Pedalando pelo GR28

A serra a arder perto do Merujal, 07 de Agosto de 2010.

Serra do Gerês

Caminhando entre Garranos, de 07 a 08 de Maio de 2005.

Serra de São Macário

Escalada na Pena, 15 de Setembro de 2013.

Serra da Estrela

I Travessia em autonomia total - Guarda - Loriga, de 12 a 16 de Abril de 2004.

Linha do Dão - Ponte de Nagoselas

Travessia BTT pelas Linhas do Dão e Vouga, de 09 a 11 de Abril de 2009.

Caminhos de Santiago

Travessia do Rio Lires no Caminho de Finisterra, de 29 a 31 de Julho de 2010.

Serra de Montemuro

Nas Minas de Moimenta, 29 de Janeiro de 2011.

Linha do Corgo - Ponte do Tanha

Travessia da Linha do Corgo, de 06 a 10 de Outubro de 2013.

Serra do Caramulo

Nas neves do Caramulo com vista para a Serra da Estrela, 04 de Dezembro de 2010.

Aldeias Históricas

De BTT em autonomia total pelo GR22, de 28 de Abril a 01 de Maio de 2006.

Serra da Arada - De Regoufe a Drave

03/05/2008

Nova Escalada na Freita



Desta vez só eu e o Cardoso é que resolvemos esfolar mais as mãos, os dedos e os joelhos. Começámos por escalar uma das vias mais fáceis com o objectivo de chegar às vias que ficam num patamar mais acima.
Já no local e com uma vista magnífica e bastante sugestiva, escalámos duas vias, que pela sua localização parecem bem mais altas e causam alguma tensão na fase inicial. No entanto nada que nos impedisse de as escalar.
Depois rapelámos até ao patamar que serve de topo às anteriores e daí até ao solo.
Cá em baixo ainda nos batemos com mais vias até que as forças se esgotaram e não deram para mais.
Foi um dia tranquilo, muito bem passado em luta nestas vias de escalada.
Já queremos é mais...

01/05/2008

Escalada na Serra da Freita


O dia estava cinzento e fresco a ameaçar chover, mas lá arriscámos a ir até à Serra da Freita. Por lá divertimo-nos a escalar algumas vias já nossas conhecidas, mas que nem por isso deixaram de dar luta. Experimentámos ainda mais um V grau que nunca tinhamos feito.
Quando apareceu o Sol e aqueceu o ambiente, tudo se tornou mais agradável dando mais ânimo para continuarmos a esfolar os dedos rocha acima.
Todos os presentes (Calé, Natália, Andreia, Cardoso, Manuela e Amaral) tiraram a barriga de misérias, mas ainda não estão satisfeitos e querem mais.
Parece que no Sábado pelo menos eu e o Cardoso lá vamos voltar.

Fotos

28/04/2008

Passeio ao Buçaco e Penacova

Após consulta ao novo guia de escalada decidi ir espreitar as vias de escalada em Penacova. Pelo caminho passámos pelo Buçaco e pela Portela do Oliveira, local onde existe um conjunto de vários Moinhos de Vento, alguns em bom estado. Neste local também se pode visitar o Museu do Moinho.
Após a passagem na Portela e obtidas as fotos dos moinhos, seguimos para Penacova a fim de procurar as ditas vias de escalada. Aqui é que após olhar atento ao guia verifiquei que a maioria delas são de escalada clássica e não desportiva.
Algo desanimado lá fui com o Cardoso procurar um dos sectores que tem duas vias desportivas de graus acessíveis. Para lá chegar, encosta acima em trilho degradado e difícil, suámos as estopinhas carregados com o material.
Depois de descobrir as ditas vias lá abri a primeira sem grandes problemas, um IV+, e de seguida o IV grau que faltava, sendo depois imitado pelo Cardoso. O local não é de acesso fácil, mas as vias são interessantes (infelizmente não fotografámos esta parte).
Com o gostinho ao dedo feito, fomos primeiro almoçar e depois visitar o conjunto de Moinhos da Serra de Gavinhos. Claro que nasceu logo a ideia de ligar estes dois conjuntos de moinhos a mais um terceiro (os da serra da Atalhada) em BTT.
Quem sabe se entretanto equipam mais umas vias acessíveis para também podermos fazer o gostinho ao dedo.



