27/03/2010
BTT noctuno e Pedestrianismo nas Veredas do Pastor
Tínhamos marcado um bugalow para passar a noite e queríamos fazer uma btt nocturna. Ao chegar à serra percebemos logo que o tempo, lá em cima, estava agreste.
Comemos uma sopa quente de cozido e uma bifana regada por umas cervejocas e preparámo-nos para iniciar o passeio. Desta vez, e para variar, resolvemos inverter o percurso e incluir umas nuances novas.
Partimos serra dentro iniciando uma parte do percurso descendente em busca do trilho que depois nos faria subir a serra. E encontrámo-lo pouco depois, mas achámos que não era o pretendido e continuámos a busca.
Mais à frente encontrámos nova opção, que aceitámos como sendo o caminho certo. E em boa hora o fizémos porque rapidamente percebemos que não era o trilho que pretendíamos seguir, e assim fomos "obrigados" a subie o íngreme e degradado trilho, irregular e longo, de pedras soltas e muitos buracos. Lá fomos empurrando e empurrando as bikes pelo infindável trilho, onde curva após curva, continuava teimosamente a subir.
Depois de bastantes e longos minutos a subir e de muito praguejar e arfar lá fomos parar à estrada junto ao desvio para Albergaria da Serra, na estrada que depois deriva para Arouca, Tebilhão e regressa ao Merujal.
Que tempinho se verificava lá pelas bandas. Vento forte e frio, e nevoeiro que rapidamente nos gelou. Pelo menos na subida estivémos sempre abrigados do vento e deu para aquecermos bem.
Hoje pelas 09 horas da manhã juntaram-se a nós o Pina Jorge, o Rui Correia e o Bruno Gravato, que se juntou a nós pela primeira vez, com o objectivo era fazer um dos trilhos de Vale de Cambra, "Nas Veredas do Pastor".
É sem dúvida um excelente passeio com magníficos trilhos, boas paisagens, aspectos interessantes em algumas das aldeias e com uma dureza já mais a nosso gosto. A descida à aldeida da Lomba é fantástica mas a subida de retorno ao Côvo é de fazer transpirar e arfar.
Pelo caminho O Bruno aproveitou para encontrar umas Caches (GeoCaching) "escondidas" ao longo do percurso.
Levou-nos este passeio, com uma meia-hora para repousar e comer junto à igreja da Lomba, umas boas 3 horas e uns minutos, para o percorrer na totalidade a um bom ritmo de andamento.
No final e com excepção do DJ e do Bruno, que tiveram que regressar a Aveiro, todos os outros regressaram à vitela e à Posta arouquesa de Chão d'Ave.
Notou-se a "fome" de caminhar e este trilho excedeu as minhas expectativas.
Recomendo.
13/03/2010
Trilho das Levadas em Valongo do Vouga
Aproveitando o Sol que finalmente resolveu aparecer decidimos fazer um caminhada ligeira para recomeçar a habituar o corpo a estas andanças.Depois de muito escolher, e do muito que vi pouco me interessar, acabei por escolher um percurso relativamente perto de casa e que parecia conter alguma beleza e interesse.
Assim partimos de Aveiro pelas 8h15 (Calé, Natália, Cardoso, Manuela e Vicente) e encontrámo-nos em Sernada do Vouga com o Amaral que trazia consigo a Ilda, a Carmo e a Sara e seguimos para Valongo do Vouga, local de início da caminhada, para realizar o "Trilho das Levadas". Partimos calmamente primeiro por estrada e em breve caminhámos por trilhos tipicamente campestres.
O percurso não oferecia grande dificuldade física, na minha opinião também sem grande interesse em especial, excepção feita à parte em que chegámos aos Moinhos do Ribeiro a partir donde fomos acompanhando a ribeira. Algumas pequenas quedas-de-água e a ribeira animaram um pouco o passeio, devido à beleza da zona. Algumas árvores tombadas sobre o caminho obrigaram-nos a exercício extra.Depois voltámos a atravessar alguns campos e finalmente regressámos à estrada onde caminhámos até chegarmos aos carros.
Duas horas e meia foi o tempo que passeámos por este trilho suave.
No final e como sempre recuperámos, com juros, as poucas calorias gastas, ao devorarmos um conjunto de iguarias, que até me recuso a nomear.
Soube bem o Sol, soube bem ouvir a água a cantar e o verde daquela parte junto ao rio, mas precisamos de percursos mais "a sério".
14/02/2010
Visita a Trás-os-Montes e à Linha do Sabor
Depois de termos adiado a aventura pela linha do Sabor, por motivos de de não me encontrar na melhor fase de saúde e pelo joelho do Vicente, devido a uma queda de bike na linha do Vouga, decidi vir mais a Natália até a Miranda do Douro para conhecer a zona. Claro que aproveitei para espreitar a Linha do Sabor e deixar aqui algumas fotos para adoçar a boca dos aventureiros.
O frio aqui tem estado em força o que nos iria dar cabo do "cabedal" durante a aventura e as dificuldades de que me apercebi, quer pelo tipo de terreno quer pelo estado da linha, serão também um bom tónico para cá virmos percorrer os 105 Km da via em BTT.
