Pedalando pelo GR28

A serra a arder perto do Merujal, 07 de Agosto de 2010.

Serra do Gerês

Caminhando entre Garranos, de 07 a 08 de Maio de 2005.

Serra de São Macário

Escalada na Pena, 15 de Setembro de 2013.

Serra da Estrela

I Travessia em autonomia total - Guarda - Loriga, de 12 a 16 de Abril de 2004.

Linha do Dão - Ponte de Nagoselas

Travessia BTT pelas Linhas do Dão e Vouga, de 09 a 11 de Abril de 2009.

Caminhos de Santiago

Travessia do Rio Lires no Caminho de Finisterra, de 29 a 31 de Julho de 2010.

Serra de Montemuro

Nas Minas de Moimenta, 29 de Janeiro de 2011.

Linha do Corgo - Ponte do Tanha

Travessia da Linha do Corgo, de 06 a 10 de Outubro de 2013.

Serra do Caramulo

Nas neves do Caramulo com vista para a Serra da Estrela, 04 de Dezembro de 2010.

Aldeias Históricas

De BTT em autonomia total pelo GR22, de 28 de Abril a 01 de Maio de 2006.

Serra da Arada - De Regoufe a Drave

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28/11/2010

Rota do Ouro Negro


Depois de uns longos tempos sem caminhar por montes e vales eu e o meu amigo Vicente lá fomos até à Serra da Freita para percorrer a Rota do Ouro Negro. O dia esteve frio mas muito bom para estas aventuras.
Calmamente fomos de Fuste até Rio de Frades, passando pelas minas da Pena Amarela, e nessa povoação conhecemos e conversámos com a Dª Isaura, dona da mercearia/café local, em mais um daqueles belos momentos que estes passeios têm.
Depois de tomarmos uma cervejita para dar ânimo regressámos às minas e depois a Fuste.
Já conhecia este trilho dado que já o realizei duas vezes mas, após tanto tempo sem caminhar, as subidas pareceram-me mais íngremes. Deve ser a PDI...


18/09/2010

Mais uma escalada na Freita...

E lá fomos mais uma vez até à Serra da Freita para tentar recuperar alguma forma e técnica na escalada.
Tirando o Pina Jorge, que continua a dar cartas, o resto dos "escaladores" continuam muito em baixo de forma.
Pessoalmente, para além de vir um bocado dorido e cansado, não vim satisfeito. Nem com a performance miserável nem com a quantidade de vias efectuadas. Apetecia-me mais.

11/09/2010

De volta à Escalada...



A oportunidade finalmente surgiu e num par de horas decidimos ir até à Freita para escalar umas vias.
Depois de fazermos duas vias das mais fáceis confirmámos o que já suspeitávamos. Um ano sem escalar e a forma, que já não era muita, foi-se.
Nem os muitos quilómetros de BTT me valeram.
No final estávamos de rastos.
Só há uma solução, que é voltar lá mais vezes.
De positivo, para além de voltarmos à rocha, o facto do Bruno ter sido iniciado nestas andanças e, ter feito já algumas vias.
Penso que ganhámos mais um adepto para esta modalidade.
Quanto a nós, temos mesmo que fazer muitas vias e, fica já o aviso que 2011 está já designado como o "Ano da Rocha".

07/08/2010

Aventura pelo GR28 - Maciço da Gralheira

Que grande aventura esta em que eu e o meu amigo Vicente nos metemos.
A ideia era fazer o Gr28 "Por Montes e Vales" que circunda o Maciço da Gralheira.
Sabemos que o percurso foi idealizado para ser efectuado a pé mas à nossa maneira decidimos percorrê-lo de bicicleta. E como se não bastasse empurrar a bike resolvemos também fazê-lo em autonomia levando as bicicletas carregadas com alforges contendo tudo o que nos era necessário durante a travessia.
Atendendo à distância que o Gr28 tem, mais de 80 Km, e à dificuldade que o mesmo oferece, achámos que apenas o fim-de-semana não seria suficiente para o realizar na íntegra pelo que optámos por o dividir em três etapas fazendo a primeira na sexta-feira à noite.
A divisão do percurso não era rígida excepto nesta parte nocturna em que pretendíamos chegar de Arouca ao parque de campismo do Merujal. No Sábado faríamos o maior número de Km's possível em direcção a Alvarenga, passando esta localidade, se possível, ficando o restante caminho até Arouca para o Domingo.
Na primeira noite iríamos aproveitar o "conforto" do parque de campismo e na segunda o "desconforto" da tenda no meio da serra.
E embora com um planeamento em cima da hora do qual resulta sempre em algumas falhas, lá iniciámos a travessia pelas 20 horas de sexta-feira, saindo da Câmara Municipal de Arouca em direcção ao Merujal.
Após encontrarmos as primeiras indicações do percurso, o que só conseguimos através da leitura da carta militar onde tínhamos traçado o percurso, percebemos que a tarefa que nos esperava ia ser mais difícil do que nos parecia inicialmente.
As subidas não tardaram e a falta de sinais em cruzamentos e entroncamentos também. A carga elevada nas bicicletas também dificultava, e de que maneira, nas subidas!
Fomos habituando o corpo ao esforço e em breve a maior preocupação, principalmente após escurecer, era a orientação.
A entrada por trilhos em zona de mata, com vegetação abundante e a escuridão que se verificava

