27/07/2008
20/07/2008
MultiActividade na Serra da Freita
Pelo caminho um banho refrescante no rio (alguns pelo menos o fizeram) e depois a adrenalina do rappel.
Retemperámos as forças no final do dia com um cabritinho assado, vitela as
sada e uns enorme bifes arouqueses. Tudo claro muito bem regado que o calor era muito e a desideratação tinha sido grande durante o dia.
No Domingo a Escalada dominou a parte da manhã com o grupo a aventurar-se rocha acima.
Para recordar entre muitas das peripécias, salientamos os mosquitos do passeio nocturno que numa belíssima noite de lua cheia nos esperavam no caminho, o excelente convívio entre os elementos do grupo, a adrenalina vivida nas falésias, os cromos que não sairam durante o jogo, e certamente os bolos da Elisa.
Para quem tentou acompanhar as actividades "quase em directo" através do nosso blog pedimos desculpa, mas a rede de telemóveis foi praticamente inexistente em toda a zona onde se realizou a actividade.12/07/2008
Dependentes da Pedra...
Mais uma vez apanhados na Pedra... (da Freita)
O vício fala mais alto e já não resistimos à rocha que nos arranha o corpo e mói a alma.
E como gostamos das coisas que nem sempre são fáceis, pelo menos para nós, cada vez estamos mais dependentes desta "pedrada".
E no próximo fim-de-semana lá voltaremos com um grupo para uma multiactividade, também com mais dose de pedra.
29/06/2008
Preparação de actividade
Ontem (Sábado) fomos à Serra da Freita para preparar a actividade dos dias 18, 19 e 20 de Julho. Percorremos a pé alguns dos trilhos por onde se irão realizar algumas das actividades que pretendemos organizar.
Apesar de já conhecermos bem esta serra e muitos destes caminhos, continuamos a ter um grande prazer de lá voltar, caminhar, pedalar e escalar.
O calor que se fez sentir e a quantidade de gente que por lá começa a estar, fez-nos retirar mais cedo.
21/06/2008
Escalada na Serra da Freita
Que dia espectacular de Sol e calor, e que melhor para fazer do que um dia na Serra da Freita?
Decidimos aproveitar para escalar e treinar algumas manobras de corda.
Durante o dia também "apertámos" com o nosso amigo Vicente para que ele começasse a ganhar mais à vontade em locais sugestivos no que diz respeito à altura.
No fim já saltava e andava quase à vontade (mas ainda não à vontadinha)...
Decidimos aproveitar para escalar e treinar algumas manobras de corda.
Durante o dia também "apertámos" com o nosso amigo Vicente para que ele começasse a ganhar mais à vontade em locais sugestivos no que diz respeito à altura.
No fim já saltava e andava quase à vontade (mas ainda não à vontadinha)...
10/06/2008
Multiactividade no Minho e Galiza
Partimos em direcção a Vila Nova de Cerveira, local a partir do qual nos propunhamos realizar um conjunto de actividades de Montanhismo e BTT, gastronómicas e turísticas.
Chegados à serra d'Arga dividimos o grupo. Nós (Calé, Vicente e Cardoso) seguiamos para o lugar de Arga de Baixo para percorrer a serra em BTT enquanto as acompanhantes (Natália, Andreia e Manuela) seguiam para Cerveira para uma actividade turística (a feira de Cerveira, ehehehehehe).
Iniciámos o percurso em direcção a Arga de Cima e em seguida percorremos um trilho empedrado e técnico até ao planalto da serra. Este trilho longo e duro pôs à prova as nossas fracas habilidades técnicas neste tipo de terreno, e após muitas quedas, esfoladelas e caminhadas ao lado da bike lá chegámos aos planalto.
Aqui reinava uma calma magnífica e em breve estávamos rodeados por dezenas de garranos que pastavam em manadas espalhadas pelos prados verdejantes. Bonita visão a destes belos animais que nos olhavam curiosos e desconfiados.