Agora que terminei este passeio pelas terras transmontanas posso dizer que visitei o Mogadouro, Miranda do Douro, Bragança e Vinhais, onde sob temperaturas próximas dos zero graus pude
degustar a gastronomia e o vinho desta região e que me curou da gastrite que me incomodava.
degustar a gastronomia e o vinho desta região e que me curou da gastrite que me incomodava.Nada como a boa pinga local para fazer este milagre.
Vou deixar aqui um bom conjunto de fotos de património local entre o qual algumas fotos relacionadas com a Linha do Sabor onde em breve espero descobrir todo o trilho sobre duas rodas. Mas para já posso avisar-vos que vai dar luta, o que aliás é o que queremos.
10/01/2010
Minas de Carris - Serra do Gerês
A ideia era tentar ver as minas com neve, e apesar de não termos conseguido concretizar este desejo na sua plenitude pudémos vê-las ainda com muitos vestígios de neve e com muita presença de gelo, mesmo ao longo de quase todo o caminho.
Saimos relativamente cedo de Aveiro (Calé, Natália e DJ) e do Porto (Pina Jorge) em direcção ao Gerês e iniciámos o percurso já a hora ia algo adiantada, para aquilo que se recomenda numa actividade longa como esta.
Percorremos o percurso de acesso às antigas minas até as atingirmos sob um bonito dia de Sol, mas com uma temperatura que nos fazia tremer nas partes mais sombrias do caminho. Ao longo do trilho pudémos ver vestígios da neve que nos últimos dias caiu pela zona e que deve ter sido imensa, mesmo a uma altitude mais baixa.
Inúmeras cascatas geladas deram uma beleza especial à caminhada, onde também encontrámos pedaços do caminho em boas condições para a patinagem animando assim o passeio.
A chegada às minas foi, tal como sempre, o momento alto. O gelo predominava na vegetação, nas rochas, no chão e junto aos edifícios.
A lagoa encontrava-se totalmente gelada, com uma boa camada de gelo sólido por cima, proporcionando uma magnífica imagem.
O retorno tornou-se um pouco "doloroso", pelas quase 6 horas de marcha no total e por aquele caminho tortuoso de grandes pedras soltas, que massacraram os pés, tornozelos e joelhos destes pobres caminheiros.
Chegámos ao fim já a noite caía e o frio aumentava.
Chegámos ao fim já a noite caía e o frio aumentava.
Depois acabámos a retemperar forças numa mesa bem servida e melhor regada, enquanto na rua o tempo arrefecia e prometia neve para o dia seguinte.
Penso que começámos bem este ano de 2010 e espero que assim continuemos com muitas e boas actividades.
20/12/2009
Por Terras de Granito no Caramulo

Depois de dois meses parado, devido à frequência de um curso que me ocupou o tempo livre, voltei hoje na companhia da Natália, Vicente, Cardoso e Manuela, às actividades.
E que bem me soube sentir o frio no rosto e respirar o ar puro enquanto caminhava por trilhos tranquilos e observava a beleza que me rodeava.
Para começar decidimos não nos afastar muito de casa e fazer qualquer coisa não muito dura, porque dois meses parados fizeram algum estrago.
A escolha recaiu nos percursos de Águeda mais exactamente no seu "PR4 - Trilhos das Terras de Granito" que percorre as fraldas da Serra do Caramulo e onde em determinados pontos do percurso se pode ver, não muito longe, o Caramulinho, ponto mais alto desta serra.
Partimos assim de manhã cedo, com -1º de temperatura em direcção à aldeia de Macieira de Alcôba onde iniciámos o percurso.
Este percorre parte da aldeia, com alguns pontos interessantes, e depois de seguir um pouco por estrada (pena que o tenha que fazer por diversas vezes) entra depois por trlhos de inegável beleza, salientando-se a parte conhecida pelas Hortas Velhas, onde para além da beleza do trilho se encontram inúmeros vestígios de outros tempos, com várias ruínas interessantes e que indiciam tempos rudes e difíceis.
A visita à Srª da Guia com o seu forno comunitário e a vista para o Caramulo no Monte Junqueiro são outros pontos altos deste passeio pedestre.
No final e como os bons hábitos não se devem perder, acabámos por comer no restaurante "A Escola", que foi instalado na antiga escola primária, local com muito bom gosto, onde nos castigámos com um belo cabrito no forno, muito bem regado e acompanhado de outras iguarias e uma aguardente de aquecer as orelhas, que o tempo estava frio.
Foi um excelente recomeço de aventuras e esperamos em breve muitas mais...
As fotos do passeio
E que bem me soube sentir o frio no rosto e respirar o ar puro enquanto caminhava por trilhos tranquilos e observava a beleza que me rodeava.
Para começar decidimos não nos afastar muito de casa e fazer qualquer coisa não muito dura, porque dois meses parados fizeram algum estrago.
A escolha recaiu nos percursos de Águeda mais exactamente no seu "PR4 - Trilhos das Terras de Granito" que percorre as fraldas da Serra do Caramulo e onde em determinados pontos do percurso se pode ver, não muito longe, o Caramulinho, ponto mais alto desta serra.