em todos eles, aliada a uma deficiente marcação de algumas zonas do caminho foram-nos complicando a vida.
No entanto a determinação manteve-se forte funcionando muito bem o espírito de corpo nos momentos de maior dificuldade.
Em cada cruzamento duvidoso toda a zona era batida calmamente até encontrarmos o caminho certo e pouco a pouco os Km's iam sendo percorridos.
A passagem em Santa Maria do Monte marca o início das dificuldades quando após um cruzamento, por inexistência ou confusão devido à escuridão, perdemos as marcas do GR28 e passámos a seguir as marcas de um qualquer PR. Algum tempo depois desconfiámos que algo devia estar errado devido à diferença de cor nas marcações mas por motivos de segurança decidimos seguir as mesmas.
Passámos então por um lugar onde as ruas tinham uma inclinação elevada o que nos fez empurrar, com dificuldade, as bicicletas até

voltarmos a ficar num beco sem saída.
Nova batida à zona e lá descobrimos as marcações numa pequena ruela que nem tínhamos visto à passagem. Suponho agora que a povoação era Adafães dado que na aldeia seguinte verificamos que nos encontrávamos no PR4 e depois confirmámos, junto a umas pessoas que por lá estavam e com quem falámos em francês, que a aldeia se chamava Ameixieira.
Consultado o mapa verificámos que estávamos desviados da rota cerca de 3 Km's. Fizémos a ligação a Souto Redondo por estrada a fim de voltar ao Gr28.
Nessa altura deu-se outro episódio que viria a marcar a aventura que foi ver no cimo de um monte, ainda algo afastado mas na direcção do nosso destino, as labaredas iniciais de um incêndio.
Antes de partirmos de Arouca e dada a quantidade de fumo que se via no ar falámos com os bombeiros para apurar qual a situação dos incêndios na região. Ficámos então a saber que em Alvarenga havia um foco de incêndio mas no resto não se verificava qualquer problema. Agora deparávamo-nos com a possibilidade de pedalar de encontro a um e ainda por cima teríamos que atravessar toda uma zona de mato que, segundo relatos, poderia mesmo estar intransponível em determinadas passagens. Esse pensamento de podermos ser cercados pelo fogo em plena floresta a arrastar bicicletas criou alguma tensão.
Apercebi-me então que a distância a que este se encontrava, a altitude, a ausência de vento e a quase certeza que a vegetação no local seria rasteira e pouca nos daria muito tempo de fuga se tal fosse necessário e numa leitura rápida à carta militar entendi que estávamos no caminho correcto se a evolução do fogo, que mantinhamos à vista, fosse mais rápida que o previsto. Estabeleci assim mentalmente a saída de emergência e convenci o meu companheiro de que era esta a solução.
Pedalávamos então a caminho de Souto Redondo para retomar o GR28 e logo que lá chegámos seguimos para o objectivo seguinte, o lugar da Póvoa.
Nesta fase do percurso nenhum trilho facilitava a vida, subiam, subiam, uns com mato outros com pedras pelo que a evolução era lenta, dolorosa e cansativa.
Não sei que horas seriam quando chegámos à Póvoa mas deveriam ser muito perto da 23h.
O fogo, tal como eu tinha previsto mantinha-se longe e lento na sua evolução o que nos tranquilizou e nos fez continuar pelo GR escolhido.
Acabámos então por entrar na parte crítica do percurso. O trilho já é mau mesmo para caminhar quanto mais para empurrar bicicletas carregadas como as nossas.
O primeiro problema deu-se num cruzamento de caminhos em plena mata. Nem indicações para a esquerda nem para a direita. Fizémos um reconhecimento para ambos os lados e em nenhum aparecia qualquer marca. Marquei mentalmente o ponto de chegada, caso fosse necessário regressar à aldeia e evoluímos por um dos caminhos. Passadas umas dezenas largas de metros nada de marcações e mato cerrado. Numa picada ascendente na qual ainda fiz uns metros a pé também nada, mato cerrado e nada de marcas.
O meu frontal, com pilhas chinesas compradas pelo Vicente já se tinha apagado e dependia das luzes do Vicente e da minha lanterna da bicicleta reduzindo um pouco o meu campo de visão. A noite estava escura e o facto de nos encontrarmos no meio das árvores ainda tornava tudo mais escuro. O mato por vezes elevado dificultava o resto escondendo as marcas.
Resolvemos então regressar ao cruzamento para bater o outro caminho ou regressar à aldeia. Por sorte e já quase a chegar à bifurcação apercebi-me que à minha direita existia uma picada e bingo, lá estava uma marca escondida pelo mato.
Continuámos então a pedalar calmamente. Nesta fase ainda se podia pedalar e assim o fizémos por mais umas dezenas de metros até que tal deixou de ser possível.
Ia começar a fase mais desgastante de toda a etapa e nem imaginávamos o que nos esperava a partir daí.
