01/06/2009
03/05/2009
Marcha de Montanha na Serra do Gerês

Já há algum tempo que a ideia de fazer a Travessia de Pitões das Júnias para as Minas de Carris nos abria o apetite de meter as mochilas às costas e de colocar as botas a caminho.
Sabiamos que não era um percurso fácil e muito menos para quem não conhecia o caminho.
Este fim-de-semana surgiu finalmente a oportunidade e reunidos os voluntários (Calé, Cardoso, Amaral, Marcelino e DJ) colocámo-nos a caminho.
Chegámos a Pitões bastante tarde e partimos muito perto do meio-dia o que acabou por nos ser "fatal" nas nossas pretensões. A Orientação também não correu bem o que acabou connosco a galgar morro atrás de morro em direcção ao que pensávamos ser as minas. Chegados às supostas minas verificámos de imediato que estávamos possivelmente perto mas não no local desejado. Depois foi continuar até finalmente vermos o muro da lagoa no cimo de um penhasco. Aí decidimos acampar num prado magnífico que fica no sopé do mesmo, junto a várias linhas de água, onde esta fresca e saborosa, corre barulhenta. Montado o acampamento e efectuada a higiene pessoal era hora de começar a preparar o jantar, que devorámos com apetite, tal o desgaste do dia.
Sabiamos que não era um percurso fácil e muito menos para quem não conhecia o caminho.
Este fim-de-semana surgiu finalmente a oportunidade e reunidos os voluntários (Calé, Cardoso, Amaral, Marcelino e DJ) colocámo-nos a caminho.
Chegámos a Pitões bastante tarde e partimos muito perto do meio-dia o que acabou por nos ser "fatal" nas nossas pretensões. A Orientação também não correu bem o que acabou connosco a galgar morro atrás de morro em direcção ao que pensávamos ser as minas. Chegados às supostas minas verificámos de imediato que estávamos possivelmente perto mas não no local desejado. Depois foi continuar até finalmente vermos o muro da lagoa no cimo de um penhasco. Aí decidimos acampar num prado magnífico que fica no sopé do mesmo, junto a várias linhas de água, onde esta fresca e saborosa, corre barulhenta. Montado o acampamento e efectuada a higiene pessoal era hora de começar a preparar o jantar, que devorámos com apetite, tal o desgaste do dia.
O Sol começava a desaparecer e a temperatura baixava drasticamente. Depois dos materiais arrumados, estava na altura de beber uns whiskys para aquecer e preparar para a deita. Uma noite mal dormida nas tendas e eram 6 horas da manhã, hora da alvorada. Preparámos e tomámos o pequeno-almoço, arrumámos o material e às 7h30 começámos a caminhar. Em conversa com uns Montanheiros, que também ali acampavam e que conheciam o trajecto que pretendiamos seguir, obtivémos alguns conselhos preciosos para a longa marcha que nos esperava.
Subimos a linha de água que nos permitiria abordar as Minas de Carris pelo lado da lagoa até encontrar os marcos de fronteira, depois caminhando para o lado do ponto mais alto da Serra do Gerês (Pico da Nevosa) fomos seguindo os referidos marcos fronteiriços, Km após Km, hora atrás de hora, em busca de um caminho que nunca encontrámos.
Interessante a passagem na Ourela dos Rubios, onde tivémos que improvisar para conseguir descer o penhasco, em trabalho de equipa, para descer aquelas mochilas pesadonas e depois o pessoal.
Depois foi apontar à capela de São João, ponto de referência bem ao longe, e galgar mais uns morros entre matos e tojos.
Doze horas de marcha depois chegámos doridos e cansados a Pitões das Júnias. O calor que se fez sentir quase todo o dia também ajudou no desgaste.
Para finalizar em grande um Cozido à Portuguesa no restaurante "O Preto" bem regado ajudaram a esquecer as bolhas, as dores e o cansaço.
26/04/2009
Visita a Gourim - Serra da Arada