Percorrido o planalto subimos à Pedra Alçada, local de onde se avistava Viana do Castelo, Vila Praia de Âncora, Caminha e Vila Nova de Cerveira, vendo o Rio Lima ao longe e o o Rio Minho e o mar bem mais perto. Bonita paisagem.
Chegados ao final do passeio fomos beber uma tacinha de verde branco ao café da vila. Nada como saborear os belos prazeres minhotos.
A tarde prometia, com uma mariscada em La Guardia, e se a promessa era interessante melhor foi quando nos colocaram aquelas travessas enormes à frente. Sim que isto de pedalar abre muito o apetite.
Saimos pela manhã em direcção à Galiza para fazer o circuito pedestre dos Muiños de Fólon e Picón. Durante duas horas caminhámos e pudémos observar um grande quantidade de moinhos de água, que situados num local tranquilo, onde apenas o som da água a correr perturba o silêncio mas ajuda a relaxar. O local é de grande beleza e o património é digno de ser observado. Já lá tinha ido com a Natália e a Andreia mas valeu bem a pena voltar a percorrer estes trilhos.
Depois e já de regresso a Portugal fomos comprar uns frangos de churrasco e deslocámo-nos para o parque de merendas à beira rio.
Surpresa agradável, o Pina Jorge e a esposa juntaram-se a nós neste repasto. É o retorno de um grande amigo e grande impulsionador das nossas aventuras. Infelizmente por motivos pessoais não nos tem podido acompanhar nos últimos tempos.
Claro que agora não podíamos abandonar a zona sem escalar nestas paredes de granito agressivo. E assim foi, sob a batuta do mestre Pina Jorge divertimo-nos à grande naquelas vias.
Depois do jantar a família Pina Jorge regressou a casa e nós fomos digerir o jantar até às vias artificiais que existem no parque da vila.
Para azar o Cardoso começava a dar ares de estar a "chocar" uma gripezita.
Segunda-feira (09/Jun)
Pela manhã fomos até Valença em busca da extinta via férrea que ligava Valença a
Monção e que foi encerrada em 1990.
Só eu e o Vicente é que pegámos nas bikes e nos aventurámos a seguir a actual Ecopista do Minho ao longo dos seus 13 Km e retorno. Infelizmente o Cardoso não estava na melhor forma e ficou em Valença com os restantes elementos do grupo.
A realçar a calma que se sente ao longo da via, que percorre campos de vinhas e arvoredo. Já na parte final a via junta-se ao belo Rio Minho que corre tranquilo separando Portugal da Espanha.
Um esquilo negro decidiu correr um pouco á nossa frente e executar uma escalada rocha acima a fazer-nos roer de inveja, por não escalarmos nem com um décimo da habilidade e destreza.
Pelo caminho visitámos a Torre de Lapela, local onde à vinda bebemos uma tacinha de vinho verde tinto, que nos animou e deu energia para o resto da viagem. Ainda aproveitámos para apreciar as velhas estações (algumas recuperadas, outras nem por isso) e para fazer uma visita ao exterior de um Mosteiro antigo e também ele em ameaça de ruir.
Por fim vimos a fortaleza de Valença e do outro lado do rio a de Tuy indicando-nos assim o fim do passeio.
De tarde ainda fomos espreitar as paredes de escalada de Penice mas não chegámos a escalar, regressando à Vila Nova de Cerveira onde descansámos no parque de lazer.
Depois do jantar e em estilo de despedida voltámos às paredes artificiais para mais um momento de diversão.
Terça-feira (10/Jun)
Uma vez que o Cardoso não apresentava melhorias decidimos não efectuar a caminhada aos Moinhos da Montaria, mas certamente que teremos muito mais oportunidade para o fazer.
Foi mais um belo fim-de-semana de grande convívio e diversão.
E era chegada a hora do regresso a casa, satisfeitos por mais estas "aventuras" mas com fome de muito mais...