Empurrando as bikes trilho acima chegámos ao primeiro ponto em que o caminho pareceu desaparecer. Mais uma batida ao lugar e percebi que o hipotético caminho em frente não nos levaria a lugar nenhum. Regressado junto do meu companheiro de aventura resolvi seguir por outra hipótese que me pareceu estar batida pelo calcar de caminheiros e efectuei uma boa centena de metros na esperança de finalmente chegar à estrada que leva à Mizarela.
Compreendi que a partir dali só com trabalho de equipa conseguiríamos subir as bicicletas, mas quanto a estrada nada.
Regressei novamente junto do Vicente e disse-lhe o que tinha obeservado e o trabalho que teríamos que fazer. E assim foi! Pegámos numa das bicicletas e a dois levámo-la por cima de pedras e troncos e mato umas dezenas de metros acima. Regressámos e levámos a outra. Fomos assim galgando metro a metro até mais uma vez encalharmos numa linha de água.
Estávamos estourados, a noite estava abafada, estava calor, suávamos muito e a grande quantidade de água que levávamos diminuia a olhos vistos.
A porcaria da linha de água que se nos deparava ameaçava a progressão e levantava, mais uma vez, o fantasma de termos que regressar à aldeia.
Nesta fase não sabíamos qual a evolução do incêndio e estávamos num posição muito complicada para qualquer fuga se a situação se complicasse. Nem o abandono das bicicletas e material garantiriam que sairíamos a tempo para a aldeia, dado que o trilho era complicado, e a orientação feita às escura poderia, em caso de precipitação, poder tornar-se bastante problemática.
Decidi deixar o Vicente a descansar e embrenhei-me pela linha de água para apurar da viabilidade de prosseguirmos o caminho. Percorridos apenas uns metros verifiquei que por ali era impossível fazê-lo.
Nessa fase a leitura da carta militar era muito difícil. Não sabíamos exactamente onde estávamos, o cansaço impedia a cabeça de pensar correctamente e a possibilidade de termos de regressar carregando as bicicletas picada abaixo abalavam a confiança.
No regresso da batida pela linha de água apercebi-me que à minha esquerda parecia que o mato estava pisado levando-me a suspeitar que poderia estar ali o ponto de passagem que precisávamos. Avisei o Vicente da intenção de bater a zona e embrenhei-me por aquele corredor verificando com alegria que era a solução do nosso problema. Decidi continuar mais um pouco e em breve o caminho alargava e o mato desaparecia e só parei quando encontrei o que me pareceu ser uma campa, com fotografia da vítima e data de nascimento e falecimento.
Convenhamos que naquela situação, à noite e num lugar como aquele não foi muito agradável a visão. No entanto o facto de ter encontrado o caminho de saída deixou-me bastante satisfeito e mais descansado.
Regressei junto do companheiro de aventuras e contei-lhe a novidade. Pude também constatar na carta militar qual era então a nossa posição correcta no terreno e perceber que já estávamos relativamente perto da estrada.
Carregámos as bicicletas para o caminho e passámos novamente a carregar cada um a sua. O caminho já permitia que o fizéssemos. Passámos na campa, que afinal parece ser apenas um memorial a uma vítima que terá falecido naquela zona em 1984.
Voltámos a pedalar por mais uns metros e depois o caminho, agora largo e limpo, segue em direcção à estrada mas com uma inclinação brutal. Extenuados lá fomos empurrando as bicicletas em busca da desaparecida estrada.
Cheirava a fumo e o ar estava pesado e quente. Pensei cá com os meus botões que era mesmo necessário chegar rapidamente à estrada para verificar qual a situação do incêndio e cerrei os dentes arrastando comigo o Vicente. Pouco depois chegávamos finalmente à maldita estrada.
Decidimos seguir pela estrada até ao parque de campismo e ignorar a subida à via Romana. Já chegava de tanto empurrar bicicletas e estava fora de hipótese voltarmos a meter-nos dentro da mata.
Na primeira curva que demos na estrada pudémos então ver as chamas que devoravam a serra lá para os lados do parque de campismo. Surgiu a dúvida de seguirmos nessa direcção ou descermos para Arouca e darmos por finalizada a actividade.
Em conversa com pessoal que descia a serra ficámos a saber que o fogo estava perto do nosso destino mas que os bombeiros já lá tinham um efectivo para combate ao fogo. Continuámos na direcção do parque e ao chegar à Srª da Laje pudémos então verificar que a contra-encosta do parque ardia numa frente bastante larga e todo o aparato de carros do bombeiros, GNR, mirones, aldeãos. A estrada de acesso ao parque estava cortada pelo que tivémos que entrar na aldeia do Merujal e entrar no parque pela estrada que vem da Mizarela. Chegámos pelas 2 horas da manhã após 6 horas de luta pelo mato dos trilhos.
A preocupação estava estampada no rosto de todos aqueles que já se tinham apercebido que o fogo se aproximava do parque.
Fomos para o bugalow onde descansámos um bocado, mas depois fomos ver a evolução do fogo.
E fomos assistindo ao aproximar