Partimos assim de manhã cedo, com -1º de temperatura em direcção à aldeia de Macieira de Alcôba onde iniciámos o percurso.
Este percorre parte da aldeia, com alguns pontos interessantes, e depois de seguir um pouco por estrada (pena que o tenha que fazer por diversas vezes) entra depois por trlhos de inegável beleza, salientando-se a parte conhecida pelas Hortas Velhas, onde para além da beleza do trilho se encontram inúmeros vestígios de outros tempos, com várias ruínas interessantes e que indiciam tempos rudes e difíceis.
A visita à Srª da Guia com o seu forno comunitário e a vista para o Caramulo no Monte Junqueiro são outros pontos altos deste passeio pedestre.No final e como os bons hábitos não se devem perder, acabámos por comer no restaurante "A Escola", que foi instalado na antiga escola primária, local com muito bom gosto, onde nos castigámos com um belo cabrito no forno, muito bem regado e acompanhado de outras iguarias e uma aguardente de aquecer as orelhas, que o tempo estava frio.
Foi um excelente recomeço de aventuras e esperamos em breve muitas mais...
As fotos do passeio
17/10/2009
Escalada na Serra da Freita
Chegámos pela manhã, ainda bem fresca, eu a Natália e o Luís, e preparámo-nos para fazer o aquecimento nas vias mais fáceis.
Todos escalámos uma das vias e decidimos depois ir para umas vias mais exigentes que já se encontravam banhadas pelo Sol. Antes de mudarmos para as novas vias chegaram o Pina Jorge mais a esposa e o Hugo com o irmão.
Enquanto o Hugo ficou a iniciar o irmão naquelas vias os restantes iniciaram a escalada nas vias solarengas, onde a temperatura era realmente mais agradável. Um a um lá fomos fazendo as ascensões pelas vias, agora com muito mais dificuldade, esfolando os dedos e mãos.
No final a satisfação da luta estava expressa nos rostos, e nos dedos doridos e esfolados.
Foi mais uma manhã bem passada, em boa companhia.
Para acabar uma feijoada e umas maminhas de vaca bem regadas com o verde da região ainda deixaram o grupo mais animado.
03/10/2009
Aldeias de Xisto - Casal de São Simão
Apesar de já termos realizado várias actividades que passaram por algumas das chamadas "Aldeias de Xisto", nomeadamente pela Serra da Lousã, fomos espreitar esse projecto recente que envolve vários trilhos pedestres e bastantes Km's de trilhos marcados para BTT.
Começámos por passar em Penela onde visitámos o Castelo, que apesar de estar em obras não deixa de ser um belo exemplar de arquitectura militar.
Na aldeia é bem visível alguma recuperação de casas que nos pareceram poder vir a servir de casas abrigo ou de apoio, em regime de aluguer, a quem quiser fazer as actividades descritas.
A aldeia em si pareceu-nos pobre e algo desinteressante.
Aproveitei claro para ir espreitar as fragas onde estão equipadas algumas vias de escalada desportiva de vários largos e que me deixaram com água na boca. Talvez porque as vias caiem directamente sobre as águas do rio.
Passada esta bonita zona do percurso continuámos a percorrer o percurso, que segue quase sempre junto ao rio sob as árvores e a vegetação, até que duas horas e meia depois de partirmos nos levou de retorno à aldeia.
O percurso em si é agradável, circular, de grau de dificuldade acessível, embora implique uma preparação mínima atendendo a que apresenta algumas descidas e subidas acentuadas. A parte da aldeia e a passagem nas Fragas, junto ao rio, são quanto a mim as melhores partes do percurso.
Penso que o projecto "Aldeias de Xisto" é interessante, promove um conjunto de valências nacionais (paisagem, património, gastronomia, cultura, artesanato...) que merecem o nosso apoio visitando as aldeias, conhecendo o diverso património, percorrendo a pé ou de bicicleta os seus trilhos e aproveitando o que de bom toda esta zona tem para nos oferecer.
Por nós só posso dizer que em breve exploraremos outras aldeias e outros trilhos.
26/09/2009
Multiactividade na Serra da Freita
A pedido do nosso amigo Amaral fomos até à Serra da Freita para fazer uma pequena caminhada e iniciarmos mais um conjunto de amigas e amigos nas andanças da Escalada.
Após a reunião junto ao Parque de Campismo do Merujal, pelas 09h30, iniciámos então a caminhada em direcção a Albergaria da Serra e daí entrámos pela serra seguindo a levada de
água que segue até ao rio Caima e se dirige depois à aldeia atrás citada.
O grupo de caminheiros composto por velhos "espíritos" (Calé, Pina Jorge, Amaral e Hugo) e por novos "espíritos" em fase de iniciação em novas modalidades (Luís, Sara, Fátima, Manuela, Carmo e Ruka) concluíram a caminhada com demasiada rapidez, quase não deixando que os pré-reformados (Natália, Cardoso e Vicente), encarregados de levar os carros com o material até à zona de escalada, se deliciassem com as suas sandochas de presunto e respectivas cervejinhas.