Dia 2
03/05/2008
Nova Escalada na Freita
Desta vez só eu e o Cardoso é que resolvemos esfolar mais as mãos, os dedos e os joelhos. Começámos por escalar uma das vias mais fáceis com o objectivo de chegar às vias que ficam num patamar mais acima.
Já no local e com uma vista magnífica e bastante sugestiva, escalámos duas vias, que pela sua localização parecem bem mais altas e causam alguma tensão na fase inicial. No entanto nada que nos impedisse de as escalar.
Depois rapelámos até ao patamar que serve de topo às anteriores e daí até ao solo.
Cá em baixo ainda nos batemos com mais vias até que as forças se esgotaram e não deram para mais.
Foi um dia tranquilo, muito bem passado em luta nestas vias de escalada.
Já queremos é mais...
01/05/2008
Escalada na Serra da Freita
O dia estava cinzento e fresco a ameaçar chover, mas lá arriscámos a ir até à Serra da Freita. Por lá divertimo-nos a escalar algumas vias já nossas conhecidas, mas que nem por isso deixaram de dar luta. Experimentámos ainda mais um V grau que nunca tinhamos feito.
Quando apareceu o Sol e aqueceu o ambiente, tudo se tornou mais agradável dando mais ânimo para continuarmos a esfolar os dedos rocha acima.
Todos os presentes (Calé, Natália, Andreia, Cardoso, Manuela e Amaral) tiraram a barriga de misérias, mas ainda não estão satisfeitos e querem mais.
Parece que no Sábado pelo menos eu e o Cardoso lá vamos voltar.
28/04/2008
Passeio ao Buçaco e Penacova
Após a passagem na Portela e obtidas as fotos dos moinhos, seguimos para Penacova a fim de procurar as ditas vias de escalada. Aqui é que após olhar atento ao guia verifiquei que a maioria delas são de escalada clássica e não desportiva.
Algo desanimado lá fui com o Cardoso procurar um dos sectores que tem duas vias desportivas de graus acessíveis. Para lá chegar, encosta acima em trilho degradado e difícil, suámos as estopinhas carregados com o material.
Depois de descobrir as ditas vias lá abri a primeira sem grandes problemas, um IV+, e de seguida o IV grau que faltava, sendo depois imitado pelo Cardoso. O local não é de acesso fácil, mas as vias são interessantes (infelizmente não fotografámos esta parte).
Com o gostinho ao dedo feito, fomos primeiro almoçar e depois visitar o conjunto de Moinhos da Serra de Gavinhos. Claro que nasceu logo a ideia de ligar estes dois conjuntos de moinhos a mais um terceiro (os da serra da Atalhada) em BTT.
Quem sabe se entretanto equipam mais umas vias acessíveis para também podermos fazer o gostinho ao dedo.
07/04/2008
Marcha de Montanha - Trilho dos Incas

O Trilho dos Incas é para mim um dos mais bonitos trilhos da Serra da Freita. Longo, duro, bonito, tem de tudo o que se pode querer numa actividade de Montanhismo.
Eram 9 horas de Sábado e o grupo de 5 elementos (Calé, Vicente, Cardoso, Amaral e Rui) lá se encontrou em Arouca para a realização de uma marcha de dois dias. Seguimos então até à Póvoa das Leiras onde, após os últimos retoques nas mochilas, lá partimos em direcção ao dito trilho.
O dia estava fantástico, ensolarado e nesta fase com uma temperatura amena.
Pouco tempo depois já percorriamos a parte que dá nome ao trilho, por ter algumas parecenças, salvo as devidas proporções, ao famoso Inca Trail.
Chegados à Serra da Ribeira o horizonte alargou-se e começou-se a desfrutar de uma paisagem magnífica.
Infelizmente a "praga" das eólicas, postes e cabos de alta tensão também já invadiram este paraíso, mas nem quero comentar isso.