O dia estava frio mas bonito o que nos levou, a mim e à Natália acompanhados pelos nossos cães, a dar um passeio pela Serra da Arada e a visitar a abandonada aldeia de Gourim.
A Serra coberta de urze mistura os amarelos e lilases desta planta com os verdes da restante vegetação criando assim um espectáculo de beleza única.
No local verificámos que o antigo trilho que descia para a aldeia foi recentemente transformado em estradão, o que suscitava a hipótese de haver alguma recuperação na mesma. Aquando da primeira e única visita por nós efectuada, no ano 2000, apenas uma casa se mantinha intacta estando as restantes em completa ruína.
Chegados à aldeia pudémos verificar alguns, mas poucos, sinais de recuperação e pudémos, mais uma vez, apreciar as ruínas do que em tempos deve ter sido uma aldeia rústica na qual a vida não devia ser muito fácil.
A Serra coberta de urze mistura os amarelos e lilases desta planta com os verdes da restante vegetação criando assim um espectáculo de beleza única.
No local verificámos que o antigo trilho que descia para a aldeia foi recentemente transformado em estradão, o que suscitava a hipótese de haver alguma recuperação na mesma. Aquando da primeira e única visita por nós efectuada, no ano 2000, apenas uma casa se mantinha intacta estando as restantes em completa ruína.
Chegados à aldeia pudémos verificar alguns, mas poucos, sinais de recuperação e pudémos, mais uma vez, apreciar as ruínas do que em tempos deve ter sido uma aldeia rústica na qual a vida não devia ser muito fácil.
Pelo caminho passámos pelas ruínas das minas de Gourim e supomos que após a extinção destas seguiu-se o abandono da aldeia.
11/04/2009
Travessia em BTT nas Vias férreas do Dão e Vouga

Mais uma excelente actividade, onde não faltaram excelentes momentos de convívio, de belas paisagens e de trilhos para todos os gostos.
Terminou assim em grande a Travessia em BTT das extintas vias férreas do Dão e Vouga.
Aproveito aqui para agradecer o apoio prestado pelo Clube de Caça e Pesca do Rio Pavia (Parada de Gonta) pelo apoio prestado na pernoita do primeiro dia.
Esta aventura será depois inserida na página referente à BTT nas vias férreas extintas, com os mapas do trajecto, etc...
04/04/2009
BTT nas Minas do Coval da Mó

Mais um treino em BTT, e mais uma vez com partida em Sernada do Vouga. Mas para não enjoar os velhos trilhos dedicamo-nos a procurar alternativas.
Partimos então de Sernada acompanhando o Rio Caima até Igreja. Daí dirigimo-nos à capela da Srª da Luz e em seguida subimos até ao Santuário da Senhora do Socorro.
Depois a caminho do Alto dos Barreiros passámos por mais um "monumento" ao fracasso. Os restos de um enorme complexo industrial conhecido pela Fábrica Recifel que parece que em 2003 por má gestão e desvio de fundos acabou por falir (onde é que já vimos essa história?). Lá constatámos, para além da tristeza de tamanho complexo em ruínas, mais uma atentado ecológico a contaminar o Rio Caima. Os depósitos de nafta, que ninguém se lembrou de esvaziar, com o tempo começaram a perder o viscoso e poluente líquido, que agora corre para o rio. Dada a localização da fábrica e ao facto de ninguém por lá passar, passa certamente despercebido e quem tem responsabilidades na matéria nem se preocupa com isso. Certamente que depois o Rio Vouga absorve isso tudo e nós da região acabaremos por nos "deliciar" com os resultados.
Acabámos uns Km's depois a beber a cervejinha da praxe e a comer uma bifana em Ribeira de Fráguas. Daí passámos em Bosturenga e seguimos até às Minas do Coval da Mó.
Pouco resta dos vestígios de tais minas. Subimos até ao estradão que liga à Casa Florestal e daí regressámos a Sernada. No final 42 Km de bons trilhos, com boas subidas e descidas deixáram-nos moidos mas satisfeitos.
Agora a adrenalina já está no ar para a Autonomia nas lInhas do Dão e Vouga a começar na próxima 5ª Feira.
29/03/2009
Treino em Sernada do Vouga