das chamas e ao combate levado a cabo pelos bombeiros que acabaram por fazer contra-fogo e assim evitaram que as chamas evoluissem no sentido do parque.
Eram 6 horas quando finalmente nos deitámos para dormir e 9 quando nos levantámos. Os aviões Canadair voavam sobre o parque a caminho dos diversos fogos que assolavam a serra.
Decidimos que as condições de segurança para a continuação da travessia não estavam reunidas e que aventurarmo-nos numa serra a arder e dormir algures no monte sujeitos a esse flagelo não era muito inteligente.
Regressámos a Arouca pela estrada e acabámos em Chão d'Ave a recuperar do esforço da noite anterior.
Esperamos continuar o Gr28 logo que tal seja possível, fazendo as duas etapas que faltam.

10/04/2010

BTT nocturna e Pedestrianismo nas "Escarpas da Mizarela"


Mais uma actividade das que gostamos. Saída ao final de sexta para a serra, efectuar uma actividade nocturna e depois outra no Sábado de manhã. Em poucas horas ficamos com o "papinho" cheio sem comprometer em demasia o fim-de-semana.
Desta vez só fomos eu, o Vicente e o Cardoso e após termos montado as tendas dedicámo-nos ao tratamento dos estômagos, com uma bifana e uma cervejola.
Depois preparámos as bikes, vestimo-nos a rigor e iniciámos o percurso que tínhamos idealizado (mas não conseguido realizar na totalidade) na última aventura nocturna.
E tudo corria bem, dado que desta vez acertámos no trilho, quando um pau se enfiou no desviador da bike do Vicente, partindo-o.
Tendo o Cardoso como o mecânico do momento, lá se "resolveu" da melhor maneira possível a situação, apenas para permitir que se pedalasse mais um pouco, uma vez que o objectivo estava comprometido.
Mesmo assim pedalámos até ao parque de campismo e daí ainda seguimos um trilho até perto da Frecha da Mizarela e retornámos ao parque pela estrada, que pedalar sem mudanças e com a bicicleta naquelas condições não é fácil.
No parque arrumámos o material, tratámos da higiene pessoal e ainda fomos comer uma sandocha, das que cada um levava na mochila, tendo-nos deitado já para lá da 1h00 da manhã.
A noite na tenda foi fresca, facto que pessoalmente senti lá pelas 6 da manhã, mas nada que não nos permitisse estar em forma na manhã seguinte.
Pelas 09H00 chegaram os outros elementos do grupo (Pina Jorge, Bruno, DJ e por último o Rui) e lá partimos para o PR7 "Nas escarpas da Mizarela".
Já conheço a zona, conhecia parte do percurso, mas mesmo assim não imaginava que a parte que me era desconhecida fosse tão interessante e bonita. É um percurso com um grau de inclinação elevado, mas feito com calma e algum cuidado é, quanto a mim, dos que vale a pena fazer.
Demorámos pouco mais de 3 horas a percorrê-lo o que já denota que a forma está a chegar a todos nós.
Depois para compensar tamanho esforço, acabámos, como de costume a "encher a mula" em Chão d'Ave. Hábitos enraizados...


27/03/2010

BTT noctuno e Pedestrianismo nas Veredas do Pastor

Eram 19 horas de ontem e já estávamos a caminho da Serra da Freita, eu o Cardoso o DJ e o Vicente.
Tínhamos marcado um bugalow para passar a noite e queríamos fazer uma btt nocturna. Ao chegar à serra percebemos logo que o tempo, lá em cima, estava agreste.
Comemos uma sopa quente de cozido e uma bifana regada por umas cervejocas e preparámo-nos para iniciar o passeio. Desta vez, e para variar, resolvemos inverter o percurso e incluir umas nuances novas.
Partimos serra dentro iniciando uma parte do percurso descendente em busca do trilho que depois nos faria subir a serra. E encontrámo-lo pouco depois, mas achámos que não era o pretendido e continuámos a busca.
Mais à frente encontrámos nova opção, que aceitámos como sendo o caminho certo. E em boa hora o fizémos porque rapidamente percebemos que não era o trilho que pretendíamos seguir, e assim fomos "obrigados" a subie o íngreme e degradado trilho, irregular e longo, de pedras soltas e muitos buracos. Lá fomos empurrando e empurrando as bikes pelo infindável trilho, onde curva após curva, continuava teimosamente a subir.
Depois de bastantes e longos minutos a subir e de muito praguejar e arfar lá fomos parar à estrada junto ao desvio para Albergaria da Serra, na estrada que depois deriva para Arouca, Tebilhão e regressa ao Merujal.
Que tempinho se verificava lá pelas bandas. Vento forte e frio, e nevoeiro que rapidamente nos gelou. Pelo menos na subida estivémos sempre abrigados do vento e deu para aquecermos bem.
Optámos então, e inteligentemente, por regressar ao Parque de Campismo, para aquecer e descansar.
Hoje pelas 09 horas da manhã juntaram-se a nós o Pina Jorge, o Rui Correia e o Bruno Gravato, que se juntou a nós pela primeira vez, com o objectivo era fazer um dos trilhos de Vale de Cambra, "Nas Veredas do Pastor".
É sem dúvida um excelente passeio com magníficos trilhos, boas paisagens, aspectos interessantes em algumas das aldeias e com uma dureza já mais a nosso gosto. A descida à aldeida da Lomba é fantástica mas a subida de retorno ao Côvo é de fazer transpirar e arfar.
Pelo caminho O Bruno aproveitou para encontrar umas Caches (GeoCaching) "escondidas" ao longo do percurso.
Levou-nos este passeio, com uma meia-hora para repousar e comer junto à igreja da Lomba, umas boas 3 horas e uns minutos, para o percorrer na totalidade a um bom ritmo de andamento.
No final e com excepção do DJ e do Bruno, que tiveram que regressar a Aveiro, todos os outros regressaram à vitela e à Posta arouquesa de Chão d'Ave.
Notou-se a "fome" de caminhar e este trilho excedeu as minhas expectativas.
Recomendo.