07/04/2008

Marcha de Montanha - Trilho dos Incas


O Trilho dos Incas é para mim um dos mais bonitos trilhos da Serra da Freita. Longo, duro, bonito, tem de tudo o que se pode querer numa actividade de Montanhismo.
Eram 9 horas de Sábado e o grupo de 5 elementos (Calé, Vicente, Cardoso, Amaral e Rui) lá se encontrou em Arouca para a realização de uma marcha de dois dias. Seguimos então até à Póvoa das Leiras onde, após os últimos retoques nas mochilas, lá partimos em direcção ao dito trilho.
O dia estava fantástico, ensolarado e nesta fase com uma temperatura amena.
Pouco tempo depois já percorriamos a parte que dá nome ao trilho, por ter algumas parecenças, salvo as devidas proporções, ao famoso Inca Trail.
Chegados à Serra da Ribeira o horizonte alargou-se e começou-se a desfrutar de uma paisagem magnífica.
Infelizmente a "praga" das eólicas, postes e cabos de alta tensão também já invadiram este paraíso, mas nem quero comentar isso.
Caminhámos então ao longo da serra em direcção à aldeia de Covelo de Paivô, que se dislumbrava ao longe e lá em baixo.
A descida massacrava-nos as pernas. Também o peso das mochilas já se fazia sentir nos ombros e costas. Uma paragem para comer e beber qualquer coisa deu para descontrair enquanto observávamos o rio que corria ao fundo, com inúmeras cascatas e poços excelentes para dar um mergulho.
Finalmente a descida acabou e atravessámos o rio Paivô, começando então a subida até ao trilho que liga à aldeia de Regoufe. Agora era o calor que nos castigava e o Sol mordia-nos as carnes, enquanto subiamos penosamente por caminhos nem sempre muito bons.
A paisagem continuava a ser deslumbrante, acompanhando primeiro o Rio Paivô e depois a ribeira de Regoufe. Uma nova paragem à sombra de um velho castanheiro ajudou a refrescar um pouco e logo a seguir chegámos a Regoufe. Aí fomos logo à tasca beber umas cervejinhas bem frescas e descansar um pouco.
Depois reabastecemos de água e subimos até ao alto de Regoufe e descemos para o Pego, local previsto para o acampamento.
Mais um trilho de paisagem maravilhosa este que nos leva ao rio. A passagem na já decadente e pouco segura ponte de madeira animou a festa.
Já na chegada ao local do acampamento, talvez pelo cansaço das horas de marcha, pela carga que transportava e pelo calor o Vicente escorregou e para azar tem uma entorce no pé direito. Esta situação, atendendo ao local em que estávamos poderia ter tido contornos bem mais desagradáveis.
Com mais um esforço lá chegámos ao rio e ele aproveitou para colocar o pé na água fria a fim de minimizar o inchaço que já alastrava pelo tornozelo.
Aproveitámos para nos resfrescar nas águas geladas e apenas o Cardoso conseguiu dar um mergulho. Frescos e mais descansados montámos o acampamento e fomos preparar o jantar, que o dia tinha sido desgastante e a alimentação escassa.
Aqui vem a parte maravilhosa dos dotes culinários deste pessoal. O Amaral preparou uma punheta de bacalhau com alho, cebola e até azeitonas, O Cardoso esparguete à milanesa, eu arroz com carne de búfalo seca. No final o Vicente apresentou uma bela e saborosa manga e o Cardoso ainda fez arroz doce (é verdade com canela e tudo). Até parecia que estávamos num belo restaurante).
Um pouco de conversa e estava na hora do descanso.
Depois de uma noite mal dormida, como todas as que passo em tendas lá chegou a hora da alvorada.
Devido ao problema com o pé do Vicente resolvemos que ele voltaria para trás até Regoufe acompanhado pelo Cardoso e pelo Rui enquanto eu e o Amaral subiriamos em direcção à Póvoa das Leiras para recuperar o carro.
Como a nossa parte era a mais "dura", aliviámos carga para os dois "acompanhantes" e partimos deixando-os a desmontar o acampamento.
Depois de tentarmos a passagem por um velho trilho, e de verificármos que o mato não nos ia facilitar a vida, decidimos voltar atrás e abordar a subida à bruta. E assim foi, com um desnível bem acentuado fomos galgando terreno, não sem parar umas quantas vezes para respirar e acalmar o coração que galopava nos peitos. Depois de encharcar bem as camisolas lá subimos a serra, de patamar em patamar, até ao alto da cota.
Enquanto subiamos iamos observando, do outro lado da encosta, o trio a evoluir lentamente trilho acima até ao alto de Regoufe.
Quando finalmente chegámos à Póvoa das Leiras, bebemos mais uma cervejinha no café e partimos em direcção a Regoufe, via Portal do inferno (lugar lindo com os seus penhascos) a recuperar os restantes elementos.
Já em Arouca juntaram-se a nós a minha família e o Amaral retirou-se para uma feijoada que o esperava em casa (que pena que temos dele... :) )
No final, e como sempre, acabámos a comer um belo cozido à portuguesa e uns saborosos nacos de carne arouquesa com feijão, obviamente bem regados.
Cansados, doridos e empenados mas bem satisfeitos e já com vontade de preparar outra para breve.