Após a reunião junto ao Parque de Campismo do Merujal, pelas 09h30, iniciámos então a caminhada em direcção a Albergaria da Serra e daí entrámos pela serra seguindo a levada de
O grupo de caminheiros composto por velhos "espíritos" (Calé, Pina Jorge, Amaral e Hugo) e por novos "espíritos" em fase de iniciação em novas modalidades (Luís, Sara, Fátima, Manuela, Carmo e Ruka) concluíram a caminhada com demasiada rapidez, quase não deixando que os pré-reformados (Natália, Cardoso e Vicente), encarregados de levar os carros com o material até à zona de escalada, se deliciassem com as suas sandochas de presunto e respectivas cervejinhas.
Imagino o quanto dolorosa deve ter sido esta parte, enquanto nós sofríamos a escolher as melhores passagem pelo tojo de modo a que este arranhasse as pernocas das nossas caminheiras (eheheeheheh).
De novo reunidos, agora na escola de escalada e com o material prontinho, lá pusémos o incansável do Pina Jorge a explicar o que se ia passar, o nome dos materiais e as suas funções e iniciámos a abertura da primeira via.
Notava-se a apreensão nos rostos daqueles que nunca se tendo visto nestas andanças viam chegada a hora de se sentirem pendurados por umas corditas tão fininhas numa parede tão alta.A primeira a aventurar-se foi a Fátima e todos os outros se lhe seguiram com êxito. O medo inicial deu lugar ao prazer do desafio e todos os novatos acabaram por repetir a experiência. No final todos nós acabámos por fazer o gostinho ao dedo "trepando" rocha acima e rocha abaixo, até que chegou a horinha de recompôr o estômago. Assim o fizémos com uns nacos de carne grelhados e muito vinho e cerveja à mistura.
Pareceu-me que temos novos "viciados(as)" na pedra, mas o tempo o dirá...
19/09/2009
BTT nocturno e diurno na Serra da Freita
Ontem (Sexta-feira) partimos (Calé, Cardoso, Vicente, Amaral e Hugo) para a Serra da Freita para mais uma actividade nocturna e outra diurna no Sábado.
A ideia era fazer uma BTT nocturna na sexta e escalar no Sábado mas as condições atmosféricas previstas e depois verificadas no local excluiram logo a hipótese da escalada, pelo que concentrámo-nos na BTT.
Chegados ao Parque de Campismo do Merujal tratámos de comer qualquer coisa e tomámos a decisão de alugar um bugalow, dado que ficar nas tendas parecia ser pouco agradável.
Um nevoeiro cerrado e uma chuvinha miúdinha tinham-se instalado na serra e a noite prometia ser fresca e molhada.
Comidas umas sandochas e bebidas umas cervejolas, lá fomos para o bugalow arrumar as tralhas e preparar os equipamentos para a actividade nocturna.
Preparativos efectuados e bikes prontas faltava apenas que o Marco e o Pompílio chegassem para que o grupo ficasse completo e pudéssemos partir para uma aventura nocturna com uma visibilidade a tender para o zero.
Reunido todo o grupo lá partimos cerca das 22h20. A primeira parte decorreu por estrada numa longa subida, que serviu para aquecer bem os participantes, seguida de uma longa descida feita em ritmo lento e cuidadoso atendendo a que a dificuldade em ver a estrada era grande.
As luzes das bikes e dos frontais eram reflectidas pelo nevoeiro e ainda dificultavam mais a visão, obrigando-nos a desligar as de maior potência.
Acabada a descida entrámos pelo trilho que nos permitiu regressar à Mizarela, mas onde por entre as giestas a visão ainda se complicou. A chuva caía certinha sobre nós encharcando-nos e o trilho com pontos de pedra solta implicava cuidados redobrados. O Vicente a certa altura substituiu-me na função de primeiro do grupo, dado que a atenção em perceber por onde passava o caminho e evitar os obstáculos me começava a cansar.
Calmamente fomos evoluindo no trilho até que cerca das 23h45 chegámos ao Parque de Campismo, sãos e salvos, e encharcadinhos até aos ossos.
Despedimo-nos do Marco e do amigo que regressaram a casa e fomos tratar da higiene e vestir roupa seca e quente.
Chegou a hora de dormir, enfiados nos sacos-cama sobre as camas dos beliches, e cada um tentou dormir como pôde.
Hoje (Sábado) acordámos cedo com um dia aparentemente mais bonito, onde o Sol chegava a espreitar por entre a névoa.
A chuva que se verificou deixou-nos como alternativa à escalada a BTT. E assim o fizémos. Tomado o pequeno-almoço partimos em direcção a Albergaria-da-Serra e daí à Portela da Anta. Seguimos então em direcção ao Couto do Boi onde efectuámos uma boa descida até à estrada e daí seguimos a caminho de Espinho e dos viveiros da Granja, onde parámos para recuperar forças e comer qualquer coisa. Depois foi seguir o trilho percorrido na noite anterior e ver a cara daqueles, que o não reconheciam, ao saber que era o mesmo trilho da véspera. Nem parecia o mesmo, pelo menos agora via-se bem o trilho, a serra e as aldeias ao fundo no vale.