Caminhámos então ao longo da serra em direcção à aldeia de Covelo de Paivô, que se dislumbrava ao longe e lá em baixo.

A descida massacrava-nos as pernas. Também o peso das mochilas já se fazia sentir nos ombros e costas. Uma paragem para comer e beber qualquer coisa deu para descontrair enquanto observávamos o rio que corria ao fundo, com inúmeras cascatas e poços excelentes para dar um mergulho.
Finalmente a descida acabou e atravessámos o rio Paivô, começando então a subida até ao trilho que liga à aldeia de Regoufe. Agora era o calor que nos castigava e o Sol mordia-nos as carnes, enquanto subiamos penosamente por caminhos nem sempre muito bons.
A paisagem continuava a ser deslumbrante, acompanhando primeiro o Rio Paivô e depois a ribeira de Regoufe. Uma nova paragem à sombra de um velho castanheiro ajudou a refrescar um pouco e logo a seguir chegámos a Regoufe. Aí fomos logo à tasca beber umas cervejinhas bem frescas e descansar um pouco.
Depois reabastecemos de água e subimos até ao alto de Regoufe e descemos para o Pego, local previsto para o acampamento.
Mais um trilho de paisagem maravilhosa este que nos leva ao rio. A passagem na já decadente e pouco segura ponte de madeira animou a festa.
Já na chegada ao local do acampamento, talvez pelo cansaço das horas de marcha, pela carga que transportava e pelo calor o Vicente escorregou e para azar tem uma entorce no pé direito. Esta situação, atendendo ao local em que estávamos poderia ter tido contornos bem mais desagradáveis.
Com mais um esforço lá chegámos ao rio e ele aproveitou para colocar o pé na água fria a fim de minimizar o inchaço que já alastrava pelo tornozelo.
Aproveitámos para nos resfrescar nas águas geladas e apenas o Cardoso conseguiu dar um mergulho. Frescos e mais descansados montámos o acampamento e fomos preparar o jantar, que o dia tinha sido desgastante e a alimentação escassa.
Aqui vem a parte maravilhosa dos dotes culinários deste pessoal. O Amaral preparou uma punheta de bacalhau com alho, cebola e até azeitonas, O Cardoso esparguete à milanesa, eu arroz com carne de búfalo seca. No final o Vicente apresentou uma bela e saborosa manga e o Cardoso ainda fez arroz doce (é verdade com canela e tudo). Até parecia que estávamos num belo restaurante).
Um pouco de conversa e estava na hora do descanso.
Depois de uma noite mal dormida, como todas as que passo em tendas lá chegou a hora da alvorada.
Devido ao problema com o pé do Vicente resolvemos que ele voltaria para trás até Regoufe acompanhado pelo Cardoso e pelo Rui enquanto eu e o Amaral subiriamos em direcção à Póvoa das Leiras para recuperar o carro.
Como a nossa parte era a mais "dura", aliviámos carga para os dois "acompanhantes" e partimos deixando-os a desmontar o acampamento.
Depois de tentarmos a passagem por um velho trilho, e de verificármos que o mato não nos ia facilitar a vida, decidimos voltar atrás e abordar a subida à bruta. E assim foi, com um desnível bem acentuado fomos galgando terreno, não sem parar umas quantas vezes para respirar e acalmar o coração que galopava nos peitos. Depois de encharcar bem as camisolas lá subimos a serra, de patamar em patamar, até ao alto da cota.
Enquanto subiamos iamos observando, do outro lado da encosta, o trio a evoluir lentamente trilho acima até ao alto de Regoufe.
Quando finalmente chegámos à Póvoa das Leiras, bebemos mais uma cervejinha no café e partimos em direcção a Regoufe, via Portal do inferno (lugar lindo com os seus penhascos) a recuperar os restantes elementos.