Fotos da marcha

Video 1º dia:



Video 2º dia:

29/03/2008

Mais um treino de BTT...


A ideia era termos ido ao Gerês pedalar na Geira Romana mas as previsões para Domingo poderiam afectar a actividade do segundo dia. E como queremos lá ir fazer dois dias completos em actividade adiámos para uma próxima oportunidade.

De qualquer forma não ficámos parados e fomos fazer mais um treino a Sernada, aproveitando para espreitar o interior das Minas da Malhada.
Pelo caminho o Amaral partiu o desviador da bike e depois passou o tempo a divertir-se a colocar a corrente no sitio e ela a saltar fora. Bom passatempo...
Se estivessemos na Geira Romana era caso para dizer que "este romano está louco...", mas como estávamos em Sernada nem sei o que dizer!!!!

Fotos

Video:

22/03/2008

Treino de BTT


Mais um treino de BTT em Sernada do Vouga, desta vez entre chuva e lama. Depois de ontem caminharmos e escalarmos num bonito dia de Sol, hoje resolvemos tomar banho numa água gelada mas em boa quantidade, enquanto rolávamos sobre enormes poças de água e lama. No final as bikes e nós estávamos "impróprios para consumo".


Uns verdadeiros porcos, sujos, feios e maus...


21/03/2008

Caminhada no Vale do Poio e Escalada na Redinha



Hoje fomos até à Redinha para fazer duas actividades. O dia esteve bonito e ideal para a realização de uma caminhada, em ritmo acelerado de marcha, pelo sempre bonito Canhão do Vale do Poio. A proliferação de vias de escalada naquela zona fomentaram a limpeza do mesmo sendo agora possível caminhar à vontade. Antigamente atravessava-se uma zona de mato denso, por vezes difícil de transpôr.
Depois de duas horas de caminhada fomos até às paredes com o objectivo de escalar umas vias e convencer o Vicente a fazer uma via completa.
Coube-me a mim abrir a primeira via, via essa já sobejamente conhecida e de grau baixo (IV) que foi bastante dificultada pela rocha gelada. A meio da via já não sentia as mãos e tive alguma dificuldade. Depois seguiram-se o Cardoso e o Alexandre que se debateram com o mesmo problema.
Passámos então para um grau III a fim de "iniciar" o Vicente nestas andanças. Depois de aberta a via lá começou, a princípio algo relutante, mas aos poucos foi ganhando confiança até ao Top. Mal acabou de descer voltou logo a pedir para a voltar a fazer. E assim foi, nova ascensão desta vez sem grande dificuldade.
Abri o IIIº grau a seguir e ele efectuou mais duas ascensões. De seguida tentou um IV grau, mas vai ter que lá voltar para o "domar". Já está viciado.

Mais duas vias e demos por terminado o dia. Doridos mas bem satisfeitos acabámos, como sempre, na comezaina.

E amanhã há mais, que as Bikes já foram afinadas e temos que justificar o investimento.

Fotos

Video:

09/03/2008

BTT Minas da Malhada

Novamente na zona de Sever do Vouga para mais um treino que desta vez tinha como objectivo secundário a procura de novos trilhos e os vestígios das Minas da Malhada. No final conseguimos 45 km's de treino em bons trilhos, dos quais em pelo menos metade nunca tinhamos pedalado. Mais uma passagem pela nossa história abandonada e em vias de desaparecer marca a visita às Minas.