Chegados ao parque de campismo, mudámos de roupa e arrumámos o material e fomos todos comer uma bela vitelinha, bem regada, que isto de andar de bike para além de cansativo abre também o apetite e dá cá uma sede...
13/09/2009
Caminhada pela Mata do Buçaco
Hoje eu a Natália e os nossos cães fomos fazer uma bela caminhada (ou cãominhada) pela Mata do Buçaco. Aproveitei para fotografar o inúmero património que se encontra pelo caminho e que infelizmente se encontra muito degradado.
As inúmeras espécies de árvores, arbustos e plantas que por lá abundam, e que segundo dizem algumas raras, também me parece que mereciam melhor tratamento.
Parece-me que mais uma vez temos nesta mata um valioso património cultural, monumental, histórico e natural que se degrada dia a dia sem que haja algum tipo de intervenção.
12/09/2009
Passeio BTT "Slowdown" - Águeda
Por Vicente.
Este passeio BTT, por amável convite da Loja de Bikes "SLOWDOWN" de Águeda, contou com dois elementos do núcleo duro do "espírito", eu e o Amaral, mas também com alguns elementos que já nos têm acompanhado nas actividades que realizamos.
Assim, o nosso grupo teve a participação dos seguintes elementos: Carmo, Fátima, Manuela, Sara, Mário Jorge, Hugo, Rui, Ruca, Amaral e Vicente.
Iniciámos o evento com uma visita à espectacular loja, que representa algumas das melhores marcas de bikes e acessórios do universo BTT, acompanhado com um pré-reforço de café e bolos.
Pelas 10h começou o passeio que nos levou pelos excelentes trilhos da região, sempre bem apoiados pela organização, que fez questão que não faltasse nada (nem minis) para acalmar o pó que se fez sentir duramente durante a actividade.
Depois de alguns trilhos por zonas rurais acompanhando o rio, seguimos até um parque de merendas onde, por volta do meio-dia, nos esperava um autêntico banquete, o que pelos vistos agradou imenso aos elementos que estão habituados a
estas andanças e que referiram que nem nas melhores maratonas as condições são melhores.

Depois de saciados, o passeio continuou por trilhos rurais, onde os trabalhadores dos campos, amavelmente sempre paravam para nos dar passagem e saudar-nos, o que retribuíamos com alegria e respeito.
Na parte final uma pequena subida técnica fez a delicia dos mais habituados as estas andanças.
Refira-se que apesar de o grupo ser relativamente grande (50/60), houve sempre a preocupação de fazer os devidos reagrupamentos de modo a ninguém ficar para trás.
O nosso destino final era a "Festa do Leitão", em Águeda, onde tínhamos já lugar marcado pela organização. Chegámos cerca das 15h e depois de uma breve lavagem do pó acumulado na cara, fomos dar umas dentadas ao excelente leitão que nos serviram.
Num passeio de cerca de 50Kms e que contou com imensas meninas, as "nossas meninas", como já é habitual, estiveram muito bem e merecem o nosso aplauso.
Excelente Passeio/convivio BTT. Um agradecimento especial ao Pedro e à Susana pela organização e simpatia. Até à próxima.
Assim, o nosso grupo teve a participação dos seguintes elementos: Carmo, Fátima, Manuela, Sara, Mário Jorge, Hugo, Rui, Ruca, Amaral e Vicente.
Iniciámos o evento com uma visita à espectacular loja, que representa algumas das melhores marcas de bikes e acessórios do universo BTT, acompanhado com um pré-reforço de café e bolos.
Pelas 10h começou o passeio que nos levou pelos excelentes trilhos da região, sempre bem apoiados pela organização, que fez questão que não faltasse nada (nem minis) para acalmar o pó que se fez sentir duramente durante a actividade.
Depois de alguns trilhos por zonas rurais acompanhando o rio, seguimos até um parque de merendas onde, por volta do meio-dia, nos esperava um autêntico banquete, o que pelos vistos agradou imenso aos elementos que estão habituados a
estas andanças e que referiram que nem nas melhores maratonas as condições são melhores.
Depois de saciados, o passeio continuou por trilhos rurais, onde os trabalhadores dos campos, amavelmente sempre paravam para nos dar passagem e saudar-nos, o que retribuíamos com alegria e respeito.
Na parte final uma pequena subida técnica fez a delicia dos mais habituados as estas andanças.
Refira-se que apesar de o grupo ser relativamente grande (50/60), houve sempre a preocupação de fazer os devidos reagrupamentos de modo a ninguém ficar para trás.
O nosso destino final era a "Festa do Leitão", em Águeda, onde tínhamos já lugar marcado pela organização. Chegámos cerca das 15h e depois de uma breve lavagem do pó acumulado na cara, fomos dar umas dentadas ao excelente leitão que nos serviram.
Num passeio de cerca de 50Kms e que contou com imensas meninas, as "nossas meninas", como já é habitual, estiveram muito bem e merecem o nosso aplauso.
Excelente Passeio/convivio BTT. Um agradecimento especial ao Pedro e à Susana pela organização e simpatia. Até à próxima.