17/10/2009

Escalada na Serra da Freita

Aproveitando o bom tempo que ainda se faz sentir partimos para a Serra da Freita com o intuito de fazer mais uma actividade de Escalada.
Chegámos pela manhã, ainda bem fresca, eu a Natália e o Luís, e preparámo-nos para fazer o aquecimento nas vias mais fáceis.

Todos escalámos uma das vias e decidimos depois ir para umas vias mais exigentes que já se encontravam banhadas pelo Sol. Antes de mudarmos para as novas vias chegaram o Pina Jorge mais a esposa e o Hugo com o irmão.
Enquanto o Hugo ficou a iniciar o irmão naquelas vias os restantes iniciaram a escalada nas vias solarengas, onde a temperatura era realmente mais agradável. Um a um lá fomos fazendo as ascensões pelas vias, agora com muito mais dificuldade, esfolando os dedos e mãos.
No final a satisfação da luta estava expressa nos rostos, e nos dedos doridos e esfolados.
Foi mais uma manhã bem passada, em boa companhia.
Para acabar uma feijoada e umas maminhas de vaca bem regadas com o verde da região ainda deixaram o grupo mais animado.

26/09/2009

Multiactividade na Serra da Freita

A pedido do nosso amigo Amaral fomos até à Serra da Freita para fazer uma pequena caminhada e iniciarmos mais um conjunto de amigas e amigos nas andanças da Escalada.
Após a reunião junto ao Parque de Campismo do Merujal, pelas 09h30, iniciámos então a caminhada em direcção a Albergaria da Serra e daí entrámos pela serra seguindo a levada de água que segue até ao rio Caima e se dirige depois à aldeia atrás citada.
O grupo de caminheiros composto por velhos "espíritos" (Calé, Pina Jorge, Amaral e Hugo) e por novos "espíritos" em fase de iniciação em novas modalidades (Luís, Sara, Fátima, Manuela, Carmo e Ruka) concluíram a caminhada com demasiada rapidez, quase não deixando que os pré-reformados (Natália, Cardoso e Vicente), encarregados de levar os carros com o material até à zona de escalada, se deliciassem com as suas sandochas de presunto e respectivas cervejinhas.
Imagino o quanto dolorosa deve ter sido esta parte, enquanto nós sofríamos a escolher as melhores passagem pelo tojo de modo a que este arranhasse as pernocas das nossas caminheiras (eheheeheheh).
De novo reunidos, agora na escola de escalada e com o material prontinho, lá pusémos o incansável do Pina Jorge a explicar o que se ia passar, o nome dos materiais e as suas funções e iniciámos a abertura da primeira via.
Notava-se a apreensão nos rostos daqueles que nunca se tendo visto nestas andanças viam chegada a hora de se sentirem pendurados por umas corditas tão fininhas numa parede tão alta.
A primeira a aventurar-se foi a Fátima e todos os outros se lhe seguiram com êxito. O medo inicial deu lugar ao prazer do desafio e todos os novatos acabaram por repetir a experiência. No final todos nós acabámos por fazer o gostinho ao dedo "trepando" rocha acima e rocha abaixo, até que chegou a horinha de recompôr o estômago. Assim o fizémos com uns nacos de carne grelhados e muito vinho e cerveja à mistura.
Pareceu-me que temos novos "viciados(as)" na pedra, mas o tempo o dirá...

