Aromas).
Com início em Espiunca, entre Arouca e Alvarenga, o percurso na fase inicial segue ao lado do Rio Paiva, subindo depois a serra na direcção de Sarabigões.
Este percurso apesar de ter uns trilhos agradáveis peca pela falta de paisagem e pelo reduzido património com interesse.
16/11/2013
Rota do Xisto - Serra da Freita
Partindo de Canelas lá seguimos na direcção do Rio Paiva percorrendo a melhor parte do percurso. A partir da descida para perto do rio até ao seu abandono, o trilho e a paisagem são lindíssimos. Pelo caminho a passagem pela cascata do Ribeiro da Estreitinha.
Para agravar, as marcações do percurso são péssimas, com inúmeros pontos sem qualquer marcação.
03/11/2013
Pela Serra de Montemuro
Hoje fui mais o meu amigo Francisco até à encosta Sul da Serra de Montemuro.
Como os percursos eram pequenos decidimos fazer dois dos percursos de Castro Daire. O primeiro tem início em Reriz e chama-se "PR5 - Trilho do Paiva". Deve o nome ao facto de acompanhar o Rio Paiva.
Durante os seus 6,5 km pouco tem de interessante. A passagem na ponte do brasileiro e o rio Paiva são provavelmente os pontos mais altos deste percurso. De resto pouco tem de interessante.
O segundo percurso que efectuámos foi o "PR1 - Trilho dos Moinhos". Começámos a caminhar em Eiriz e pelo caminho sempre reúne pontos de passagem bem mais interessantes que o percurso anterior.
Os melhores momentos são a passagem pelo Poço Negro, pela Cascata da Tojosa e pelos Moinhos da Quinta. Apesar de ter também demasiada estrada os restantes trilhos são bem mais agradáveis e bonitos dos que os do percurso anterior.
Juntamente com o percurso da Minas de Moimenta, bem mais interessante que estes, a encosta Sul está vista. Supomos que mais para Norte e em pontos mais altos da serra descobriremos uma Serra de Montemuro bem mais interessante.
10/10/2013
Linha do Corgo: 5º Dia - Vidago a Chaves
Terminámos hoje a Travessia da antiga Linha do Corgo, perfazendo os 96,167 metros de via férrea que a compunham.
A etapa de hoje iniciou-se em Vidago tendo terminado em Chaves.
Apesar de ser a etapa mais curta, com 20Km de extensão, foi a mais complicada de realizar. A construção da A24 causou "danos" no antigo leito, tendo em algumas partes seccionado alguns troços. Daí a termos a primeira sensação de que o trilho desaparecera pouco antes da passagem em Vilarinho das Paranheiras e, de forma bem mais grave, após a passagem neste mesmo apeadeiro.
Nesta parte do percurso fomos acompanhando a auto-estrada até que o trilho desapareceu, obrigando-nos a subir a encosta e depois a descê-la para um outro trilho que apareceu. Andámos perto de duas horas por trilhos intermináveis sem um único vestígio que nos garantisse que estávamos no antigo leito da via.
Pela carta militar e com o auxílio de um GPS de automóvel, onde ainda aparecia o traçado da via, calculávamos que não estaríamos longe. Pelo menos sabíamos que à nossa esquerda estava a A24 e algures à direita a estrada nacional. Também sabíamos que íamos na direcção de Chaves. Nem tudo estava mal.
O aparecimento do Rio Tâmega também nos trouxe mais certezas de que estaríamos no lugar certo, mas...
Ao fim de quase 7km, sem povoações, nem vivalma, encontrámos finalmente um marco da CP e pouco depois chegávamos à estação de Vilela do Tâmega.
Após um descanso merecido partimos em direcção à estação do Tâmega. Pelo caminho atravessámos o rio pela Ponte Ferroviária do Tâmega para darmos entrada na antiga estação local, ou melhor, para vermos que a estação está recuperada, tem uma locomotiva a vapor e uma carruagem junto dela, mas encontra-se vedada porque é propriedade privada. Parece que é uma Pousada ou qualquer coisa do género.