06/09/2009
Marcha de Montanha na Serra da Estrela
Assim estiveram presentes nesta actividade o Pina Jorge, Calé, Cardoso, Vicente, Rui, Borges, Marcelino, Amaral, DJ, Zé Carlos (de regresso a estas andanças) e o Hugo (em estreia com este grupo no que diz respeito a Marchas, uma vez que já esteve connosco numa BTT). Assim à partida batiamos todos os records no número de presenças numa marcha em autonomia.
Dia 0 (Sexta-feira 4/Set)
Partimos cerca das 20 horas em direcção à Pousada da Juventude das Penhas da Saúde. De Aveiro sairam o Calé, DJ, Vicente, Cardoso e Zé Carlos e do Porto/Ovar o Rui, Borges, Amaral e Hugo.
Por essa hora já o Pina Jorge estava pela serra a "espreitar" os pontos chave da nossa marcha.
Os aveirenses ao chegar ao Sabugueiro aproveitaram para comer umas sandes de queijo da serra e presunto, regado com cerveja ou tinto e finalizado com umas ginjinhas e aguardente de zimbro.
Já no final do repasto chegaram os homens do "Nuorte carago" e juntaram-se a nós na ginjinha.
Seguimos depois para a pousada onde o Pina Jorge nos aguardava, na companhia da esposa e do filho que gentilmente se deslocara à serra para nos apoiar no início da actividade.
Depois de tratadas as formalidades na pousada o Pina Jorge passou ao briefing da actividade onde falámos sobre o que iriamos fazer no dia seguinte.
Após este esclarecimento e já elucidados sobre o que nos esperava fomo-nos deitar na camarata de 10 camas que nos aguardava (bom alguns vadios ainda foram ver a noite da serra).
Dia 1 (Sábado 05/Set)
Alvorada às 6 horas, e às 7h00 partimos em direcção ao Covão d'Ametade, local de início da actividade. Aqui foi importante o apoio do filho do Pina Jorge que levou o pessoal ao local, poupando-nos uns Km's de caminhada pelo alcatrão.
Reunido o grupo partimos serra acima, primeiro em direcção à parede dos fantasmas e depois embrenhando-nos na serra a caminho da Lagoa da Paixão.
Ao chegarmos ao Ribeiro da Candeira o Borges decidiu pregar-nos um susto com uma queda que nos deixou apreensivos. Felizmente não se confirmou a entorse que temíamos.
Depois de algum descanso naquele prado, avançámos para a longa subida que nos levaria à lagoa.
Tinhamos previsto a possibilidade de estabelecer o acampamento nesta lagoa, se lá chegássemos tarde ou cansados, mas como o grupo chegou rápido e fresco partimos para o segundo ponto previsto, a lagoa das Salgadeiras.
Mais uma vez o grupo se portou bem e pelas 14h30 chegávamos ao local pretendido. Ainda se levantou a hipótese de nos aproximarmos da torre e acampar mais perto desta, mas pessoalmente acho que imperou o bom senso e cumprimos o que estava previsto.
Montámos o acampamento cedo e fomos espreitar a lagoa. Os primeiros a lá chegar logo mergulharam e nadaram nas suas águas frescas, sendo imitados, logo de seguida, pelos restantes elementos do grupo.
Depois fomos preparar o jantar, comer e contar as velhas histórias.
Bem cedo ainda nos deitámos e passámos umas longas horas deitados nas tendas, a descansar o corpo moído da marcha e das mochilas pesadas.
Dia 2 (Domingo 06/Set)
Alvorada às 6 horas, mas atendendo a que ainda era noite todos aproveitámos para ficar mais uns minutos nas tendas. Depois de preguiçar mais um pouco lá começámos, um-a-um, a sair das tocas e a começar a preparar as coisas para mais um dia de marcha.
Partimos assim em direcção à Torre e antes de lá chegar desviámos em direcção à estrada que se dirije à Covilhã.
Começava aqui a parte da aventura que se prendia com a descida para a barragem do Covão do Ferro.
Prevendo uma descida complicada três dos elementos, que apresentavam algumas dificuldades a nível dos joelhos decidiram, e bem, seguir pela estrada em direcção à pousada enquanto os outros oito aventureiros iniciaram a descida.
E que descida! Sob a batuta do mestre Pina Jorge, fomos descendo de rocha em rocha, escalando e destrepando passo-a-passo, pendurados nas ervas e nas raízes, pulando por cimas de buracos, passando por entre fendas das rochas e num verdadeiro trabalho de equipa, lá fomos passando e descendo os montanheiros e as suas enormes e pesadas mochilas, patamar em patamar.
Os restante montanheiros aguardavam, também eles apreensivos, que o grupo reaparecesse por detrás das massas rochosas que envolvem a linha de água. Mais de uma hora depois lá nos viram aparecer a todos, sãos e salvos, e lá respiraram de alívio. No entanto apesar da parte mais difícil e perigosa estar ultrapassada ainda não tínhamos chegado à barragem e ainda tinhamos algumas dificuldades pela frente.
Felizmente a calma, o trabalho de equipa e a mestria do mestre Pina Jorge, levou-nos para baixo
sem qualquer problema.