19/09/2009

BTT nocturno e diurno na Serra da Freita


Ontem (Sexta-feira) partimos (Calé, Cardoso, Vicente, Amaral e Hugo) para a Serra da Freita para mais uma actividade nocturna e outra diurna no Sábado.
A ideia era fazer uma BTT nocturna na sexta e escalar no Sábado mas as condições atmosféricas previstas e depois verificadas no local excluiram logo a hipótese da escalada, pelo que concentrámo-nos na BTT.
Chegados ao Parque de Campismo do Merujal tratámos de comer qualquer coisa e tomámos a decisão de alugar um bugalow, dado que ficar nas tendas parecia ser pouco agradável.
Um nevoeiro cerrado e uma chuvinha miúdinha tinham-se instalado na serra e a noite prometia ser fresca e molhada.
Comidas umas sandochas e bebidas umas cervejolas, lá fomos para o bugalow arrumar as tralhas e preparar os equipamentos para a actividade nocturna.
Preparativos efectuados e bikes prontas faltava apenas que o Marco e o Pompílio chegassem para que o grupo ficasse completo e pudéssemos partir para uma aventura nocturna com uma visibilidade a tender para o zero.
Reunido todo o grupo lá partimos cerca das 22h20. A primeira parte decorreu por estrada numa longa subida, que serviu para aquecer bem os participantes, seguida de uma longa descida feita em ritmo lento e cuidadoso atendendo a que a dificuldade em ver a estrada era grande.
As luzes das bikes e dos frontais eram reflectidas pelo nevoeiro e ainda dificultavam mais a visão, obrigando-nos a desligar as de maior potência.
Acabada a descida entrámos pelo trilho que nos permitiu regressar à Mizarela, mas onde por entre as giestas a visão ainda se complicou. A chuva caía certinha sobre nós encharcando-nos e o trilho com pontos de pedra solta implicava cuidados redobrados. O Vicente a certa altura substituiu-me na função de primeiro do grupo, dado que a atenção em perceber por onde passava o caminho e evitar os obstáculos me começava a cansar.
Calmamente fomos evoluindo no trilho até que cerca das 23h45 chegámos ao Parque de Campismo, sãos e salvos, e encharcadinhos até aos ossos.
Despedimo-nos do Marco e do amigo que regressaram a casa e fomos tratar da higiene e vestir roupa seca e quente.
Uns rissóis, umas cervejas, melão e whisky ajudaram a retemperar as forças.
Chegou a hora de dormir, enfiados nos sacos-cama sobre as camas dos beliches, e cada um tentou dormir como pôde.
Hoje (Sábado) acordámos cedo com um dia aparentemente mais bonito, onde o Sol chegava a espreitar por entre a névoa.
A chuva que se verificou deixou-nos como alternativa à escalada a BTT. E assim o fizémos. Tomado o pequeno-almoço partimos em direcção a Albergaria-da-Serra e daí à Portela da Anta. Seguimos então em direcção ao Couto do Boi onde efectuámos uma boa descida até à estrada e daí seguimos a caminho de Espinho e dos viveiros da Granja, onde parámos para recuperar forças e comer qualquer coisa. Depois foi seguir o trilho percorrido na noite anterior e ver a cara daqueles, que o não reconheciam, ao saber que era o mesmo trilho da véspera. Nem parecia o mesmo, pelo menos agora via-se bem o trilho, a serra e as aldeias ao fundo no vale.
Chegados ao parque de campismo, mudámos de roupa e arrumámos o material e fomos todos comer uma bela vitelinha, bem regada, que isto de andar de bike para além de cansativo abre também o apetite e dá cá uma sede...


12/07/2009

Serra da Freita - Trilho do Carteiro








Conforme tinhamos planeado ontem reunimos um grupo de 17 pessoas e fomos fazer o "Trilho do Carteiro" à Serra da Freita.
O dia estava bom, quente mas não demasiado com uma brisa que nos ia refrescando ao longo do caminho.
Iniciámos o percurso em Cabreiros seguindo uma levada até a um velho moinho de água e daí até Tebilhão. Regressámos então até Cabreiros seguindo agora o trilho marcado.
Iniciámos depois a longa e íngreme descida até às Minas de Rio de Frades, usufruindo da bela paisagem do local.
Chegados às minas fizémos uma pequena incursão numa mina de Volfrâmio, onde pudémos ter uma pequena ideia de quão difícil terá sido a vida daqueles mineiros à muitos anos atrás.
Seguimos para a segunda aventura do dia, que foi atravessar um outra mina que no final vai ter a uma queda de água.
Regressados ao trilho vinha o momento mais esperado, o banho no rio.
E tudo corria bem nas águas frescas até ao momento que uma queda pôs fim à diversão, tendo resultado um traumatismo num pulso de um dos participantes, que pode ter alguma gravidade (aguardamos notícias do acidentado quanto ao resultado do raio-x).
Prestado o socorro possível no local, e não sendo o traumatismo impeditivo do acidentado se deslocar pelos próprios meios, iniciámos a longa e dolorosa subida para Cabreiros.
Aí chegados o grupo do acidentado deslocou-se para Aveiro a fim de avaliar a gravidade da lesão, enquanto o restante grupo após refrescar com umas cervejinhas no café local, foi recuperar forças a Chão d'Ave com uma vitelinha assada.
Infelizmente uma actividade que estava a correr lindamente ficou abalada por um acidente, que fará certamente todos os presentes reflectirem sobre os perigos que estas actividades por vezes acarretam, os cuidados que cada um tem que ter, e a atenção a prestar aos avisos que vão sendo dados pelos mais experientes.