Por esta altura as bolhas, esfoladelas, feridas, assaduras e outras maleitas começavam a minar o ânimo, mas convencidos que os 6km em falta seriam também eles ultrapassados facilmente. Afinal começou foi o tormento do dia. A linha praticamente desapareceu, apenas pontualmente conseguimos percorrer o leito, cheio de mato, lama, lixo mas quase sempre interrompido por Etar's, Pedreiras, fabriquetas, particulares e toda a gente que, à boa maneira portuguesa, acha que "é tudo nosso".
Terminámos junto à antiga estação de Chaves e eu ainda me consegui arrastar até ao pequeno núcleo museológico que por lá existe. Pequeno, com poucos exemplares mas sempre interessante de visitar.
09/10/2013
Linha do Corgo: 4º Dia - Vila Pouca de Aguiar a Vidago
Mais 22 km cumpridos hoje na travessia entre Vila Pouca de Aguiar e Vidago.
Esta etapa está, em grande parte, convertida em ciclovia, pelo que o betuminoso está quase sempre presente.
Na descida ao vale, o antigo leito da via afasta-se da estrada dando uma volta longa a fim de permitir a perda de altitude.
Durante essa longa volta calcámos por mais de um km o maravilhoso balastro da linha.
Em determinado ponto a via desaparece entre mato e lá voltamos nós a procurar o caminho numa espécie de selva.
A chegada a Vidago foi um alívio, com os pés em estado lastimável após estes 76 km efectuados nestes últimos três dias.
Amanhã acabamos a Travessia da Linha do Corgo, cumprindo os seus 96 km de extensão.
Ligaremos, assim, nesta última etapa, Vidago a Chaves.
Ligaremos, assim, nesta última etapa, Vidago a Chaves.
08/10/2013
Linha do Corgo: 3º Dia - Vila Real a Vila Pouca de Aguiar
Hoje fizemos a etapa Vila Real - Vila Pouca de Aguiar, num total de 29 km e uns extras.
Os primeiros metros foram efectuados ainda com os carris na linha, mas a existência de mato e silvas fizeram-nos perder a via.
Os primeiros metros foram efectuados ainda com os carris na linha, mas a existência de mato e silvas fizeram-nos perder a via.
Regressámos ao leito, agora transformado em estradão, e posteriormente, em ciclovia.
A paisagem variou entre urbana, à saída de Vila Real, e campestre, com cheiro a uvas americanas, serra isolada e desgastante e finalmente ciclovia em alcatrão para mimar os pés.
Mais uma vez chegámos nos limites, com bolhas e feridas nos pés e não só.
Amanhã serão mais 22 km dolorosos entre Vila Pouca de Aguiar e Vidago.
Linha do Corgo: 2º Dia - Régua a Vila Real
Iniciámos ontem na Régua a Travessia da Linha do Corgo.
A etapa começou junto à estação local e, após as passagens nas pontes do Corgo e da Tanha, o percurso tornou-se monótono.
A etapa começou junto à estação local e, após as passagens nas pontes do Corgo e da Tanha, o percurso tornou-se monótono.
A via não oferece grandes obstáculos, com o leito limpo, apta para a BTT.
A via percorre todos os contornos da serra fazendo-nos contemplar a mesma paisagem tempos infinitos.
Após passarmos algumas estações voltamos a passar novamente perto das mesmas passado um bom bocado de tempo.
Após passarmos algumas estações voltamos a passar novamente perto das mesmas passado um bom bocado de tempo.
A chegada a Vila Real foi bastante sofrida. Pés e tornozelos nos limites.
Amanhã vem a segunda etapa, entre Vila Real e Vila Pouca de Aguiar, cerca de 29 km.
Veremos como correrá.
Veremos como correrá.