Já em Arouca juntaram-se a nós a minha família e o Amaral retirou-se para uma feijoada que o esperava em casa (que pena que temos dele... :) )
No final, e como sempre, acabámos a comer um belo cozido à portuguesa e uns saborosos nacos de carne arouquesa com feijão, obviamente bem regados.
Cansados, doridos e empenados mas bem satisfeitos e já com vontade de preparar outra para breve.
Video 2º dia:
29/03/2008
Mais um treino de BTT...
A ideia era termos ido ao Gerês pedalar na Geira Romana mas as previsões para Domingo poderiam afectar a actividade do segundo dia. E como queremos lá ir fazer dois dias completos em actividade adiámos para uma próxima oportunidade.
De qualquer forma não ficámos parados e fomos fazer mais um treino a Sernada, aproveitando para espreitar o interior das Minas da Malhada.
Pelo caminho o Amaral partiu o desviador da bike e depois passou o tempo a divertir-se a colocar a corrente no sitio e ela a saltar fora. Bom passatempo...
Se estivessemos na Geira Romana era caso para dizer que "este romano está louco...", mas como estávamos em Sernada nem sei o que dizer!!!!
Video:
22/03/2008
Treino de BTT
Mais um treino de BTT em Sernada do Vouga, desta vez entre chuva e lama. Depois de ontem caminharmos e escalarmos num bonito dia de Sol, hoje resolvemos tomar banho numa água gelada mas em boa quantidade, enquanto rolávamos sobre enormes poças de água e lama. No final as bikes e nós estávamos "impróprios para consumo".
Uns verdadeiros porcos, sujos, feios e maus...
21/03/2008
Caminhada no Vale do Poio e Escalada na Redinha
Hoje fomos até à Redinha para fazer duas actividades. O dia esteve bonito e ideal para a realização de uma caminhada, em ritmo acelerado de marcha, pelo sempre bonito Canhão do Vale do Poio. A proliferação de vias de escalada naquela zona fomentaram a limpeza do mesmo sendo agora possível caminhar à vontade. Antigamente atravessava-se uma zona de mato denso, por vezes difícil de transpôr.
Depois de duas horas de caminhada fomos até às paredes com o objectivo de escalar umas vias e convencer o Vicente a fazer uma via completa.
Coube-me a mim abrir a primeira via, via essa já sobejamente conhecida e
de grau baixo (IV) que foi bastante dificultada pela rocha gelada. A meio da via já não sentia as mãos e tive alguma dificuldade. Depois seguiram-se o Cardoso e o Alexandre que se debateram com o mesmo problema.
Passámos então para um grau III a fim de "iniciar" o Vicente nestas andanças. Depois de aberta a via lá começou, a princípio algo relutante, mas aos poucos foi ganhando confiança até ao Top. Mal acabou de descer voltou logo a pedir para a voltar a fazer. E assim foi, nova ascensão desta vez sem grande dificuldade.
Abri o IIIº grau a seguir e ele efectuou mais duas ascensões. De seguida tentou um IV grau, mas vai ter que lá voltar para o "domar". Já está viciado.
Mais duas vias e demos por terminado o dia. Doridos mas bem satisfeitos acabámos, como sempre, na comezaina.
Depois de duas horas de caminhada fomos até às paredes com o objectivo de escalar umas vias e convencer o Vicente a fazer uma via completa.
Coube-me a mim abrir a primeira via, via essa já sobejamente conhecida e
Passámos então para um grau III a fim de "iniciar" o Vicente nestas andanças. Depois de aberta a via lá começou, a princípio algo relutante, mas aos poucos foi ganhando confiança até ao Top. Mal acabou de descer voltou logo a pedir para a voltar a fazer. E assim foi, nova ascensão desta vez sem grande dificuldade.
Abri o IIIº grau a seguir e ele efectuou mais duas ascensões. De seguida tentou um IV grau, mas vai ter que lá voltar para o "domar". Já está viciado.
Mais duas vias e demos por terminado o dia. Doridos mas bem satisfeitos acabámos, como sempre, na comezaina.