27/06/2009

Multiactividade na Serra da Freita

Juntamente com os meus amigos Vicente e Cardoso fui até á Serra da Freita para fazermos Escalada e BTT.
Fomos ontem (Sexta-feira) ao final do dia e após comermos qualquer coisa dirigimo-nos até à Escola de Escalada de Cabaços e por lá ficámos quase até às 22H30. Já o Sol se tinha posto quando o Cardoso, equipado de frontal, acabava de escalar a última via.
Arrumado o material rumámos ao Parque de Campismo onde montámos a tenda e equipámo-nos para a BTT nocturna.
O bom desta actividade é que nada do que estava em ideia foi seguido na íntegra. Fomos andando e fazendo o que nos ia dando na gana.
E assim cerca das 23h15 partimos serra dentro, de frontais ligados, por trilhos de pedra solta que nos fizeram, na fase inicial empurrar a bike serra acima. Depois chegados ao topo da serra descemos até ao trilho que nos permitiu observar Arouca no fundo do vale , toda iluminada. E assim fomos seguindo durante longa parte do percurso. A noite estava estrelada, sem vento, mas bastante fria.
Cerca de 2 horas depois (1h10) chegámos ao Parque de Campismo. Feita a higiene, arrumado o material e saciado o apetite com uma sandocha era chegada a hora do descanso, que a noite já era curta.
Hoje (Sábado) levantámo-nos cedo e após um banhito para acordar, arrumámos a tenda e restante material e fomos tomar o pequeno-almoço.
A seguir regressámos às vias de escalada onde efectuámos mais uma vias, até à hora do almoço.
Dado que pretendemos ainda ir amanhã até à Redinha para escalar decidimos não fazer mais actividades para poupar o físico. Esperemos que as condições atmosféricas permitam fazê-lo.
Depois das actividades encerradas estava na hora de recompôr o estômago com uma bela posta e vitela arouquesa.

Esta actividade pôde ser acompanhada quase em directo no blog "Aventura em directo", à semelhança de muitas das próximas em agenda.




20/06/2009

Escalada na Serra da Freita

Estava desejada à algum tempo o regresso à rocha e aproveitámos este fim-de-semana para irmos até à Serra da Freita fazer umas vias.
A diversão e o gozo continua em grande mas a "ferrugem" é imensa. Agora tudo está mais difícil e a pouca agilidade e uns Kg a mais dificultam a progressão nas vias.
Apenas o Pina Jorge parece estar imune à passagem do tempo apesar das "lamúrias dos quase 60 anos". Nós os trintões e quarentões estamos em baixo de forma, pesados e com pouca agilidade.
Lufada de ar fresco foi o estreante Luís, que demonstrou que 20Kg a menos permitem mais agilidade e melhor performance. E era a primeira vez. Ainda vou ver este rapaz a abrir vias para nós escalarmos em top. Espectáculoooooo...
No final fomos espreitar o Rui a fazer Canyoning na Frecha da Mizarela e recompôr o estômago.
No próximo fim-de-semana contamos ir até à Redinha para retomar o sabor da rocha.


01/06/2009

Escalada na Freita


Depois de muito tempo sem provar a rocha eis que o Rui, o Cardoso e a Manuela se dirigiram à Serra da Freita para fazer o gosto ao dedo. No final conforme se pode comprovar pelas fotos não se trataram mal.
Infelizmente por me encontrar ausente não me pude juntar à diversão. Fica para a próxima.

21/03/2009

Travessia BTT Serra da Freita-Paradela do Vouga

Estava planeada já hà algum tempo uma Travessia em BTT desde a Serra da Freita até a Paradela do Vouga. Finalmente surgiu a oportunidade e com o apoio das nossas caras metade conseguimos concretizar a actividade.
O tempo esteve magnífico e lá rumámos todos, bem cedo, para o Meruzal. Para a BTT (Calé, Cardoso, Daniel (DJ) e Vicente) e no Apoio (Natália, Manuela, Andreia e Inês).
Chegádos à Freita preparámos o material e iniciámos a pedalada em direcção a Albergaria da Serra, daí partimos para a subida da Costa da Castanheira e passagem pela Aldeia das Pedras Parideiras.
A descida técnica para a Felgueira proporcionou o primeiro vôo do DJ, daí resultando uma t-shirt rasgada, vários arranhões e contusões e uma bike ligeiramente "empenada". Depois dos curativos lá seguimos viagem.
Aos poucos e por trilhos de bom nível fomos andando em direcção à Serra do Arestal, para os lados de Sever do Vouga.
Acabámos a beber uma cervejinha na Srª da Saúde. Depois penámos um pouco até à capela de São Tiago donde procurámos chegar aos trilhos de Sernada.
Apenas por uma vez andámos em busca dos trilhos que queriamos, de resto a orientação correu bastante bem. Os trilhos também foram bastante bons e os Km's em alcatrão foram muito poucos e normalmente apenas em algumas aldeias nos pontos de ligação entre trilhos. No entanto ainda tivémos tempo de ver o segundo vôo do DJ. É caso para dizer que o rapaz tem "queda" para a BTT.
Chegádos aos trilhos de Sernada foi descer até à casa do Guarda e daí até à ciclovia. Depois foi percorrer a extinta linha de comboio até a Paradela.
Enquanto pedalávamos o pessoal do apoio trazia as viaturas até Sever do Vouga onde também passaram um bom bocado em visitas turísticas e gastronómicas, tendo-nos depois recuperado junto à antiga estação de comboios de Paradela.
No final foi mais um dia bem passado e mais uma excelente actividade.