O objectivo era fazer mais um treino, mas queriamos ao mesmo tempo procurar novos trilhos. Assim o fizémos e partimos com a ideia de chegar às Minas do Coval da Mó.
Iniciámos uma subida até junto da A25 e depois dirigimo-nos às margens do Rio Caima. Após passarmos Valmaior e na tentativa de chegar a Gavião cometemos um erro de navegação e fomos parar a Mouquim. Corrigido o erro lá nos dirigimos à pedreira e daí até Gavião.
Após Gavião e sempre a subir, voltámos a perder o Norte e numa subida longa e para nós suficientemente dura fomos parar ao estradão já nosso conhecido que liga à casa do guarda florestal. Depois e devido ao tempo perdido durante os erros de navegação e às pernas doridas decidimos regressar a Sernada.
As Minas terão que ficar para a próxima.
21/03/2009
Travessia BTT Serra da Freita-Paradela do Vouga
O tempo esteve magnífico e lá rumámos todos, bem cedo, para o Meruzal. Para a BTT (Calé, Cardoso, Daniel (DJ) e Vicente) e no Apoio (Natália, Manuela, Andreia e Inês).
Chegádos à Freita preparámos o material e iniciámos a pedalada em direcção a Albergaria da Serra, daí partimos para a subida da Costa da Castanheira e passagem pela Aldeia das Pedras Parideiras.
A descida técnica para a Felgueira proporcionou o primeiro vôo do DJ, daí resultando uma t-shirt rasgada, vários arranhões e contusões e uma bike ligeiramente "empenada". Depois dos curativos lá seguimos viagem.
Aos poucos e por trilhos de bom nível fomos andando em direcção à Serra do Arestal, para os lados de Sever do Vouga.
Acabámos a beber uma cervejinha na Srª da Saúde. Depois penámos um pouco até à capela de São Tiago donde procurámos chegar aos trilhos de Sernada. Apenas por uma vez andámos em busca dos trilhos que queriamos, de resto a orientação correu bastante bem. Os trilhos também foram bastante bons e os Km's em alcatrão foram muito poucos e normalmente apenas em algumas aldeias nos pontos de ligação entre trilhos. No entanto ainda tivémos tempo de ver o segundo vôo do DJ. É caso para dizer que o rapaz tem "queda" para a BTT.
Chegádos aos trilhos de Sernada foi descer até à casa do Guarda e daí até à ciclovia. Depois foi percorrer a extinta linha de comboio até a Paradela.
Enquanto pedalávamos o pessoal do apoio trazia as viaturas até Sever do Vouga onde também passaram um bom bocado em visitas turísticas e gastronómicas, tendo-nos depois recuperado junto à antiga estação de comboios de Paradela.
No final foi mais um dia bem passado e mais uma excelente actividade.
15/03/2009
BTT na Serra do Ladário

Já tinhamos ouvido falar na Serra do Ladário e lido relatos em blogs de outros Betetistas que nos despertaram a curiosidade. Hoje decidimos pegar nas cartas militares e navegar pelos trilhos desta serra situada à "porta de casa".
Partimos de Paradela do Vouga pela antiga ciclovia até Cedrim e daí iniciámos uma interminável subida até a povoação do Ladário e depois até à Albufeira da Vessada do Salgueiro. Pelo caminho teve momentos em que usufruimos de uma bela vista sobre o vale do Rio Vouga. Bonito de se ver.
Partimos de Paradela do Vouga pela antiga ciclovia até Cedrim e daí iniciámos uma interminável subida até a povoação do Ladário e depois até à Albufeira da Vessada do Salgueiro. Pelo caminho teve momentos em que usufruimos de uma bela vista sobre o vale do Rio Vouga. Bonito de se ver.
Pena não termos encontrado a via romana de Cedrim, mas na próxima vez talvez tenhamos mais sorte.
Pelo caminho "perdemos" o Cardoso, mas lá o voltámos a encontrar na albufeira.
Depois foi sempre a descer e a acelerar até regressarmos a Paradela.
Ficou-nos a sensação de que esta serra tem mais para explorar. Voltaremos lá em breve.
08/03/2009
Por trilhos da Quinta do Convento em Marialva
Estava prevista a realização de uma BTT pelos trilhos de Marialva, mas a poucas horas da partida uma mazela no meu ombro direito, que quase me paralisou por completo o braço, ia deitando tudo a perder. Em cima da hora resolvi mudar a actividade de BTT para uma caminhada e com a concordância dos restantes elementos lá seguimos para a zona prevista.
Iamos preparados para frio e chuva e acabámos por aproveitar um excelente dia de Sol e calor.
Assim os cinco (Calé, Natália, Cardoso, Manuela e Vicente) fielmente acompanhados por uma cadela da aldeia lá efectuámos o percurso da "Quinta do Convento".
O percurso não é dos melhores que já fizémos e acho mesmo que esta zona apesar de excelente para BTT é pouco interessante para Pedestrianismo. No entanto o percurso não deixou de ter alguns motivos interessantes, entre os quais a passagem pelas ruínas do Convento.
Seguindo a descrição do percurso constante nos livros do Inatel (Carta de Lazer das Aldeias Históricas), consegue-se realizar o percurso, mas o recurso a uma carta militar pode evitar alguns dissabores e permite mesmo cortar um pouco do trajecto, se houver essa intenção, dado que ainda é longo (O mapa e as descrições irão depois constar na página que está em construção sobre as Aldeias Históricas).
A visita a Marialva (parte antiga) é sempre interessante e recomendada pela beleza da aldeia na sua parte muralhada.
A visita a Marialva (parte antiga) é sempre interessante e recomendada pela beleza da aldeia na sua parte muralhada.
No final acabámos por visitar outra das Aldeias Históricas (Trancoso) não por motivos
patrimoniais, históricos nem arquitéctónicos mas sim porque decorria a Feira dos Enchidos e Sabores.
O resto nem vou contar...