09/03/2008
BTT Minas da Malhada
Novamente na zona de Sever do Vouga para mais um treino que desta vez tinha como objectivo secundário a procura de novos trilhos e os vestígios das Minas da Malhada. No final conseguimos 45 km's de treino em bons trilhos, dos quais em pelo menos metade nunca tinhamos pedalado. Mais uma passagem pela nossa história abandonada e em vias de desaparecer marca a visita às Minas.
08/03/2008
Escalada nas Fragas do Tecto - Valongo
Em Valongo existem vários locais para a prática desta modalidade. Neste dia a escolha recaiu nas Fragas do Tecto. O acesso não é fácil mas proporciona um excelente aquecimento até à base das paredes.
Depois o local proporciona uma vista maravilhosa sobre o vale e o rio que corre ao fundo.
As vias variam entre o IV e
o 6b e oferecem, a escaladores como nós, a dureza que baste para darmos por bem empregue as horas que lá passamos.
O grupo foi constituido por mim, Rui, Cardoso e Vicente (ainda não foi desta que convencemos o Vicente a experimentar, mas também ainda não desistimos).
02/03/2008
Visita às Minas do Braçal (Sever do Vouga)
Este património abandonado que vamos encontrando ao longo das nossas aventuras fazem-me pensar se um Povo que não preserva a sua historia e o seu património e não conhece nem exalta o seu passado não acabará como os seus vestigios?
LINKS: já arranjei os links quebrados do Blog.
01/03/2008
Pedestrianismo e Escalada na Serra da Freita
Bonito o dia e excelentes os momentos passados na Serra da Freita. Começámos (Calé, Natália, Borges, Cardoso, Manuela e Vicente) por uma caminhada tranquila em redor de Albergaria da Serra. Já a algum tempo que não me deliciava a caminhar por estes trilhos.
Depois de umas horitas a caminhar fomos desenferrujar nas paredes de escalada perto da Mizarela.
Juntaram-se então a nós o Marcelino com os dois filhotes e todos juntos, lá nos entretivémos nas vias mais fáceis, numa tentativa de recuperar a confiança e alguma técnica, que a paragem foi longa.
O Vicente ensaiou os primeiros passos nesta modalidade e penso que continuará a acompanhar-nos nas próximas escaladas. E a próxima é já no próximo Sábado em Valongo.
Amanhã será a vez das BTT em mais um treino em Sernada do Vouga
23/02/2008
BTT em Sernada do Vouga
Desta vez eu e o Vicente juntámo-nos ao Amaral, e a um casal seu amigo, e fomos para a bonita zona entre Paradela e Sernada do Vouga.
Depois de percorrer a ciclovia que percorre a antiga via férrea do vouguinha, dirigimo-nos às ruínas das Minas do Braçal e daí demos por nós a subir os trilhos da serra.
Depois de alguns km's a subir, o que nos custou ainda um bocado fazer, chegámos ao topo da serra onde se podem observar, em alguns pontos, belas vistas em redor.
Depois de percorrer a ciclovia que percorre a antiga via férrea do vouguinha, dirigimo-nos às ruínas das Minas do Braçal e daí demos por nós a subir os trilhos da serra.
Depois de alguns km's a subir, o que nos custou ainda um bocado fazer, chegámos ao topo da serra onde se podem observar, em alguns pontos, belas vistas em redor.
Depois do "sofrimento" da subida veio o gozo e a adrenalina da aceleração pelas boas descidas em trilhos de boa qualidade até nos encontrarmos de novo na ciclovia. Daí até Paradela foi um saltinho, salientando a passagem na Ponte de Santiago, local de muita beleza sobre o Rio Vouga.
No final a cervejinha preta da praxe e umas bifanas recompuseram o físico e a alma.
No final a cervejinha preta da praxe e umas bifanas recompuseram o físico e a alma.