Já na barragem, descemos à estrada e aproveitámos para encher os cantis numa das casas que por lá existem, onde fomos muito bem recebidos e onde ainda conversámos um pouco sobre a actividade e outras possibilidades interessantes.
Entretanto o outro grupo tentava chegar à pousada para trazer os carros e recolher-nos.
Subimos então até à estrada que vem da torre onde o Zé Carlos nos aguardava com várias garrafas de água recolhida numa fonte. O Dj e o Borges tinham seguido a pé até à pousada.
Ficámos então à espera que eles regressassem com as viaturas. O Rui conseguiu também uma boleia até à Pousada.
Neste espaço de tempo pudémos fazer a boa acção do dia. Na casa onde abastecemos os cantis vive um cãozito que fugiu da mesma para perseguir o carro dos donos, acabando por vir ter connosco cá acima à estrada. Prendemos o cão e quando chegaram os carros fomos devolvê-lo aos donos levando-o a casa.
Após os carros chegarem fomos todos até à pousada onde tomámos um delicioso banho.
Acabada a actividade estava na hora do convívio gastronómico que nos é habitual. O lugar escolhido foi o Restaurante "O Camelo", onde comemos umas doses de cabritinho, bem regado com várias "Casas de Santar" e finalizado com uma aguardente de Zimbro.
Foi uma boa actividade, com todos os ingredientes que gostamos, boa camaradagem, espírito de grupo e que esperamos repetir, noutro qualquer lugar em breve.
02/09/2009
Visita ao Museu Ferroviário de Macinhata do Vouga
Já por duas vezes tinha ido até Macinhata para visitar este pólo museológico, mas bati sempre com o nariz na porta. À terceira foi de vez e apesar de modesto vale a pena a visita. Por lá pude observar algumas locomotivas usadas nas "vias estreitas" do Douro, Dão e Vouga e algumas carruagens e automotoras, entre outro espólio ferroviário.
Acabei por me "perder" por duas horas entre a visita a solo, visita guiada e na conversa com o funcionário do museu, que soube bem acompanhar e estimular o meu interesse.
Pena não terem alguns artigos que pudessem ajudar a documentar-me sobre as linhas e material ferroviário, mas com a nova direccção do museu pode ser que as coisas mudem.
Também pena o espaço apertado que não me permitiu, sem uma máquina fotográfica adequada e possuidora de uma grande angular, fazer fotos mais completas das locomotivas e restantes peças ferroviárias. Para a próxima já sei e também não me vou esquecer do bloco de notas, que nestes sítios aprende-se sempre muita coisa.
25/08/2009
Barragem da Bravura - 2009
Por vicente. Consegui tirar uma semana de férias e aproveitei para vir para sul, mais exactamente para a zona de Lagos, de onde os meus genes são originários, apesar de ter nascido na Gafanha na Nazaré. Assim, indeciso entre a maravilhosa praia e uma volta de BTT, decidi-me pela segunda e parti à aventura num projecto que já estava há algum tempo na minha mente, mas que só agora foi possível realizar. Sem os meus habituais companheiros destas andanças que têm muito mais experiência de orientação/navegação, e sem qualquer recurso a mapas ou GPS, resolvi contornar a albufeira da barragem da Bravura, a partir de Odiáxere. Os primeiros 10 kms foram feitos por uma estrada secundária de asfalto, aliás o unico acesso à barragem propriamente dita. A partir daí começou a aventura para mim. Tendo em conta o tipo de navegação que ia fazer, à vista, sem recurso a mapas nem outros auxiliares, sempre com a albufeira à vista, nem todos os trilhos que encontrei levavam ao meu objectivo que era contornar completamente a albufeira. Assim e após alguns trilhos em que tive de voltar atrás lá dei com a direcção certa. Os trilhos fantásticos, para a BTT e certamente para caminhada, não estão inseridos em nenhum percurso oficial, pelo menos a avaliar pela falta de informação no terreno. No entanto já tenho visto trilhos sinalizados noutras partes do país com muito menos condições para a prática destas actividades. Com o passar dos Kms de navegaçao por intuição, acabei por me encontrar em plena Via Algarviana, na qual os meus amigos Calé e Cardoso fizeram duas etapas há cerca de 2 meses. Tendo seguido por esta via durante alguns Kms, e como sei que a mesma se dirige a Vila do Bispo e depois Sagres, resolvi continuar a minha navegação à vista e continuar a contornar a albufeira da Barragem da Bravura, algo um pouco difícil, dada a configuração tentacular da mesma, onde fiz alguns trilhos descendentes sem continuidade. Acabei por conseguir contornar totalmente a albufeira, passando a cerca de 3 Kms de Monchique, o que me deu vontade de efectuar outra aventura que será a subida à Fóia na Serra de Monchique, pelo lado mais próprio para "todo o terreno", que conheci há dias.
Até um dia destes.08/08/2009
Estreia em Sernada do Vouga
Finalmente a Natália estreou a bike que lhe ofereci. Hoje bem cedo pela manhã, Natália, eu e o Vicente dirigimo-nos a Paradela do Vouga para fazer mais um treino pelos trilhos de Sernada. À nossa espera o Cardoso, a Manuela e o Amaral.