08/03/2008

Escalada nas Fragas do Tecto - Valongo


Em Valongo existem vários locais para a prática desta modalidade. Neste dia a escolha recaiu nas Fragas do Tecto. O acesso não é fácil mas proporciona um excelente aquecimento até à base das paredes.
Depois o local proporciona uma vista maravilhosa sobre o vale e o rio que corre ao fundo.
As vias variam entre o IV e o 6b e oferecem, a escaladores como nós, a dureza que baste para darmos por bem empregue as horas que lá passamos.
O grupo foi constituido por mim, Rui, Cardoso e Vicente (ainda não foi desta que convencemos o Vicente a experimentar, mas também ainda não desistimos).

02/03/2008

Visita às Minas do Braçal (Sever do Vouga)

Mais um treino (Calé, Vicente e Cardoso) em duas rodas pedalantes e mais uma vez na zona de Sever do Vouga. Desta vez aproveitámos a passagem nas Minas do Braçal e fomos dar um espreitadela nos seus vestigios. A envolvente é bonita e as ruínas, quais fantasmas por entre a vegetação, "contam-nos" histórias de tempos rudes e difíceis que mereciam melhor maneira de ser relembrados.

Este património abandonado que vamos encontrando ao longo das nossas aventuras fazem-me pensar se um Povo que não preserva a sua historia e o seu património e não conhece nem exalta o seu passado não acabará como os seus vestigios?




LINKS: já arranjei os links quebrados do Blog.

01/03/2008

Pedestrianismo e Escalada na Serra da Freita


Bonito o dia e excelentes os momentos passados na Serra da Freita. Começámos (Calé, Natália, Borges, Cardoso, Manuela e Vicente) por uma caminhada tranquila em redor de Albergaria da Serra. Já a algum tempo que não me deliciava a caminhar por estes trilhos.
Depois de umas horitas a caminhar fomos desenferrujar nas paredes de escalada perto da Mizarela.
Juntaram-se então a nós o Marcelino com os dois filhotes e todos juntos, lá nos entretivémos nas vias mais fáceis, numa tentativa de recuperar a confiança e alguma técnica, que a paragem foi longa.


O Vicente ensaiou os primeiros passos nesta modalidade e penso que continuará a acompanhar-nos nas próximas escaladas. E a próxima é já no próximo Sábado em Valongo.
Amanhã será a vez das BTT em mais um treino em Sernada do Vouga

23/02/2008

BTT em Sernada do Vouga

Depois de uma longa paragem temos vindo a efectuar alguns treinos de BTT com o objectivo de recuperar a boa forma física a tempo de realizar um conjunto de actividades que temos na ideia concretizar muito em breve.

Desta vez eu e o Vicente juntámo-nos ao Amaral, e a um casal seu amigo, e fomos para a bonita zona entre Paradela e Sernada do Vouga.
Depois de percorrer a ciclovia que percorre a antiga via férrea do vouguinha, dirigimo-nos às ruínas das Minas do Braçal e daí demos por nós a subir os trilhos da serra.
Depois de alguns km's a subir, o que nos custou ainda um bocado fazer, chegámos ao topo da serra onde se podem observar, em alguns pontos, belas vistas em redor.
Depois do "sofrimento" da subida veio o gozo e a adrenalina da aceleração pelas boas descidas em trilhos de boa qualidade até nos encontrarmos de novo na ciclovia. Daí até Paradela foi um saltinho, salientando a passagem na Ponte de Santiago, local de muita beleza sobre o Rio Vouga.
No final a cervejinha preta da praxe e umas bifanas recompuseram o físico e a alma.