Fotos do passeio
22/02/2009
Regresso aos treinos de BTT
Regresso em força aos treinos de BTT para apurar a forma para algumas actividades que temos em ideia concretizar nos próximos tempos. No Sábado fomos a Sernada do Vouga e no Domingo treinámos aqui entre a Gafanha e o Areão.Há algumas boas ideias a pôr em prática já no mês de Março (mantenham-se atentos ao blog).
Algumas fotos
17/01/2009
Com o regresso da Brigada do Reumático...
...todo o cuidado é pouco.
Já começámos a "mexer" e a vontade é muita, por isso quem quiser que se "ponha a pau" porque assim que recuperarmos das artrites, dores reumáticas e da obesidade resultante de horas nos sofás e das rabanadas do Natal ninguém mais nos vai parar.

Para aqueles que pretendem vir a juntar-se a nós o melhor é começarem a tirar o pó, entretanto acumulado sobre o material, e prepararem-se para mais umas actividades à nossa maneira.
Para já e para se deliciarem, vejam as fotografias da nossa ida à Rota do Xisto (entre Arouca e Alvarenga).
No final da caminhada, e para manter a tradição, lá devorámos uns belos bifes de Alvarenga, muito bem regados com um verdinho tinto da região. Depois eu a Natália o Vicente e o Pedro Cardoso, fomos visitar o Centro de Interpretação Geológica de Canelas onde aprendemos algumas coisas sobre a vida nesta zona à cerca de 520 Milhões de anos (recomenda-se a visita ao Museu).
27/12/2008
De volta ao BTT
Para ajudar a queimar estas rabanadas, filhóses e um conjunto vasto de guloseimas cheias de calorias, ingeridas nestes últimos tempos, fomos fazer uma BTT cá pela terra.O dia esteve magnífico para ficar à lareira, gelado e com chuva "fresca" e abundante, mas mesmo assim nada nos demoveu de pedalarmos trilhos fora.
Para além de nós até as bikes estão enferrujadas e brindaram-nos com dois furos pelo caminho. Ossos do ofício.
Mas que soube bem, soube...
01/12/2008
Neve na Serra da Freita
Não podia perder este momento por nada deste Mundo. Ontem fomos espreitar o Caramulo e a Serra da Arada e pelo que vimos sabiamos que a Serra da Freita também estaria cheinha de neve.
Por isso mandei o estudo às malvas e fui mais a Natália ver como estava a nossa serra favorita.
A nós juntaram-se o Amaral e a Ilda e juntos percorremos a pé um pequeno percurso, onde o branco perdominava nas cores que nos rodeavam.
Magnífico, valeu bem a pena lá ter ido. No final uma vitelinha regada com um verde tinto da zona para aquecer a alma.
Excelente dia.
30/11/2008
Passeio na Serra do Caramulo e Serra da Arada

Neste fim-de-semana em que a neve caiu em força pelo Norte e Interior do país tivémos que cancelar a actividade prevista para ontem, e pelos visto bem, mas hoje fomos "espreitar" a neve na Serra do Caramulo e na Serra da Arada (indo por São Pedro do Sul).
Estava tudo branquinho e bonito, pena as estradas de acesso aos planaltos estarem cortadas pela quantidade de neve que caiu no dia anterior e que ainda as cobria.
Pelo menos deu para andar na neve e ver as bonitas paisagens esbranquiçadas. Junto com a Natália e os nossos cães (Ruca e Rosnão), lá fomos para o frio.
Amaral no PR9 em Arouca
11/10/2008
Trilhos de Vouzela
Já há muito que não faziamos uma caminhada à moda antiga.
A escolha recaiu num dos trilhos de Vouzela "Um olhar sobre o Mundo Rural" que percorre trilhos da Serra do Caramulo.
Claro que, tal como sempre, tivémos que inventar uma parte do percurso fora dos locais marcados. Assim lá esgravatámos tojo pela serra acima até fazermos do percurso linear um percurso quase circular.
Foi bom, mas estes pés já não estão habituados a caminhar tanto tempo seguido. Por isso há que continuar para recuperar a habituação necessária.
Os finais continuam bons como sempre, em alguma mesa bem recheada e melhor regada. Pelos vistos ainda continuamos em forma.
04/10/2008
Escalada em Montejunto Novo
Devido à minha estadia, por motivos profissionais, por terras da Ota-Alenquer aproveitei para ir espreitar as vias de Montejunto Novo.
Num final de tarde ventoso e frio lá me aventurei a fazer algumas vias "assegurado" por um colega que pela primeira vez fazia segurança.
Depois também aproveitei para o iniciar nestas andanças e claro, ficou logo viciado.
De positivo é que já temos um local, onde poderemos passar umas horas entretidos.

