Enquanto o Vicente e o Amaral seguiram para um treino mais longo e de maior velocidade, eu e o Cardoso acompanhavamos o evoluir lento da Natália e da Manuela em direcção às Minas do Braçal. Primeiro ao longo da ciclovia e depois pelos trilhos junto ao Rio Mau até às minas, onde aproveitámos para lhes mostrar o grande complexo mineiro, agora em ruínas.
Depois já reagrupados com o Vicente e Amaral, que após fazerem o treino deles se juntaram a nós nas minas, regressámos calmamente até Paradela onde acabámos a recompor-nos dos esforço com umas bifanas e cervejitas.
Para começar a Natália fez logo uns 30 Km em cima da bike e claro no final tudo lhe doía. Há que continuar que na próxima vai ser pior... (eheheheh)
01/08/2009
Passeio BTT em Sernada
Pelas 9:15 Com a presença de sete amigos e amigas do Amaral, o grupo, que somava nove elementos, atirou-se com ganas aos nossos conhecidos trilhos/estradões de Sernada do Vouga.
A parte inicial das subidas ficou marcada por um valente aguaceiro, que não chegou para arrefecer os animos dos intrépidos betetistas. As subidas continuaram e cada um no seu ritmo lá foram subindo a montanha perseverantemente até ao topo.
Começamos então as descidas e a adrenalina disparou. Boa velocidade serra abaixo e uma sensação de satisfação entre todos os elementos, quando chegámos novamente ao tunel de acesso á estrada.
4 horas e cerca de 40 kms depois, O passeio terminou com a habitual reposição energética na esplanada do bar da estação, com uns petiscos, minis e outras beberagens.
Mais um agradável passeio, com momentos de boa disposição. Até á próxima.
Quanto a nós (Vicente, Cardoso e Amaral) temos amanhã mais um treino pela mesma zona, com a particularidade de aparecer um elemento (Luis) que depois de se ter iniciado na escalada vai agora tentar tambem o BTT.
30/07/2009
De férias pelo Algarve
Pois é caros amigos, ainda cá estou por terras algarvias. Mas esta coisa das férias de papo para o ar, com um calor de derreter os miolos e só dormir, comer e beber (muitas minis), não fazem muito o meu estilo (bem esta parte das minis até que não desgosto). Pelo menos as férias servem para descansar.
Felizmente hoje fui com a Natália e os meus cães até à Rocha da Pena e por lá escalámos umas vias (só eu e a Natália, que os cães limitaram-se a tentar perceber o que faziam os donos acima e abaixo pendurados numa corda... Enfim certamente coisas de humanos com pouco juízo).
Amanhã devo ir para a praia e depois dormir mais uma sesta, etc etc etc...
No Domingo já sigo para casa e se tudo correr bem, a partir de segunda-feira estou pronto para a acção (bikes, cordas, botas e mochila... qualquer coisa a sério).
Um abraço ao pessoal e até breve...
Felizmente hoje fui com a Natália e os meus cães até à Rocha da Pena e por lá escalámos umas vias (só eu e a Natália, que os cães limitaram-se a tentar perceber o que faziam os donos acima e abaixo pendurados numa corda... Enfim certamente coisas de humanos com pouco juízo).
Amanhã devo ir para a praia e depois dormir mais uma sesta, etc etc etc...
No Domingo já sigo para casa e se tudo correr bem, a partir de segunda-feira estou pronto para a acção (bikes, cordas, botas e mochila... qualquer coisa a sério).
Um abraço ao pessoal e até breve...
18/07/2009
Escalada no Belinho (Esposende)

O regresso ao Belinho após uns anos da primeira vez que por lá escalámos já era desejado a algum tempo. Felizmente surgiu agora a oportunidade de lá voltar e em força tal a adesão que conseguimos entre o grupo de escaladores.
Assim e pela manhã Calé, Natália, Lúcia (em estreia absoluta), Francisco, Vicente, Marcelino e os dois filhotes (Pedro e Henrique), sairam em direcção ao Porto para por lá se juntarem ao resto do elementos do grupo, Pina Jorge, Borges e Rui, e daí seguirem até às vias do Belinho.
Chegados ao Belinho começámos por visitar a Senhora da Guia, local donde se consegue uma vista espectacular para o mar e se vislumbra, não muito longe, Viana do Castelo.
O dia esteve fantástico e a escalada foi decorrendo calma mas muito divertida.
Após a abertura das primeiras vias era chegado o grande momento do dia, a primeira escalada da vida da Lúcia. E assim foi, equipada a rigor começou apreensiva a sua primeira via que acabou por conseguir fazer sem grande dificuldade. Depois aprendeu que descer pode ser um pouco mais complicado do que subir (contrariando o ditado que diz que para baixo todos os santos ajudam).
E após esta aventura outras vias se sguiram, cada vez mais segura de si.
Os restantes também se iam divertindo nas restantes vias de granito abrasivo, o qual acabou por deixar marcas em alguns dos escaladores.
Saciada a fome de rocha efectuamos a íngreme descida até aos carros e não muito longe dali acabámos, mais uma vez no tão tradicional como obrigatório convívio gastronómico.





