11/02/2008

Montalegre, Pitões das Júnias, Lindoso e Gerês
















Este fim-de-semana decidimos rumar a Montalegre (Calé, Natália, Andreia e Vicente) onde previamos que a neve se tinha estabelecido. A ideia era caminhar um pouco pelo Gerês e fazer umas belas fotografias na paisagem nevada.
Chegados lá a desilusão foi total, pois nem "farrapo" de neve se via.
Rumámos a Pitões das Júnias com uma réstia de esperança, mas nem aí a sorte nos bafejou.
Fomos então procurar as famosas ruínas do Convento de Santa Maria e a cascata do Ribeiro do Campesino, tendo ocupado a manhã nesta pequena caminhada.
Depois fomos ao "Restaurante do Preto" encher a barriga com o famoso cozido à portuguesa.
Uma pequena volta pela a aldeia e no ar a ideia de aproveitar o Domingo para fazer a subida à capela de Santo António.
Até aqui tudo corria bem, mas infelizmente o cozido foi forte demais e acabei com a Natália no hospital, a levar soro. A visícula não resistiu às fortes carnes e ao vinho transmontano.
No Domingo, já com ela recuperada mas a caldinhos, decidimos alterar o programa. Partimos em direcção a Espanha e entrámos em Portugal pelo Lindoso. Aí fomos fotografar os famosos espigueiros (em grande concentração) e o Castelo (fechado apesar de no horário afixado indicar que devia estar aberto).
Seguimos depois pela serra até Vilarinho das Furnas onde aproveitámos para fotografar parte da Geira Romana que acompanha a Albufeira até à Portela do Homem.
No final e porque fui chamado ao serviço ainda visitámos o Pólo do Museu do Ar na Base de Maceda.
Não houve neve mas não faltaram peripécias durante o fim-de-semana.

20/01/2008

Treino de BTT (Gafanha - Mira)



Depois de quase um mês na engorda, atafulhado de doçarias e tentadoras e pecaminosas sessões de cultura gastronómica, lá me decidi a recomeçar a queimar os quilitos que generosamente adquiri neste tempo.
E para começar nada como um treino entre a Gafanha e Mira nuns generosos 56Km. Para me acompanhar o Vicente (a recuperar de uma gripe forte) e o Cardoso.
E a começar até houve quem já nem se lembre como se montam as rodas na bicicleta (eheheheheh).
No final as pernitas e o rabiosque indicavam que a paragem tinha sido longa de mais.
Esperamos que este tenha sido o início de mais um ano activo e de muitas aventuras.


Fotos do treino

16/12/2007

BTT em Linhares-da-Beira


No âmbito do nosso projecto das Aldeias Históricas (consultar Projectos), fomos até à bonita aldeia de Linhares-da-Beira onde decidimos percorrer dois trilhos que fazem a ligação à aldeia de Folgosinho.
Os percursos que decidimos percorrer foram o "Percurso dos Viveiros" e o "Percurso da Calçada", constantes na Carta de Lazer das Aldeias Históricas.
Partimos de Linhares-da-Beira em direcção a Folgosinho através da Calçada Romana e pelo caminho cruzámo-nos com um grande número de Motos 4 e outras que estavam a fazer um raid na serra. Mais à frente um grupo de Jipes fazia a mesma coisa. Sempre com cautela lá nos fomos cruzando com eles sem qualquer problema. Também a salientar o cuidado que eles tiveram sempre que nos viam a aparecer.
Claro que o passeio tinha que ter alguma aventura, e tudo começou quando entrámos pelo trilho errado e a partir de uma certa altura não faziamos grande ideia em qual trilho estávamos. Isso custou-nos uns Km's a mais nas pernas, o que faz parte do "jogo".
Mantivémos sempre Folgosinho à vista e lá corrigimos a situação. Quando voltámos a identificar o local onde estávamos percebemos que tinhamos percorrido o percurso previsto para a parte da tarde. Agora havia que tomar decisões e a mais óbvia era fazer o percurso que faltava (e que era aquele que deviamos ter feito da parte da manhã).
Antes de partir de Folgosinho, comemos uns pedaços de leitão e bebemos uns tintos, e um arroz doce de lamber os beiços. Depois descemos até aos viveiros e em seguida digerimos a refeição encosta acima, numa subida longa e por vezes algo acentuada. Aqui a partir de certo ponto a paisagem é magnífica com Folgosinho "lá em baixo" e uma vista fantástica.
Lá voltámos a encontrar os Jipes e mais à frente surgiram novamente algumas dúvida na direcção a seguir. Resolvido o problema e já com Linhares à vista no horizonte, lançámo-nos encosta abaixo até finalmente encontrármos as Minas dos Azibrais, um complexo mineiro abandonado e em ruínas.
Continuámos a longa descida até que resolvemos atalhar por um trilho mais a nosso gosto, onde a dificuldade física aumentou, mais técnico, e que nos conduziu a Linhares-da-Beira, já começava a ficar escuro e bastante mais frio.
Foi uma aventura mesmo a nosso gosto, apimentada pelos "desnortes" e pelas tomadas decisões que tivémos que ir tomando ao longo do percurso, mesmo quando as mesmas nos foram custando alguns dolorosos Km's a mais.
Enquanto nós "sofríamos" trilhos acima as acompanhantes deliciavam-se a passear por Gouveia e Seia onde visitaram o Centro de Interpretação da Serra da Estrela e puderam assistir a uma visita virtual à serra da Estrela e a uma exposição de insectos do Mundo inteiro. Visitaram ainda uma queijaria onde puderam ver como se fabrica o queijo da serra e um lagar de azeite.