17/01/2009

Com o regresso da Brigada do Reumático...


...todo o cuidado é pouco.

Já começámos a "mexer" e a vontade é muita, por isso quem quiser que se "ponha a pau" porque assim que recuperarmos das artrites, dores reumáticas e da obesidade resultante de horas nos sofás e das rabanadas do Natal ninguém mais nos vai parar.

Para aqueles que pretendem vir a juntar-se a nós o melhor é começarem a tirar o pó, entretanto acumulado sobre o material, e prepararem-se para mais umas actividades à nossa maneira.
Para já e para se deliciarem, vejam as fotografias da nossa ida à Rota do Xisto (entre Arouca e Alvarenga).
No final da caminhada, e para manter a tradição, lá devorámos uns belos bifes de Alvarenga, muito bem regados com um verdinho tinto da região. Depois eu a Natália o Vicente e o Pedro Cardoso, fomos visitar o Centro de Interpretação Geológica de Canelas onde aprendemos algumas coisas sobre a vida nesta zona à cerca de 520 Milhões de anos (recomenda-se a visita ao Museu).

01/12/2008

Neve na Serra da Freita

Lindo, lindo, lindo, finalmente a Serra da Freita cheia de neve.
Não podia perder este momento por nada deste Mundo. Ontem fomos espreitar o Caramulo e a Serra da Arada e pelo que vimos sabiamos que a Serra da Freita também estaria cheinha de neve.
Por isso mandei o estudo às malvas e fui mais a Natália ver como estava a nossa serra favorita.
A nós juntaram-se o Amaral e a Ilda e juntos percorremos a pé um pequeno percurso, onde o branco perdominava nas cores que nos rodeavam.

Magnífico, valeu bem a pena lá ter ido. No final uma vitelinha regada com um verde tinto da zona para aquecer a alma.

Excelente dia.

30/11/2008

Amaral no PR9 em Arouca








O amigo Amaral foi até ao PR9 para ver como ficou após o nevão. Depois claro castigou-se com o Bife de Alvarenga.

Ficámos cheios de inveja e vamos mesmo que ter que lá ir, caminhar e comer o bife.

Um abração Amaral e boa digestão.

09/08/2008

Há dias assim...


À chegada.

O desalento e a dor.





A tentar animar.





Desta vez foi para esquecer. Nada correu bem. A concentração, a vontade e a convicção estiveram de rastos e nem as vias sairam como devia ser. Para acabar uma queda deu-me cabo de um pé.
Agora lá vou ficar de "molho" uns tempos para recuperar desta dolorosa entorse.


Há dias de manhã que um gajo à tarde não pode sair à noite...

02/08/2008

Escalada na Freita


Mais um treino na rocha da Freita. Depois do aquecimento fomos experimentar novas vias que ainda não tinhamos escalado.

Foi muito interessante, divertido e nada fácil algumas dos passes nestas vias, mas apesar das dificuldades saimo-nos bastante bem.

E a vontade de continuar cada vez é maior...

20/07/2008

MultiActividade na Serra da Freita


Foi mesmo em grande este fim-de-semana de muito calor que vivemos na Serra da Freita. Depois de iniciarmos na Sexta-feira com um Passeio Pedestre Nocturno, prosseguimos com um Sábado bastante movimentado em que, misturámos a Orientação com Pedestrianismo, com Jogos e charadas, enigmas, testes culturais e turísticos sobre a esta Serra, brincadeiras que fomentaram a amizade, o convívio e a diversão.
Pelo caminho um banho refrescante no rio (alguns pelo menos o fizeram) e depois a adrenalina do rappel.

Retemperámos as forças no final do dia com um cabritinho assado, vitela assada e uns enorme bifes arouqueses. Tudo claro muito bem regado que o calor era muito e a desideratação tinha sido grande durante o dia.

No Domingo a Escalada dominou a parte da manhã com o grupo a aventurar-se rocha acima.

No fim da actividade um cozido alentejano e uma grelhada de carnes foram o mote para a despedida de um belo fim-de-semana.

Para recordar entre muitas das peripécias, salientamos os mosquitos do passeio nocturno que numa belíssima noite de lua cheia nos esperavam no caminho, o excelente convívio entre os elementos do grupo, a adrenalina vivida nas falésias, os cromos que não sairam durante o jogo, e certamente os bolos da Elisa.
 
Para quem tentou acompanhar as actividades "quase em directo" através do nosso blog pedimos desculpa, mas a rede de telemóveis foi praticamente inexistente em toda a zona onde se realizou a actividade.