Foi, segundo as próprias um dia muito agradável de conteúdo cultural e gastronómico muito interessante.
No regresso a Aveiro ainda nos fomos castigar com um cabritinho muito bem regadinho. Viva o desporto aventura...

Fotos do passeio em BTT

08/12/2007

BTT na Serra do Caramulo


Bela serra esta para percorrer sobre rodas. Descidas e subidas técnicas e duras quanto baste para deixar marcas nas pernas e na alma.
Depois de um começo a frio entre Cadraço e o Caramulinho (ponto mais alto da serra), entrámos então pelos belos trilhos da serra.
O Sol brilhava nos pontos altos mas nos vales predominava o nevoeiro e algum frio.
O passeio correu bem não sem penarmos numa bela subida em que as bikes rolaram ao nosso lado, arrastadas trilho acima.
Esta actividade fica também marcada por ser a última organizada por mim na Secção de Montanhismo da AAPB. Oficialmente foi este o fim da Secção e o final de oito anos de organização e acompanhamento, como guia, de inúmeras actividades de Montanhismo e BTT.
É, segundo espero, o final de um projecto e o início de muitos outros que tenho em mente na companhia do "núcleo duro" que me acompanhou nesta aventura da AAPB.

24/11/2007

Trilho dos Incas - Serra da Arada


Hoje decorreu o último passeio pedestre como Guia da AAPB. Este é um momento particularmente difícil para mim, dado que como "pai" desta Secção de Montanhismo a despedida não é a situação mais agradável. Contudo a vida continua e os projectos também são muitos pelo que o futuro certamente poderá trazer outras novidades e motivações.
O dia esteve fantástico, ensolarado mas algo frio, óptimo para reunir a maioria dos associados que ao longo dos anos têm participado nas nossas actividades, sinónimo da identificação destas pessoas com o "núcleo duro" que foi gerindo os destinos da Secção.
Partimos do Parque de Campismo da Fraguinha e percorremos uma pequena parte do trilho das Bétulas, entrando depois por uma zona rochosa e em seguida por uma linha de água de pedras muito escorregadias.
Durante mais de uma hora os montanheiros, devidamente enquadrados pelos guias, foram percorrendo a ribeira, numa luta constante por não escorregarem. Foram momentos muito interessantes, divertidos e de grande esforço para nos mantermos todos em pé.
Depois retomámos o caminho até ao interessante, bonito e paisagístico Trilho dos Incas.
As paisagens que este trilho e o topo da Serra da Ribeira nos proporcionam são deveras espectaculares.
A subida ao Alto da Cota já deixou algumas marcas de cansaço em alguns dos elementos mas ao chegar ao topo, os sorrisos que iluminavam os rostos indicavam a satisfação do grupo pelo passeio que tinham acabado de realizar. Depois foi caminhar até ao parque de campismo.
No final acabámos a confraternizar em volta de umas Maminhas de vaca na Pedra o que obviamente agradou a toda a gente.
Este passeio não será um adeus, mas sim um até breve em alguma serra deste país.

11/11/2007

Convívio BTT

Estava prometido um leitão e umas castanhas no dia de São Martinho. Claro que comer sem primeiro "dar ao cabedal" é coisa que não nos agrada pelo que, decidimos efectuar em BTT 55Km ligando a Gafanha da Encarnação à Praia de Mira e respectivo regresso.

Assim logo pela manhã juntámos os poucos voluntários a pedalar e lá seguimos viagem.
Logo no início um furo testou a capacidade mecânica dos participantes. Depois foi só pedalar até a Mira.
Enquantos os acompanhantes passeavam pela zona e assistiam à retirada das redes de pesca carregadas de peixe os betetistas percorriam o circuito em volta da lagoa e regressavam à Gafanha.
Claro que os Km's começaram a fazer mossa naqueles que não estavam tão habituados a estas lides.
No final o leitão e as castanhas assadas na caruma dos pinheiros retemperaram as forças e culminaram um dia muito agradável.